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quinta-feira, 12 de abril de 2012

Patti Smith Fool




Patti Smith lança um novo disco chamado "Banga" no dia 4 de Junho. Este trabalho é apresentado pelo single 'April Fool' (capa na imagem), que foi lançado precisamente no Dia das Mentiras, 1 de Abril.

No alinhamento de "Banga", está incluído um dueto com Johnny Depp, além de uma canção chamada 'This Is the Girl' que é uma «balada clássica em memória de Amy Winehouse», como explicou Patti Smith à Rolling Stone. Também a falecida actriz Maria Schneider é relembrada numa das canções de "Banga".

Tony Shananhan, Lenny Kaye e Jay Dee Daugherty são os elementos da banda que acompanha Smith neste disco. Tom Verlaine dos Television, Jack Petruzzelli e os filhos de Smith, Jackson (marido de Meg White) e Jess Paris também aparecem na lista de convidados do álbum.

sábado, 26 de novembro de 2011

Patti Smith nos Inrocks


Grande edição extra da revista francesa Les Inrockuptibles: Electric Lady percorre a carreira de Patti Smith, da discografia às fotografias, da poesia a uma entrevista com William S. Burroghs! E inclui uma prenda muito especial: um CD com quatro faixas registadas durante a edição de 2004 do festival Les Vieilles Charrues [video de Gloria, com breve entrevista no final].

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Apenas Miúdos


Apenas Miúdos está a ser uma delicia. Estou a adorar este 1º livro de férias. Um retrato de New York a partir de finais dos anos 60. Já li muitos livros do género, biografias, pensamentos, romançes, etc. Este livro percorre esses caminhos de uma forma tão natural como é respirar. Como ainda vou a meio não me posso pronunciar sobre o todo mas vou numa parte muito boa!


Quando Patti Smith solta “Jesus morreu pelos pecados de alguém mas não pelos meus”, a frase parece ter aquela quantidade mínima de blasfémia à qual boa parte dos artistas contemporâneos se candidata para se mostrarem emocionantes. A explicação é dada pela cantora na página 296 do seu “Just Kids”, vencedor do National Book Award e agora editado em Português pela Quetzal sob o título colado de “Apenas Miúdos”: “Cristo era um homem contra o qual valia a pena rebelarmo-nos, pois ele era a própria rebelião”. Apesar da provocação soar a tentativa de programa estético o que vamos encontrar no livro passa pouco por manifestos. É um relato inspirado de um encontro entre dois nomes importantes da cultura popular norte-americana recente. Patti Smith, rocker de poemas, e Robert Mapplethorpe, fotógrafo de vertigens carnais.


"Patti faz-nos chegar tão perto de Mapplethorpe que nunca mais veremos os seus retratos do mesmo modo (...)"


sábado, 7 de março de 2009

Patti Smith ~ Dream of Life


Chegou aos ecrãs nacionais o filme Patti Smith: Dream Of Life, um olhar muito pessoal sobre uma das figuras mais marcantes da história da cultura rock’n’roll. Um documentário de Steven Sebring que, contudo, não se esgota na exploração dos mais de 30 anos de vida de palcos e discos de Patti Smith. Pelo contrário, o filme traduz antes a descoberta (pelo próprio realizador), da vida pessoal, familiar e também profissional de uma mulher que acompanhou, com uma pequena câmara, ao logo de 12 anos.Fotógrafo de profissão, Sebring procurou, além de um cunho pessoal na abordagem às histórias da história de Patti Smith, uma linguagem visual e narrativa que veiculasse o que nela mais o encantou: a poesia. A voz de Patti Smith e as suas palavras cruzam o tempo, evocam figuas e acontecimentos, lançam ideias. Os espaços visitados pela câmara vão desde o palco à sala de jantar dos pais, de quartos de hotel a passeios pela praia, num registo de intimidade invulgar, diluindo-se no ecrã as fronteiras entre o espaço pessoal e o profissional. E, como se de um refrão se tratasse, surge regularmente em cena o seu quarto, onde se espalham objectos, cada um com uma memória associada. Sam Shepard, Tom Verlaine, Philip Glass, Michael Stipe, Flea, são algumas das figuras que cruzam esta história. Nunca em entrevista, como é comum na linguagem “rocumentary”. Antes, integrados na acção em curso, a câmara estando ali apenas para escutar e ver o que aconteceu, como aconteceu (mais encecação, menos encenação). E assim abre uma porta que nos deixa ir para lá do ícone (e dos mitos que o estatuto comporta).