sábado, 5 de setembro de 2009

Mark Knopfler

biografia
Data de Nascimento:12-08-1949
Local de Nascimento:Glasgow
País de Origem:Escócia
A carreira de Mark Knopfler confunde-se inequivocamente com o caminho de sucesso da banda da qual foi principal mentor, os Dire Straits. Natural da Escócia, Knopfler foi viver para Inglaterra com apenas sete anos. A sua aptidão natural para a música começou a notar-se desde muito cedo. Ainda jovem, formou inúmeras bandas, inspirado por nomes como Jimi Hendrix ou James Burton. Depois de completado o curso universitário, Knopfler começou por ser crítico musical no Yorkshire Evening Post, antes de voltar novamente aos estudos, complementando o curso de jornalismo com uma especialização na língua inglesa. O gosto de Knopfler pela música, para além da necessidade inerente ao seu trabalho de crítico levaram-no a conhecer Steve Phillips, um cantor de blues e guitarrista que fazia pequenos concertos na zona de Leeds. As afinidades criativas e a partilha de gostos musicais acabaram por tornar possível a formação de um duo, os Duolian String Pickers. A dupla tocou em conjunto durante mais de cinco anos, e Mark beneficiou do trabalho feito em conjunto, já que no decurso das actividades do duo, foram-lhe apresentados vários nomes importantes no mundo da guitarra e dos blues, como Lonnie Johnson. Depois de terminado o curso de Inglês, Mark partiu para Londres. Foi na capital britânica que Knopfler respondeu a um anúncio que encontrou no Melody Maker: uma banda intitulada Brewer's Drop procurava um elemento para a sua formação. O irmão de Mark, David, mudou-se entretanto para Londres, o que proporcionou a reunião dos irmãos em termos musicais. A junção do talento familiar com outros elementos, levou à criação dos Café Racers. O baixista John Illsley integrou-se pouco depois, dado o grande entendimento entretanto denotado entre todos. Pick Withers, o baterista, entraria na formação em 1977, por sugestão de Mark, e a designação Dire Straits veio logo de seguida. Estava assim lançada aquela que veio a ser uma das maiores bandas de rock da década de 80. A actividade de Mark, paralelamente à carreira de êxitos dos Straits, principiou em 1984 quando compôs a banda sonora do filme "Local Hero". Um ano depois, deu continuidade ao mesmo género de trabalho com a composição de temas para o filme "Cal". Nesse mesmo ano, Knopfler contribuiu decisivamente para o álbum de regresso de Tina Turner, "Private Dancer". Dois anos depois, em 1986, Knopfler reuniu-se novamente com Steve Philips, que juntamente com Brendan Croker, Ed Bicknell e Paul Franklin formaram os Notting Hillbillies. O êxito da iniciativa ficou patente nos resultados de vendas do álbum "Missing...Presumed Having a Good Time" que chegou aos discos de platina. O caminho de Mark Knopfler a solo começou em 1996 com o álbum "Golden Heart". Mas a participação na execução de bandas sonoras não se cingiu às referências anteriores. Mark participou ainda nas composições de filmes como "The Princess Bride", "Last Exit to Brooklyn", "Metroland" ou "Wag The Dog". A excelência do trabalho de Knopfler, levou-o a colaborar com nomes como Bob Dylan, Eric Clapton, Van Morrison, Aztec Camera, ou Sting. O último registo de Knopfler em disco foi o seu segundo álbum a solo, "Sailing To Philadelphia", editado no ano 2000. Em 2002, o ex-Dire Straits voltou à carga com "The Ragpicker's Dream".

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Nirvana 'Live At Reading Festival' DVD finally set for official release

An official DVD and CD release of Nirvana's seminal performance at the Reading Festival in 1992 is set for release on November 2.The package features footage of the performance, which took place on August 30, 1992 and is considered by many to be one of the greatest performances ever at the festival. The CD version of the performance features the setlist (below) minus 'Love Buzz'.CD-only and DVD-only versions of the release will be issued on the same day as the DVD package, while a double 12-inch vinyl version will come out on November 16.The package will be the first official release of the gig, although an unofficial DVD of the performance, entitled 'Life Takes No Prisoners', was released last May.The setlist for 'Nirvana Live At Reading' is:'Breed''Drain You''Aneurysm''School''Sliver''In Bloom''Come As You Are''Lithium''About A Girl''Tourette's''Polly''Lounge Act''Smells Like Teen Spirit''On A Plain''Negative Creep''Been A Son''All Apologies''Blew''Dumb''Stay Away''Spank Thru''Love Buzz''The Money Will Roll Right In''D-7''Territorial Pissings'

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Radiohead's Thom Yorke picks new solo project name – video

Frontman considers name switch to 'Thomosexual' or 'Thombola'
Radiohead's Thom Yorke is looking for a new name for his solo career - and has turned to comedian Adam Buxton for suggestions.In a video interview posted up on Buxton's BBC 6music blog and available to watch by clicking below, Yorke considers new names to use for his solo career including Thombola, Thomosexual, The Duke Of Yorke and T.Homme.During the interview, filmed by Radiohead producer Nigel Godrich, he takes a shining to the latter name suggestion, pointing out that it is "kind of sophisticated".Watch the video interview in full by clicking below.

The Bear - Film by Jean-Jacques Annaud


quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Os irmãos Gallagher separam-se ao fim de 18 anos de carreira


Jeff Mitchell/Reuters

In Público
Ao fim de 18 anos de carreira
Noel Gallagher abandona os Oasis
31.08.2009 - 11h54 Simão Martins
Desde há muito tempo que a relação conturbada entre os irmãos Liam e Noel Gallagher fazia correr tinta, embora nunca tenha existido um final confirmado da banda. Agora, após uma discussão nos bastidores de um concerto, na passada sexta-feira, Noel anunciou a sua desvinculação do grupo que fundou em 1991, os Oasis, despedindo-se com “tristeza, mas um grande alívio”.

O anúncio foi colocado no site oficial da banda, no qual Noel, guitarrista e um dos vocalistas, pedia desculpa a quem tinha comprado bilhetes para os concertos que se seguiriam, todos eles cancelados. “As pessoas vão escrever e dizer o que quiserem, mas eu simplesmente não conseguia continuar a trabalhar com o Liam nem mais um dia”.

De acordo com o “Daily Telegraph”, já este mês Liam Gallagher tinha falado da sua relação com o irmão, dizendo que era tão má ao ponto de não se falarem e viajarem separados em digressão e, assim, só se viam em palco.

Os Oasis saltaram para o estrelato em 1994, com o álbum “Definitely Maybe”, respondendo ao declínio da música pop/rock britânica que começou no início dos anos 90. Tiveram um dos mais afamados “duelos” musicais da década, com os também britânicos Blur, disputando os tops da música britânica até ao último momento.

Muitos acreditam que esta ruptura significa um ponto final na história dos Oasis, o que ainda não foi confirmado pela banda.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Kill It Kid



Emitting a wide range of emotions is one of the most complex maneuvers in music. Not only because it requires sophistication and a little bit of selfishness, but also due to the varying perceptions of certain feelings among listeners. Some audiences tend to relate to screaming and discordant guitars the best, while others seek solace in classical compositions that rely on powerful arrangements and revolving structures to get their message across. Like a favorite artist, one’s method of obtaining a sincere and audible emotional expression varies by the individual. It is hard to say that this is the most vital factor in determining one’s favorite musical style, but it certainly is a factor. To spice things up a bit and differentiate themselves from the rest, contemporary groups often strive to deliver an emotional punch that is somewhat parallel to their independent ideologies. Like great songwriting or solid musicianship, presenting an innovative approach to the art of expressing emotion and supplementing narrative description prompts a listener to form a distinctive opinion of the specific work, for better or for worse. With Chris Turpin’s distinctively anthemic voice, a flurry of hectic strings and other orchestral accompaniments, and a style that brings duets to new heights, Kill It Kid will certainly make a lasting first impression that owes its debt to their unique way of conveying emotions.

One of Kill It Kid’s more noticeable trends is their ability to gracefully develop coarse melodies into sprawling emotional epics, as much in their vocal performances as their fury of instrumentation. Turpin and Steph Ward, a pianist and fellow vocalist, create some of the greatest vocal interplays you are bound to hear this year. The five-piece took their name from Blind Willie McTell, a Piedmont blues legend, and Turpin’s vocals pack a similar sense of rawly invigorated passion that is widely associated with the gritty blues-rock of today that is clearly influenced by the bare styles of blues in the past. Ward complements Turpin’s coarsely powerful vocals well, opting to contrast his vocals with a simultaneously angelic and rapturous croon. In the midst of their most powerful duets, it almost sounds like a clash between good and evil. Both vocalists are damn good here though in a qualitative sense though, as if the highly impressive mixture of strings, guitars, and furious percussion was not enough. The group’s blues leanings may lead some to assume they are from the States, but like Bruce Peninsula they show that blues does not have influence strictly on American artists. Kill It Kid hail from the UK, the members growing up around the areas of Bristol and Bath and meeting at the latter’s Bath Spa University. With influences both foreign and native, they have released an album that should amass them a large fanbase with an expansive array of excellent songs that showcase their musicianship, songwriting, and ingenuity in masterful form.
Now that Kill It Kid are signed to one of the UK’s most consistent labels in One Little Indian, success seems imminent. They released their debut single, “Send Me an Angel Down”, in May and have been generating hype ever since. Sporting a graceful arrangement of strings by the talented Richard Jones, “Send Me an Angel Down” was a pretty interesting choice for a single when one considers its depth and structural ingenuity for a debut single. But this is the stuff I love to see out of a young band, taking a risk and choosing to showcase the best representation of their songwriting over one that is potentially the most radio-friendly. This marvelous track grows from a sullen Turpin croon and a soft string accompaniment into one roaring with guitars and percussion, erupting shortly after Ward makes her subtle but important vocal appearance. How the strings gradually go from leading fiddle to collaborating with the guitars and rhythm section is a marvel to witness, as is how both the vocal deliveries of Turpin and Ward tend to variate as the track progresses with youthful glee. It shows that this is a band not afraid to take innovative steps in unveiling their most sincere and forbidden emotions. For a debut album, it is something rare and extraordinary.

For a sound so distinctive and fulfilling, Kill It Kid could have easily provided little diversity in their songwriting and still have resulted in an enjoyable album. But for a group with their apparent ambition, these are inaccurate expectations. “Private Idaho” is one of the few moments where Ward stars with her lead vocals, proving herself to be just as effective as Turpin in the right circumstances. She obviously does not fit as well in the bluesier arrangements, but a nice country-folk number like “Private Idaho” or the dance-room country shuffle of “My Lips Won’t Be Kept Clean” show Ward at her best. The latter is an enthusiastic and fun track, which contrasts some of the album’s strongest material. “Burst Its Banks” plays extraordinarily with the contrast between anthemic string ballads and high-powered guitar anthems, often transitioning unexpectedly but in a way that is unconventionally cohesive. The effort works with extreme precision, specifically the key-aided chorus where both Turpin and Ward relay one of the album’s best moments over a series of twinkling keys and brilliant strings. The string solo that proceeds that is also a spectacle, a technique echoed in the equally powerful “Ivy and Oak”. With its consistency and wondrous array of great moments, Kill It Kid is easily one of the most memorable debuts of 2009 for me. Any fans of folk, blues, or Americana should be in bliss with this album; its confidence and vision is extremely rare for a band of Kill It Kid’s youth.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Celebration Day

and the summer is almost gone.

The Doors - Summer's Almost Gone , Live 1967 at the Matrix

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

U2 descobrem novas músicas de 1984



Ao revirar os arquivos do seu álbum de 1984 The Unforgettable Fire, para um relançamento que comemora os 25 anos do disco, os membros dos U2 descobriram uma série de faixas inéditas das sessões de gravação.

Em entrevista à BBC 1, o guitarrista do grupo irlandês, The Edge, contou que, no momento, está a ouvir esse material inédito para seleccionar algumas faixas que entrarão numa versão estendida do álbum. "Elas soam óptimas", diz.

O vocalista Bono mencionou na entrevista a música "Disappearing Act", dizendo que ela é "incrivelmente especial". The Edge completou a informação revelando que a faixa foi finalizada recentemente, na França. Segundo ele, a música se chamava originalmente "White Chity", e começou a ser produzida em 1983, com Brian Eno e Daniel Lanois. Há seis meses os U2 redescobriram a faixa.

A dupla aproveitou para comentar o musical do Homem-Aranha, Spider-Man: Turn Off The Dark, que a directora Julie Taymor está preparando para a Broadway com música escrita por eles: "Tem um toque de ópera, um tanto de rock, algumas músicas feitas para os personagens, são composições muito incomuns para nós".

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Woodstock ~ 40 anos

15 de Agosto de 1969 / 15 de Agosto de 2009 — a sedução irresistível dos números redondos leva-nos a evocar, celebrando, o 40º aniversário de um evento que entrou na história e na mitologia da cultura popular. Aliás, o filme de Michael Wadleigh [cartaz] já ajudou mais do que uma geração de espectadores a compreender a singularidade e a energia desses "3 dias de paz, amor e música" que se transfomaram numa referência lendária cujos ecos estão longe de se ter dissipado.Apesar disso — ou melhor: por causa disso —, importa contornar a facilidade mediática das efemérides que, em casos como este, tendem a ser tratadas como ilustrações de temas "universais" e "imutáveis". Na verdade, não é possível refazer Woodstock à letra. Mesmo que algo da sua herança permaneça vivo e contagiante (e queremos acreditar que sim), não é possível nenhum tipo de retorno ou repetição. Veja-se e escute-se o hino americano tocado por Jimi Hendrix [fragmento do filme de Wadleigh, aqui em baixo]. E observe-se, em particular, o misto de espanto e quietude da audiência: há, ali, uma pose, tecida de assombramento e silêncio, que não é "melhor" nem "pior" que a pose de qualquer outro público, em qualquer outro contexto — mas que não se repete.Este foi um festival de música vivido, antes do mais, naquele lugar e no seu relativo isolamento. Os 500 mil espectadores não estavam a trocar sms sobre o que cada um via ou apenas pressentia... Não havia telemóveis. Nenhum eco instantâneo estava a ser inscrito em nenhum site ou blog... Quando muito, a Internet era uma utopia científica. Precisamos de fazer um esforço para imaginar o mundo em 1969 — talvez isso nos ajude a sentir, mais e melhor, o génio de Hendrix e a fúria da sua guitarra.

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Bleach dos Nirvana é relançado com extras


A nova edição irá incluir as versões remasterizadas, uma apresentação ao vivo e fotos inéditas
O lançamento do primeiro álbum dos Nirvana, Bleach, completou 20 anos em Junho. Para comemorar a data, o selo Sub Pop, responsável por seu lançamento, irá devolver o trabalho às lojas em uma versão especial cheia de extras.
A nova edição de Bleach irá incluir as versões remasterizadas das canções, uma apresentação ao vivo nunca lançada e fotos inéditas da banda. O concerto registra a banda em Portland em Fevereiro de 1990 e tem 11 músicas.
O relançamento chegará às lojas dos Estados Unidos dia 03 de novembro em dois formatos: um único CD e em vinil duplo.

Fica aqui Negative Creep numa versão que considero uma pérola, ensaios iniciais da banda...

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Taking Woodstock


Taking Woodstock

País:Estados Unidos
Ano: 2009
Género:Comédia
Duração: 120m
Realização:Ang Lee
Interpretação:Emile Hirsch, Liev Schreiber, Kelli Garner, Paul Dano, Jeffrey Dean Morgan
Argumento:James Schamus


Baseado numa autobiografia de James Schamus, é a história de Elliot Tiber, um aspirante a designer de interiores que se debate com a sua homossexualidade escondida e dependência de drogas durante o mais famoso festival musical dos anos 60. Ang Lee coloca, uma vez mais, a sua versatilidade à prova do mundo cinéfilo.

domingo, 9 de agosto de 2009

Brave New World no cinema



Ridley Scott e Leonardo di Caprio juntaram-se para levar adiante uma adaptação ao cinema do clássico de ficção científica de Aldous Huxley O Admirável Mundo Novo. O actor será o produtor e muito provavelmente assegurará o papel protagonista nesta adaptação de uma narrtiva que nos fala de uma sociedade distópica num futuro em que a humanidade é geneticamente segregada. A notícia chega via Hollywood Reporter, recorda que o realizador revelou recentemente que pretende rodar uma prequela de Alien, o primeiro filme de uma das mais populares sagas da história do cinema de ficção científica, estreado em 1979. Além de Alien, e dentro dos terrenos do cinema de ficção científica, Ridley Scott assinloiu ainda o clássico Blade Runner, em 1982. O romance de Huxley, um dos livros mais aclamados deste género literário, conheceu já várias adaptações ao pequeno ecrã mas só nesta aventura terá a sua estreia no grande ecrã. O texto, escrito em 1931 e originalmente publicado no ano seguinte (a capa da edição original ilustra o post), teve entretanto descendências várias, desde o soberbo filme Gattaca, de Andrew Niccol (1997) ao romance A Possibilidade de uma Ilha, de Michel Houellebecq (2005).
in: http://sound--vision.blogspot.com/

Raúl Solnado 1929 ~2009

Para mim é ainda o melhor humorista português.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Darker My Love


Well I've found them very interesting, psycadelic is my fashion on these days. Hope you like the band and the sound.

Darker My Love is an indie psychedelic rock band based in Los Angeles, California. The band consists of 5 members. Tim Presley, a former member of the band The Nerve Agents and also a visual artist responsible for much of the band's imagery, contributes vocals and guitar. Andy Granelli, formerly a member of both The Nerve Agents and The Distillers, plays drums. They are accompanied by Rob Barbato, who plays bass and shares lead vocal duties with Presley, and Jared "The Sandwich" Everett on rhythm guitar. Will Canzoneri joined the band on organ and clavinet in the latter half of 2006. The group's style is often compared to bands such as Can and My Bloody Valentine.[citation needed]
The band has released one EP and two LP's. Recorded in 2005, their debut LP was released on 22 August 2006 on Dangerbird Records. On 28 August 2007, the band released a 12" 45 rpm split record with Denver-based rock group Moccasin, featuring the song "Hair Decisions." The record was the first release on L.A.-based label I Hate Rock N Roll. In Spring 2006, Presley and Barbato became members of the prolific British post-punk group The Fall, and are both featured prominently on The Fall's 2007 album Reformation Post TLC. Their sophomore album, entitled 2, was released on 5 August 2008 on Dangerbird Records.
The band name was derived from a TSOL song of the same name.
This is the video of Two Ways Out, directed by Töben Seymour, a curious exercise of light
and shadow...


quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Curtas : Benji Hughes


Como é possível no nosso país não haver ninguém que se lembre de importar um álbum, que para mim, e não só, foi simplesmente um dos melhores de 2008. Ainda se queixam dos fracos resultados das vendas de discos em Portugal... pois então a música que cá se vende é no minimo dacadente.Quem estiver interessado em comprar: Até fica mais barato: amazon: http://www.amazon.com/Love-Extreme-Benji-Hughes/dp/B001AJIWQ4
Eu já encomendei.




Entrevista...e aos 50 segundos... mesma opinião...



You Stood me Up...fantástica!

Existem dezenas de vídeos no Youtube... é uma sorte hoje em dia haver a internet senão NUNCA iria saber quem escreveu Love Extreme, já cá no blog comparei este álbum ao Mellancolie & Infinite Sadness do Smashing Pumpkins e desde já o digo, são, para mim, os dois duplos álbuns que mais ouço!

Peter Murphy em Portugal

"Peter Murphy regressa ao nosso país para uma mini-digressão de quatro concertos que o vai levar a Braga, Porto, Coimbra e Lisboa, entre Outubro e Novembro.Segundo o site oficial do músico, o primeiro concerto está marcado para o dia 29 de Outubro no Theatro Circo de Braga, seguindo-se uma passagem pelo Teatro Sá da Bandeira, no Porto, a 30 de Outubro, e pelo Teatro Académico Gil Vicente, em Coimbra, no dia 31. O espectáculo no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, a 1 de Novembro, fecha a mini-digressão.
O britânico 'comemora' assim junto de um público que o conhece bem a edição de quatro singles, todos eles versões de outros artistas. Desses temas, já são conhecidos 'Instant Karma' de John Lennon e 'Space Oddity' de David Bowie (original que este mês foi alvo de uma reedição para assinalar os 40 anos sobre a chegada do homem à lua). Espera-se que Murphy edite também a versão que fez para 'Warm Leatherette' dos Nine Inch Nails, canção que tem interpretado ao vivo. De resto, Trent Reznor é apontado como um dos colaboradores do novo álbum do ex-Bauhaus e sucessor de "Unshattered", cuja edição está prevista ainda para este ano."

in barcoancorado
Deixo-vos com "a strange case of love" uma das minhas favoritas

sábado, 1 de agosto de 2009

Wilco ~ Considerações



Em 2002, o conceituado fotógrafo de música e cinema, Sam Jones, apresentou no cinema e circuito de DVD um documentário sobre as desventuras que antecederam o lançamento de "Yankee Hotel Foxtrot". Mercê de desentendimentos entre os Wilco e a editora que, à época, a representava, o quarto álbum do grupo acabou por ter de ser comprado pelos próprios músicos, divulgado na Internet e, por fim, editado por um selo diferente. O entusiasmo (quase) generalizado que o recebeu, no entanto, terá compensado o esforço, ao mesmo tempo que Sam Jones ficou com material de sobra para "I Am Trying To Break Your Heart", o filme que rodou a preto e branco e completou com imagens de concertos dos Wilco.
O fim de uma das bandas-charneira do country rock foi, em 1994, o ponto de partida dos Wilco. Com o desmembrar dos Uncle Tupelo, que para a história deixaram três discos, Jay Farrar, um dos vocalistas e compositores da banda, seguiu caminho, formando os Son Volt. Por seu turno, Jeff Tweedy (voz), Ken Coomer (bateria), John Stirratt (baixo) e Max Johnston (mandolim, banjo e violino) uniram forças, encarnando um colectivo a que chamaram Wilco. A estreia apareceu em 1995, com o álbum "A.M.", no qual é ainda visível a influência country rock dos Uncle Tupelo. Já em "Being There", a banda passou a incluir na sua sonoridade toques psicadélicos, pormenores de power pop e alguma soul. Aplaudido pela crítica, que neste registo viu a emancipação do grupo face ao seu antigo legado, "Being There" assistiu à partida de Max Johnston, substituído por Bob Egan, dos Freakwater. Ao mesmo tempo, John Stirratt, Ken Coomer e o guitarrista Jay Bennett abraçaram o projecto paralelo Courtesy Move, sem, no entanto, abandonarem os Wilco. Mais tarde, os Wilco juntaram-se ao compositor e intérprete britânico Billy Bragg para darem música a alguns dos milhares de letras deixados por Woody Guthrie, considerado o mais importante músico folk norte-americano do início de século XX. A experiência deu origem a "Mermaid Avenue", disco que, em 2000, teve direito a sequela.
"Summer Teeth", trabalho lançado em 1999 e no qual os Wilco voltam a cruzar a country com a música indie, marcou o início da tensão entre músicos e editora, bem como a saída do baterista Ken Coomer e consequente entrada de Glenn Kotche. A tábua de salvação dos Wilco podia ter sido o seu quarto álbum, mas a verdade é que as gravações de "Yankee Hotel Foxtrot" trouxeram ainda mais dissabores ao grupo de Jeff Tweedy. Recusando-se a mudar a sua música, de forma a torná-la mais comercial, como sugerira a Warner, os Wilco foram dispensados pela editora, acabando mais tarde por desembolsar meio milhão de dólares para reaver o disco. Uma digressão de promoção do registo, que na altura não tinha sequer sido editado, e o lançamento do mesmo pela Internet acabaram por chamar a atenção da Nonesuch, que colocou no mercado um dos melhores discos de 2002. O processo não decorreu, porém, sem baixas para os Wilco, que perderam o guitarrista Jay Bennett. Os altos e baixos decorrentes da gravação de "Yankee Hotel Foxtrot" foram, entretanto, registados por Sam Jones, realizador a quem fascinou a ideia de filmar uma banda a braços com um momento determinante da sua carreira. O documentário receberia o nome da primeira faixa do álbum, "I Am Trying To Break Your Heart", tendo tido uma passagem fugaz pelos cinemas norte-americanos. A banda-sonora de "Chelsea Walls", filme protagonizado por Ethan Hawke, foi outro dos veículos da criatividade de Jeff Tweedy, trabalho que o músico acabou ao mesmo tempo que "Yankee Hotel Foxtrot".
O grupo que colecciona comparações aos Beatles, Radiohead, Pavement e Whiskeytown assina um convincente conjunto de canções pop, nem sempre muito imediatas mas especialmente promissoras, no que respeita ao futuro de um grupo que esteve já demasiadas vezes na corda bamba. Um EP próprio e o projecto Loose Fur, no qual Jeff Tweedy e Glenn Kotche colaboram com Jim O'Rourke, dos Sonic Youth, foram os principais sinais de actividade dos Wilco depois de "Yankee Hotel Foxtrot", o disco no qual a banda reflecte, também, sobre o pós 11 de Setembro.Dois anos mais tarde, em 2004, chegou ao mercado o álbum "A Ghost Is Born", isto já depois de Tweedy ter passado por uma clínica de reabilitação devido à sua dependência de analgésicos. "Sky Blue Sky", um novo longa duração, chegou às lojas em 2007, dois anos antes do homónimo "Wilco".