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terça-feira, 21 de agosto de 2012

The Doors The Soft Parade Live at "PBS Critique" 1969



"PBS Critique's color broadcast titled "A Profile of Jim Morrison and The Doors - On and Off Stage'. The performance was filmed on April 28th, and the Interview on April 29th. The panel discussion was later filmed on May 13th. It is unknown wether or not more footage exists from this performance. Includes the only known complete live recording of 'The Soft Parade'. Frank Lisciandro, who was on site photographing the show, recalled in his book that Light My Fire was performed, although recently Frank has revealed that Light My Fire was not performed on this show. Also featured is a 10 minute interview with the band by Richard Goldstein in which Jim attempts to read from 'The Lords And New Creatures'. The panel discussion includes Richard Goldstein, Patricia Kennealy, William 'Rocko' Mercer from WNEW-FM, and Alfred G. Aronowitz. The show was originally broadcast on WNET - Channel 13 in New York, and re-broadcast on June 29."

RECORDING DATE: 04/28-29/1969
LOCATION: PBS Studios - NY
PRODUCTION: PBS
HOST: Richard Goldstein

terça-feira, 15 de maio de 2012

Versão original de "On the Road" é exposta antes da estreia de filme


Paris exibe rolo de papel de 36 metros onde romance de Jack Kerouac foi datilografado; Cannes mostrará adaptação de Walter Salles

A primeira versão do romance "On the Road" ("Pé na Estrada", no Brasil), de Jack Kerouac, escrito em um rolo de telex de 36 metros de comprimento e 22 centímetros de largura, foi apresentada nesta segunda-feira (14) em Paris, por conta da exibição no Festival de Cannes de "Na Estrada", adaptação dirigida pelo brasileiro Walter Salles. 

"A epopeia, da escrita para a tela" é o título da exposição que será aberta ao público francês na quarta-feira e seguirá até 19 de agosto. Na mostra, o Museu de Letras e Manuscritos celebra o escritor norte-americano, cujo romance é considerado o manifesto da geração Beat.

"Na realidade, trata-se de folhas de telex presas e adaptadas ao tamanho da máquina de escrever", explicou à Agência Efe a curadora da exposição, Estelle Gaudry. Ela acredita que, longe de buscar a transgressão, a intenção de Kerouac era datilografar rápido, sem perder energia criativa.

O resultado foi um único parágrafo de 320 páginas e 125 mil palavras, sem margens nem capítulos, escrito em apenas 20 dias. Um mês após acabá-lo, em maio de 1951, o escritor disse que ao desenrolar o manuscrito pelo chão do quarto, achou o resultado parecido com uma estrada.

"On the Road", no entanto, vai além de sua condição de mero diário da viagem de Kerouac pelos Estados Unidos e México junto a seu amigo, o também escritor Neal Cassidy, no início dos anos 1950a. "A obra abraça a literatura de poetas americanos, como Whitman e Blake, de clássicos franceses como Proust e Balzac, ou de literatos russos", disse Estelle.

O livro narra a aventura de dois jovens, Sal Paradise e Dean Moriarty, versões fictícias de Kerouac e Cassady, na busca de novas experiências. A obra se transformou em um símbolo para muitas gerações e foi traduzida no mundo inteiro – a exposição apresenta capas do livro em dezenas de idiomas.

"'On the Road' é fruto da anotação rigorosa de quatro anos de aventuras e conversas", acrescentou Estelle. Para a curadora, Kerouac soube falar aos jovens e traduzir as ânsias de uma geração, além de descobrir o que ocorria fora de seu entorno e fugir do conformismo dessa época.

O manuscrito foi comprado por US$ 2,5 milhões em maio de 2001 por Jim Irsay, proprietário da equipe de futebol americano Colts, de Indianápolis (EUA).

A exposição pretende apresentar a vida de Kerouac, seu amor pela literatura, seus encontros, e finalmente, uma prévia do filme de Walter Salles.

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Manson músico!


Publicado originalmente aqui.



Charles Manson - líder de um grupo que há 40 anos levou a cabo uma série de assassinatos brutais - viu hoje ser-lhe negada aquela que deve ter sido a sua última oportunidade de obter a liberdade condicional. Como cidadão, só me posso congratular com esta decisão do tribunal americano. Apesar do horror dos seus crimes, Manson tem tido uma legião de fãs ao longo das últimas décadas (é o prisioneiro que mais cartas recebe na prisão). Se fosse colocado em liberdade, certamente que esses fãs o seguiriam com consequências imprevisíveis...
O que pouca gente sabe é que Charles Manson, actualmente com 77 anos, também foi (é) músico. Um músico mediano, mas ainda assim músico. A cumprir pena de prisão perpétua pelo assassinato (em 1969) de Sharon Tate, a bela actriz e mulher do realizador Roman Polanski (quando foi assassinada estava grávida de 8 meses), Manson lançou em 2008 um disco pela Internet gratuitamente.
Manson, fervoroso adepto de Bob Dylan e dos Beatles (dizia que a música "Helter Skelter" dos Beatles continha uma mensagem satânica subliminar), já fazia música no final dos anos 60 quando fundou a temível e fanática seita “The Family”, da qual Manson era o suposto Messias e que acabou por violar e assassinar a actriz em ascensão Sharon Tate (mais outros 4 amigos). O álbum chamava-se “One Mind”, foi gravado com um gravador portátil ao longo de anos na prisão de San Quentin e tem 16 canções certamente impregnadas de letras alucinadas com traquejo blues e country.
É que Manson tinha como ambição tornar-se numa estrela rock. E pelos vistos ainda continua a manter esse sonho, mesmo atrás das grades.
Sobre o caso do homicídio de Sharon Tate e a liderança “espiritual” de Charles Manson há um interessante filme (2004) que retrata a personagem conturbada e psicótica de Manson:“Helter Skelter – o Caso Sharon Tate”, de John Gray.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

The London Fog


The London Fog was a 1960s nightclub located on the Sunset Strip in what was then unincorporated Los Angeles County, California (now in the city of West Hollywood). It is most notable for being the venue where The Doors had their first regular gigs for four months in early 1966 before becoming the house band at the Whisky a Go Go.[1]

The London Fog was located just west of the Whisky a Go Go, at 8919 Sunset Blvd., in the space now occupied by Melody Nail & Beauty Salon. Well-known rock music managers Tony Dimitriades and Elliot Roberts had their offices on the second floor of this same building in the 1980s. Long claimed to be the site of the London Fog, Duke's Coffee Shop actually replaced Whisky neighbor Sneeky Pete's, a nightclub featuring music, which has also been variously claimed to have replaced the London Fog, after Duke's relocated from its original location

next to the Tropicana Motel on the northwest side of Santa Monica at La Cienega, in 1980.[2][3] .[4]

In Oliver Stone's 1991 film The Doors, the scenes depicting the London Fog were actually shot at the location that became the Viper Roomin 1993.[5]


terça-feira, 20 de abril de 2010

Andy Warhol

http://www.warholfoundation.org/ no título do post : on the post title
Andy Warhol nasceu em Pittsburgh, Pensilvânia.[1] Era o quarto filho de Ondrej Warhola e Ulja, cujo primeiro filho nasceu na sua terra natal e morreu antes de sua migração para os Estados Unidos. Seus pais eram imigrantes da classe operária originários de Mikó (hoje chamada Miková), no nordeste da Eslováquia, então parte do Império Austro-Húngaro. O pai de Warhol emigrou para os E.U. em 1914 e sua mãe se juntou a ele em 1921, após a morte dos avós de Andy Warhol. Seu pai trabalhou em uma mina de carvão. A família vivia na Rua Beelen, 55, e mais tarde na Rua Dawson, 3252, em Oakland, um bairro de Pittsburgh.[2] A família era católica bizantina e frequentava a igreja bizantina de São João Crisóstomo em Pittsburgh. Andy Warhol tinha dois irmãos mais velhos, Ján e Pavol, que nasceram na atual Eslováquia. O filho de Pavol, James Warhola, tornou-se um bem sucedido ilustrador de livros para crianças.

Nos primeiros anos de estudo, Warhol teve coreia, uma doença do sistema nervoso que provoca movimentos involuntários das extremidades, que se acredita ser uma complicação da escarlatina e causa manchas de pigmentação na pele.[3] Ele tornou-se um hipocondríaco, desenvolvendo um medo de hospitais e médicos. Muitas vezes de cama quando criança, tornou-se um excluído entre os seus colegas de escola, ligando-se fortemente com sua mãe.[4] Às vezes quando estava confinado à cama, desenhava, ouvia rádio e colecionava imagens de estrelas de cinema ao redor de sua cama. Warhol depois descreveu esse período como muito importante no desenvolvimento da sua personalidade, do conjunto de suas habilidades e de suas preferências.

Aos 17 anos, em 1945, entrou no Instituto de Tecnologia de Carnegie, em Pittsburgh, hoje Universidade Carnegie Mellon e se graduou em design.

Logo após mudou para Nova York e começou a trabalhar como ilustrador de importantes revistas, como Vogue, Harper's Bazaar e The New Yorker, além de fazer anúncios publicitários e displays para vitrines de lojas. Começa aí uma carreira de sucesso como artista gráfico ganhando diversos prêmios como diretor de arte do Art Director's Club e do The American Institute of Graphic Arts.

Fez a sua primeira mostra individual em 1952, na Hugo Galley onde exibe quinze desenhos baseados na obra de Truman Capote. Esta série de trabalhos é mostrada em diversos lugares durante os anos 50, incluindo o MOMA, Museu de Arte Moderna, em 1956. Passa a assinar Warhol.

O anos 1960 marcam uma guinada na sua carreira de artista plástico e passa a se utilizar dos motivos e conceitos da publicidade em suas obras, com o uso de cores fortes e brilhantes e tintas acrílicas. Reinventa a pop art com a reprodução mecânica e seus múltiplos serigráficos são temas do cotidiano e artigos de consumo, como as reproduções das latas de sopas Campbell e a garrafa de Coca-Cola, além de rostos de figuras conhecidas como Marilyn Monroe, Liz Taylor, Elvis Presley, Che Guevara e símbolos icônicos da história da arte, como Mona Lisa. Estes temas eram reproduzidos serialmente com variações de cores.

Além das serigrafias Warhol também se utilizava de outras técnicas, como a colagem e o uso de materiais descartáveis, não usuais em obras de arte.

Em 1968, Valerie Solanas, fundadora e única membro da SCUM (Society for Cutting Up Men - Sociedade para eliminar os homens) invade o estúdio de Warhol e o fere com três tiros, mas o ataque não é fatal e Warhol se recupera, depois de se submeter a uma cirurgia que durou cinco horas. Este fato é tema do filme "I shot Andy Warhol" (Eu atirei em Andy Warhol), dirigido por Mary Harron, em 1996.

Warhol foi uma das pessoas mais chatas que já conheci, pois era do tipo que não tinha nada a dizer. Sua obra também não me toca. Ele até produziu coisas relevantes no começo dos anos 60. Mas, no geral, não tenho dúvidas de que é a reputação mais ridiculamente superestimada do século XX.

— Robert Hughes, crítico de arte, antigo cronista da revista Time, entrevista com a revista Veja, 25 de Abril de 2007.
Em 1987 ele foi operado à vesícula biliar. A operação correu bem mas Andy Warhol morreu no dia seguinte. Ele era célebre há 35 anos. De facto, a sua conhecida frase: In the future everyone will be famous for fifteen minutes (No futuro, toda a gente será célebre durante quinze minutos), só se aplicará no futuro, quando a produção cultural for totalmente massificada e em que a arte será distribuída por meios de produção de massa.

Andrew Warhola (August 6, 1928 – February 22, 1987), known as Andy Warhol, was an American painter, printmaker, and filmmaker who was a leading figure in the visual art movement known as pop art. After a successful career as a commercial illustrator, Warhol became famous worldwide for his work as a painter, avant-garde filmmaker, record producer, author, and public figure known for his membership in wildly diverse social circles that included bohemian street people, distinguished intellectuals, Hollywood celebrities and wealthy patrons.

Warhol has been the subject of numerous retrospective exhibitions, books, and feature and documentary films. He coined the widely used expression "15 minutes of fame." In his hometown of Pittsburgh, Pennsylvania, The Andy Warhol Museum exists in memory of his life and artwork.

The highest price ever paid for a Warhol painting is $100 million for a 1963 canvas titled Eight Elvises. The private transaction was reported in a 2009 article in The Economist, which described Warhol as the "bellwether of the art market." $100 million is a benchmark price that only Jackson Pollock, Pablo Picasso, Gustav Klimt and Willem de Kooning have achieved.[1]


sábado, 23 de janeiro de 2010

Paul Simon e Art Garfunkel também ainda mexem

Paul Simon e Art Garfunkel vão voltar a estar juntos no mesmo palco no próximo dia 24 de Abril. O concerto no New Orleans Jazz and Heritage Festival marca a segunda reunião em um ano da dupla que ficou celebrizada como Simon & Garfunkel, depois de um espectáculo em Nova Iorque, em Fevereiro de 2009.Esta será a estreia de Art Garfunkel no festival da cidade que viu nascer o jazz. De acordo com o New York Times, este será também o único concerto do duo em solo norte-americano este ano. Os rumores de uma possível reunião começaram o ano passado depois do concerto em Nova Iorque, mas o regresso a tempo inteiro dos autores de 'Mrs Robinson' não parece estar para breve.Lionel Ritchie, My Morning Jacket, Pearl Jam, Aretha Franklin, Van Morrison e B.B. King são outros dos nomes do cartaz de luxo da edição deste ano do JazzFest de New Orleans.
Isto não é uma canção... é um monumento. Hello darkness my old friend...

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Jane Birkin em Portugal



A actriz e cantora Jane Birkin apresenta-se ao vivo no próximo dia 8 de Outubro, no Centro Cultural de Belém, em Lisboa.
Um ícone dos anos 60, que serviu de musa a Serge Gainsbourg, Birkin traz o seu mais recente disco, "Enfants d'Hiver", editado no final do ano passado.
O concerto desta lenda viva marca a abertura da 10ª edição da Festa do Cinema Francês, organizada pelo Instituto Franco-Português.
On Wiki: Foi casada de 1965 a 1968 com John Barry, um compositor inglês que escreveu a banda original dos filmes de James Bond. A filha de ambos, a fotógrafa Kate Barry, nasceu a 1968.
Teve uma relação muito apaixonada e criativa com o seu mentor Serge Gainsbourg — eles conheceram-se no set de Slogan e casaram-se em 1968. Separaram-se em 1980 e tiveram uma filha, a actriz/atriz e cantora Charlotte Gainsbourg.
Em 1982 teve a terceira filha, Lou Doillon, de uma relação com o director Jacques Doillon
Curiosidades e apenas isso...verdade?: A canção Je t'aime … moi n'on plus foi proibida em Portugal na época em que foi lançada, pela sua controvérsia e por ser considerada como atentado aos costumes pelo regime salazarista vingente na altura.
Jane Birkin é a inspiração da famosa e cobiçada Birkin Bag da casa Hermès. Durante uma viagem de avião, Jane ficou sentada ao pé do director da Hèrmes e, sem saber quem este era, comenta que a sua carteira estava mal feita. Este propõe-lhe fazer uma carteira que lhe correspondesse melhor. Surgiu então o carteira Birkin que é ba(p)tizada pela empresa com o seu nome

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Woodstock ~ 40 anos

15 de Agosto de 1969 / 15 de Agosto de 2009 — a sedução irresistível dos números redondos leva-nos a evocar, celebrando, o 40º aniversário de um evento que entrou na história e na mitologia da cultura popular. Aliás, o filme de Michael Wadleigh [cartaz] já ajudou mais do que uma geração de espectadores a compreender a singularidade e a energia desses "3 dias de paz, amor e música" que se transfomaram numa referência lendária cujos ecos estão longe de se ter dissipado.Apesar disso — ou melhor: por causa disso —, importa contornar a facilidade mediática das efemérides que, em casos como este, tendem a ser tratadas como ilustrações de temas "universais" e "imutáveis". Na verdade, não é possível refazer Woodstock à letra. Mesmo que algo da sua herança permaneça vivo e contagiante (e queremos acreditar que sim), não é possível nenhum tipo de retorno ou repetição. Veja-se e escute-se o hino americano tocado por Jimi Hendrix [fragmento do filme de Wadleigh, aqui em baixo]. E observe-se, em particular, o misto de espanto e quietude da audiência: há, ali, uma pose, tecida de assombramento e silêncio, que não é "melhor" nem "pior" que a pose de qualquer outro público, em qualquer outro contexto — mas que não se repete.Este foi um festival de música vivido, antes do mais, naquele lugar e no seu relativo isolamento. Os 500 mil espectadores não estavam a trocar sms sobre o que cada um via ou apenas pressentia... Não havia telemóveis. Nenhum eco instantâneo estava a ser inscrito em nenhum site ou blog... Quando muito, a Internet era uma utopia científica. Precisamos de fazer um esforço para imaginar o mundo em 1969 — talvez isso nos ajude a sentir, mais e melhor, o génio de Hendrix e a fúria da sua guitarra.

sábado, 6 de setembro de 2008

Hippie

Toda a gente diz que sabe o que foram...ou melhor... o que ainda são. Terá sido assim tão superficial este movimento cultural? Hoje em dia ainda existem milhares de hippies, concentrados principalmente em comunidades na Índia. Estarão assim tão errados os seus ideais para terem sido postos à margem, bem... é na margem que se vê, com calma, o rio a passar.
Não à guerra! Sim à paz! Peace&Love. Não estaremos a precisar de uma sociedade mais hippie? Os ideais de hoje resumem-se a uma frase bastante básica que ouço desde criança que traduz toda a mesquinhez atrofiadora, invejosa e cobarde da nossa sociedade " a galinha da minha vizinha está mais gorda que a minha". Nunca estamos satisfeitos com as nossas conquistas, queremos sempre mais, mas porquê? Façam-me um favor... comam a galinha da vizinha e já agora a vizinha ( ou o vizinho, dependendo dos gostos) e sejam felizes!


Esta música apresentou, de certa forma, os hippies ao mundo, mundo este que contestaram em uníssono.
Scott Mckenzie ~ San Francisco





Veêm alguem stressado, infeliz! Bem... as drogas também ajudavam...um bocadinho! EHEHEH.

Monterey Pop Festival ~ 1967

Gostava de lá ter estado...

Held at the Monterey County Fairgrounds in Monterey, California, the festival was planned by John Phillips of The Mamas & the Papas, producer Alan Pariser, and publicist Derek Taylor. The festival board included members of The Beatles and The Beach Boys.

San Francisco was the epicenter of the "counter-culture"; young people journeyed there to live an alternative lifestyle meant to increase personal freedom while living in collective harmony. This transformation of ideals and life was explored through psychedelic light shows, art, music, and drugs, like marijuana and LSD. The Monterey Pop Festival embodied these themes of San Francisco and the counter-culture and is generally regarded as one of the beginnings of the “Summer of Love” in 1967.[1]

The artists performed for free, with all revenue donated to charity, with the exception of Ravi Shankar, who was paid $3,000 for his afternoon-long performance on the sitar. It was estimated that 55,000 to 90,000 people were at the festival at its peak at midnight on Sunday.[2] Reserved seats were $6.50 for each evening show, while entrance to the adjacent field was a nominal $1.00.[3] The festival is generally regarded (along with the album Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band released two weeks earlier) as the apex of the "Summer of Love."

The festival became legendary for the first major American appearances by Jimi Hendrix (who was booked on the insistence of board member Paul McCartney) and The Who. It was also the first major public performance for Janis Joplin, who appeared as a member of Big Brother and The Holding Company, and Otis Redding, backed by Booker T. & The MG's. Redding would die only a few months later.

Hendrix, inspired by Pete Townshend's guitar-smashing, ended his Monterey performance by kneeling over his guitar with mock reverence, pouring lighter fluid over it, setting it aflame, and then smashing it up.[3]

Many record company executives were in attendance (paying $150 apiece for their seats in a special area just below the stage), and a number of the performers won recording contracts based on their appearance at the festival. Columbia Records signed Big Brother and The Holding Company, and Jerry Wexler used the festival to advance the career of Otis Redding.[3]

Several acts were also notable for their non-appearance. A variety of reasons were given for The Beach Boys' cancellation: as an admission that they could not compete alongside hippie acts, a rift between Brian Wilson and the rest of the band over their failure to complete Smile, the follow up to Pet Sounds, or Carl Wilson's problems with the draft board. Musician Donovan was refused a visa to enter the United States because of a 1966 drug bust. Captain Beefheart & The Magic Band was also invited to appear but according to the liner notes for the CD reissue of their album Safe As Milk, the band reportedly turned the offer down at the insistence of guitarist Ry Cooder, who felt the group was not ready. Although The Rolling Stones did not play, guitarist and founder Brian Jones attended and appeared on stage to introduce Hendrix. Jones was known as "king of the festival". According to Eric Clapton, Cream did not perform because the band's manager wanted to make a bigger splash for their American debut. Dionne Warwick and the Impressions were advertised on some of the early posters for the event, but Warwick dropped out due to a conflict in booking that weekend: she was booked at the Fairmont Hotel and it was thought that if she canceled that appearance it would negatively affect her career. She considered sneaking off between sets to perform at the festival, but ultimately decided against it. The Kinks were invited, but could not get a work visa to enter the US due to a dispute with the American Federation of Musicians.

Eric Burdon and The Animals later that same year sang a song about the festival entitled "Monterey", which quoted a line from the Byrds song "Renaissance Fair" ("I think that maybe I'm dreamin'"). In the song, Burdon mentions Monterey performers The Byrds, Jefferson Airplane, Ravi Shankar, Jimi Hendrix, The Who, Hugh Masekela, The Grateful Dead,and The Rolling Stones' Brian Jones ("Her Majesty's Prince Jones smiled as he moved among the crowd"). Jones did not perform. The instruments used in the song imitate the styles of these performers.

A number of other artists performed, including blues singer Lou Rawls and singer-songwriter Laura Nyro. Many rock bands made appearances as well, including The Association, Buffalo Springfield, Country Joe and The Fish, Moby Grape, and Quicksilver Messenger Service. Blues-rock bands were well-represented, among them Canned Heat, The Electric Flag, The Steve Miller Band, and The Blues Project. The Mamas and the Papas, who helped organize the event (which prevented them from doing any rehearsals), were the closing act of the festival.

Intro



Janis Joplin




Jimmy Hendrix



The Who



Jefferson Airplane



Country Joe & the Fish



The Byrds




Simon&Garfunkel



and many more...

quarta-feira, 25 de abril de 2007

Janis Joplin - She means freedom...






::Some words about her::
The greatest white female rock singer of the 1960s, Janis Joplin was also a great blues singer, making her material her own with her wailing, raspy, supercharged emotional delivery. First rising to stardom as the frontwoman for San Francisco psychedelic band Big Brother & the Holding Company, she left the group in the late '60s for a brief and uneven (though commercially successful) career as a solo artist. Although she wasn't always supplied with the best material or most sympathetic musicians, her best recordings, with both Big Brother and on her own, are some of the most exciting performances of her era. She also did much to redefine the role of women in rock with her assertive, sexually forthright persona and raunchy, electrifying on-stage presence. Joplin was raised in the small town of Port Arthur, TX, and much of her subsequent personal difficulties and unhappiness has been attributed to her inability to fit in with the expectations of the conservative community. She'd been singing blues and folk music since her teens, playing on occasion in the mid-'60s with future Jefferson Airplane guitarist Jorma Kaukonen. There are a few live pre-Big Brother recordings (not issued until after her death), reflecting the inspiration of early blues singers like Bessie Smith, that demonstrate she was well on her way to developing a personal style before hooking up with the band. She had already been to California before moving there permanently in 1966, when she joined a struggling early San Francisco psychedelic group, Big Brother & the Holding Company. Although their loose, occasionally sloppy brand of bluesy psychedelia had some charm, there can be no doubt that Joplin — who initially didn't even sing lead on all of the material — was primarily responsible for lifting them out of the ranks of the ordinary. She made them a hit at the 1967 Monterey Pop Festival, where her stunning version of "Ball and Chain" (perhaps her very best performance) was captured on film. After a debut on the Mainstream label, Big Brother signed a management deal with Albert Grossman and moved on to Columbia. Their second album, Cheap Thrills, topped the charts in 1968, but Joplin left the band shortly afterward, enticed by the prospects of stardom as a solo act. Joplin's first album, I Got Dem Ol' Kozmic Blues Again Mama!, was recorded with the Kozmic Blues Band, a unit that included horns and retained just one of the musicians that had played with her in Big Brother (guitarist Sam Andrew). Although it was a hit, it wasn't her best work; the new band, though more polished musically, was not nearly as sympathetic accompanists as Big Brother, purveying a soul-rock groove that could sound forced. That's not to say it was totally unsuccessful, boasting one of her signature tunes in "Try (Just a Little Bit Harder)." For years, Joplin's life had been a roller coaster of drug addiction, alcoholism, and volatile personal relationships, documented in several biographies. Musically, however, things were on the upswing shortly before her death, as she assembled a better, more versatile backing outfit, the Full Tilt Boogie Band, for her final album, Pearl (ably produced by Paul Rothchild). Joplin was sometimes criticized for screeching at the expense of subtlety, but Pearl was solid evidence of her growth as a mature, diverse stylist who could handle blues, soul, and folk-rock. "Mercedes Benz," "Get It While You Can," and Kris Kristofferson's "Me and Bobby McGee" are some of her very best tracks. Tragically, she died before the album's release, overdosing on heroin in a Hollywood hotel in October 1970. "Me and Bobby McGee" became a posthumous number one single in 1971, and thus the song with which she is most frequently identified.
by Richie Unterberger ::allmusic::


::Here´s my favourite song::



Janis Joplin - Summertime (Live Gröna Lund 1969)


mojorising