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sábado, 28 de abril de 2012

Indie Lisboa - Breves

O terceiro dia do IndieLisboa 2012 assinala a antestreia nacional de 4.44 Last Day On Earth, o novo filme de Abel Ferrara, que passa na Culturgest pelas 21.30. O dia representa ainda o início de uma mostra do cinema do realizador suíço Lionel Baier, com a exibição de Le Garçon Stupide (filme de 2004) que, juntamente com a curtaEmilie de 1 à 5 (já de 2012) passa hoje pelas 21.30 no Cinema São Jorge. No programa da secção Indie Music destaque hoje para Wild Thing, de Jerôme de Missolz, um livro de memórias sobre a cultura rock que passa por figuras como as de Genesis P Orridge, os Velvet Underground, Iggy Pop ou Lydia Lunch. Passa à meia noite no Cinema São Jorge. De Neil Young chega mais um retrato por Jonathan Demme, desta feita em Neil Young Journeys, histórias captadas pelo realizador numa viagem de carro em maio de 2011, contadas a caminho do Massey Hall, em Toronto.

No blogue de cinema do DN, onde estamos a acompanhar o IndieLisboa há dois novos textos:

Into The Abyss, de Werner Herzog, por Flávio Gonçalves - ler aqui
De Jueves a Domingo, de Dominga Sottomayor, por Nuno Carvalho - ler aqui

Publicada por Nuno Galopim em http://sound--vision.blogspot.pt/

segunda-feira, 26 de março de 2012

Neil young - Americana

 
Neil Young vai lançar um novo disco com os Crazy Horse no dia 4 de Junho. A edição chama-se "Americana" (capa na imagem) e é a primeira do canadiano com a sua banda de sempre, os Crazy Horse, desde "Greendale" de 2003. O disco marca mesmo a reunião a tempo inteiro de toda a formação dos Crazy Horse, algo que não acontecia desde "Broken Arrow" de 1996.
"Americana", como o nome indica, é composto por versões de temas do cancioneiro folk americano. Entre elas, 'Oh Susannah', 'Clementine' e 'This Land is Your Land'.

«O que junta estas canções é o facto de representarem uma América que talvez já não exista. As emoções e paisagens por trás destes temas ainda fazem sentido com tudo o que o país está a passar, com o mesmo impacto, ou se calhar até mais, do que há 200 anos. As letras demonstram as mesmas preocupações. São ainda significativas do que a sociedade está a passar económica e culturalmente. Sobretudo em ano de eleições [referência às eleições presidenciais nos Estados Unidos, marcadas para o dia 6 de Novembro]. São tão poderosas hoje, como quando foram escritas», escreve Young em comunicado de imprensa.

O novo disco foi produzido pelo próprio músico ao lado de John Hanlon e Mark Humphreys