sábado, 19 de março de 2011

Dicionário de Vinil



"Achei" este dicionário do vinil na net e achei bastante interessante. Estou a pensar recomeçar a minha colecção de vinil e por isso lembrei-me que os meus fieis seguidores também poderiam gostar.

DICIONÁRIO DO VINIL


A ideia dessa página é explicar a maioria dos termos utilizados em relação ao vinil, para que você fique sabendo do que se trata e quando eu falar no blog, fique fácil de saber o que eu estou dizendo. Se tiver sugestões para um termo novo, fique à vontade e entre em contato!
VINIL DE 180 GRAMAS






Um disco de vinil comum geralmente tem entre 100 e 120 gramas de peso.




Já um vinil chamado de “alta qualidade” pesa 180 gramas, o que significa que foi utilizado mais material para fazê-lo. O resultado final é um disco mais pesado e de muito melhor manuseio, sem contar que ele não fica “balançando” enquanto gira no toca-discos, preservando também a vida útil do seu tocador.








Muitos dizem que a qualidade do áudio também melhora com o maior peso, mas nesse campo há muita contradição.




Fato é que lidar com um vinil pesadão é muito mais bacana.


CAIXA DE VINIL “GATEFOLD”






A caixa de vinil “Gatefold” abre como se fosse um livro. Ao invés de ser uma caixa simples como a maioria dos álbuns, ela é dupla e muitas vezes armazena mais de um disco.




São geralmente encontradas em edições especiais, deluxe e álbuns duplos.


PICTURE DISC






Picture Discs são disquinhos especiais, que como já diz o nome, vêm com fotos impressas no próprio vinil.




Geralmente são compactos de 7″, bem pesados e com 1 faixa de cada lado.


COMPACTOS DE 7″






Compactos de 7″ são discos menores que o “convencional”, com 7 polegadas de diâmetro.




Normalmente servem como um aperitivo para o álbum de trabalho da banda e contêm músicas raras, ao vivo, b-sides, remixes, ou algo do tipo.


Pelo tamanho reduzido, geralmente vêm com apenas uma ou duas faixas de cada lado.


DISCOS DE 12″






Discos de 12″ são os mais comuns de serem encontrados.




A maioria dos “álbuns de estúdio” vêm em LP de 12 polegadas, sendo muitas vezes necessário utilizar mais de um disco, devido à grande duração do álbum.






DISCOS DE 10″




Os discos de 10″ são os menos comuns, já que normalmente a duração de um álbum cabe em um ou mais discos de 12″ e singles cabem em compactos de 7″.


Normalmente são lançados quando há poucas músicas e o artista quer fazer um trabalho artístico bacana e/ou o disco tem várias faixas, que por pouco não caberiam em um só de 12″.
COMPARAÇÃO ENTRE DISCOS DE 12″, 10″ E 7″






Como curiosidade coloquei 3 discos lado a lado, um de 12, um de 10 e um de 7 polegadas para efeito comparativo.




Assim dá pra ter uma boa ideia de seus tamanhos.






ROTAÇÃO DO DISCO






A rotação do disco diz a qual “velocidade”, em rotações por minuto, o disco deve ser girado pelo aparelho de som.




Normalmente tem a ver com o tamanho do disco em polegadas e também com a duração do mesmo. Não interfere diretamente na qualidade do som.




As mais comuns são 45 e 33⅓ rotações por minuto.
ESTRUTURA




A estrutura de um vinil não tem muito segredo. Trata-se de um disco feito de vinil com um buraco no meio para ser colocado no toca discos. Esse buraco no meio que pode variar entre um simples espaço para o pino ou um buraco maior, que nos toca discos modernos precisa de um adaptador.


A grande maioria dos discos que trazem esses buracos maiores são compactos de 7 polegadas de 45 RPM, e há indícios que apontam a resposta disso para toca-discos antigos que só conseguiam tocar compactos com buracos desse tamanho, mas não se sabe ao certo porque esse formato foi iniciado em paralelo aos buracos menores em compactos de 7 polegadas de 33 RPM.


Grande parte dos toca discos vêm com adaptadores pra esse tipo de buraco, e há bandas que fabricam adaptadores customizados para vender junto com seus aparelhos.




1 comentário:

Paulo PC disse...

Essas edições ou reedições especiais são feitas com matéria prima virgem, ao contrário de boa parte dos vinis regulares, que são feitos com material reciclado. Proporciona aos audiófilos maior qualidade, já que não contém as impurezas da matéria prima reaproveitada. Outro detalhe é a espessura do disco, maior que a de um vinil normal. São menos rígidos. Por ser uma produção mais cara que a convencional, e o zelo na qualidade gráfica do material, o preço é bem mais alto, mas bem justificado pela qualidade. E como pude comprovar, realmente, esses LPs têm qualidade superior, com menos ruídos e chiados. O que eu percebo também nas edições ou reedições de 100, 120, 140, 150, 180, 200 ou 200 gramas, etc., é o cuidado visual, a qualidade gráfica: Papel especial da capa, sendo que a maioria ficou superior ao lançamento original.
Enquanto discos de vinil normais são "cortados" na velocidade normal 33 RPM (33 1/3), essas edições são feitas na metade desta velocidade (16,67 RPM), tendo o dobro do tempo para captar mais detalhes da gravação original.

Att. SEMPRE VINIL.
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