terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Jon Savage


Jon Savage (born 1953), real name Jonathon Sage, is a Cambridge-educated writer, broadcaster and music journalist, best known for his award winning history of the Sex Pistols and punk music, England's Dreaming, published in 1991.

Career
He was a high-profile writer during the glory days of British punk and wrote articles on all the major punk acts. Savage wrote and published a fanzine called London's Outrage in 1976, and in 1977 began working as a journalist for Sounds. Sounds was, at that time, one of the UK's three major music papers, along with the New Musical Express and Melody Maker. Savage interviewed punk, New Wave and electronic music artists for Sounds until 1979, when he moved to Melody Maker, and then in 1980 to the newly founded pop culture magazine The Face.
Throughout the 1980s, Savage wrote for The Observer and the New Statesman, providing high-brow commentary on popular culture.
In 1991, Savage designed a record sleeve for the (then little-known) Welsh rock band Manic Street Preachers. The single was called "Feminine Is Beautiful".
England's Dreaming, published by Faber and Faber in 1991, was lauded as the definitive history of punk music, and remains the single most comprehensive analysis of the phenomenon. It was used as the basis for a television programme, "Punk and the Pistols", shown on BBC2 in 1995, and an updated edition in 2001 featured a new introduction which made mention of the Pistols' 1996 reunion and the release of the 2000 Pistols documentary film, The Filth and The Fury. A companion piece, The England's Dreaming Tapes, was published in 2009.
Savage continues to write on punk and other genres in a variety of publications, most notably Mojo magazine and The Observer Music Monthly. He wrote the introduction to Mitch Ikeda's Forever Delayed (2002), an official photobook of the Manic Street Preachers.
Savage has appeared in the documentaries Live Forever and NewOrderStory.
Several compilation CDs based on his tracklistings have also been released, including England's Dreaming (2004) and Meridian 1970 (2005), the latter of which puts forward the argument that 1970 was a high-point for popular music, contrary to critical opinion. His most recent compilation has been Queer Noises 1961-1978 (2006), a compilation of largely overlooked pop songs from that period that carried overt or coded gay messages.
Jon Savage's latest book, Teenage: The Creation of Youth Culture, was published in 2007. It is a history of the concept of teenagers, which begins in the 1870s and ends in 1945. Teenage aims to tell the story of youth culture's prehistory, and dates the advent of today's form of "teenagers" to 1945.
Works
The Kinks: The Official Biography Publisher: (Faber and Faber, 1984, ISBN 9780571133796)
England's Dreaming: Sex Pistols and Punk Rock (Faber and Faber, 1991, ISBN 9780571139750)
Picture Post Idols Publisher: London, Collins & Brown, 1992 ISBN 9781855850835
The Faber Book of Pop (edited with Hanif Kureishi) (Faber and Faber, 1995, ISBN 9780571179800)
Time Travel: From the Sex Pistols to Nirvana - Pop, Media and Sexuality, 1977-96 Publisher: London, Chatto & Windus, 1996 ISBN 9780701163600
Teenage: The Creation of Youth Culture Publisher: Viking Books, 2007 ISBN 9780670038374
Joy Division documentary film, screenwriter, 2008
The England's Dreaming Tapes (Faber and Faber, 2009)
Music compilations
England's Dreaming (Trikont 2004)
Meridian 1970 (Forever Heavenly 2005)
Queer Noises - From the Closet to the Charts (Trikont 2006)
The Shadows Of Love - Intense Tamla 1966-1968 (Commercial Marketing 2006)
Dreams come true - Classic wave electro 1982-87 (Domino Records 2008)
Teenage - the invention of youth 1911-1945 (Trikont 2009)


segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

A edição nº 1096, a Rolling Stone propõe um dossier sobre os dramas do aquecimento global, incluindo o apontar do dedo a algumas das poderosas personalidades que, segundo a revista, são "os piores inimigos do planeta"

Os Monstros Precisam de Amigos


A primeira grande estreia nos ecrãs de 2010 chama a atenção para o poder visual (e depois, naturalmente também narrativo) que a fantasia pode alcançar quando opta pelas representações de “carne e osso” em detrimento do poderio esmagador e “espectacular” do digital. E é mesmo da quase verosimilhança dos monstros depressivos, que partilham com o pequeno Max o protagonismo de O Sítio das Coisas Selvagens, que vive a força desta adaptação, por Spike Jonze, de um conto homónimo de Maurice Sendak (disponível entre nós em livro).

Com a alma de uma fábula, esta é uma história de alguém que, por si e num mundo desconhecido e diferente, acaba por aprender o que é a solidão e como lidamos com os outros. Ele chama-se Max, é ignorado pela irmã adolescente e não tolera o facto de a mãe, separada, estar a aceitar a entrada de mais alguém na sua vida… Foge de casa, encontra um barco e dá por si numa ilha onde conhece uns monstros bonacheirões, com ar de primos dos Marretas (foram, de resto, concebidos pela Jim Henson’s Creature Shop). As histórias que Max lhes conta deixam-nos impressionados e, em vez de o comer, elegem-no rei. Porém, Max vai entender que reinar não é fácil. Até porque cada monstro tem uma personalidade vincada, todos eles perfeitos candidatos ao sofá de um psicoterapeuta, desde uma insistente “downer” com mau feitio a uma cabra sempre resignada, a quem ninguém liga… Com vozes de figuras como Paul Dano ou James Gandolfini e a música de Karen O (dos Yeah Yeah Yeahs) e de alguns amigos mais, O Sítio das Coisas Selvagens reencontra o poder de encantar do cinema e é mesmo o primeiro grande acontecimento no grande ecrã de 2010.
Imagens do trailer de O Sítio das Coisas Selvagens, que usa música dos Arcade Fire (todavia não representada depois no filme).
fonte: http://sound--vision.blogspot.com/

domingo, 10 de janeiro de 2010

A Estrada ~Cheira-me a filmaço

Que acontece no último terço do filme A Estrada (The Road), de John Hillcoat, baseado no romance de Cormac McCarthy? Dir-se-ia que a parábola filosófica sobre um pai e um filho em cenário apocalíptico se desmancha, dando lugar a uma tipificada aventura de sobrevivência em que a "reconstituição" da família emerge como escape dramático e moral... Provavelmente, o filme reflecte as atribulações da sua produção (como todos, hélas!) e, nem que seja por reacção de defesa, não consegue sustentar de forma dramaticamente coerente aquilo que o coloca em marcha. A saber: o esvaziamento de qualquer réstea de sagrado, ou ainda, o total cepticismo face ao conceito de humanidade.Seja como for, A Estrada deixa-nos algo de cinematograficamente precioso, por assim dizer o anti-2012 [Emmerich]. Assim, em vez de um cataclismo digital, reduzido ao look pueril de um banal jogo de video, este é, insolitamente, um filme sobre o retorno do material [contra o virtual]. O espantoso trabalho da equipa cenográfica — Chris Kennedy (production design), Gershon Ginsburg (art direction) e Robert Greenfield (set decoration) — vai, todo ele, no sentido de reforçar uma intensa verdade das paisagens, dos objectos e, em particular, de tudo aquilo que é detrito ou ruína. Dir-se-ia que reencontramos, aqui, a paixão do real que perpassa também por O Sítio das Coisas Selvagens. Ou como algum cinema americano quer, literalmente, descer à terra.
fonte: http://sound--vision.blogspot.com/

sábado, 9 de janeiro de 2010

[Guilty Pleasure] Alphaville em Lisboa


O grupo de synth-pop Alphaville actua na Praça de Touros do Campo Pequeno, em Lisboa, no dia 26 de Março.A banda alemã notabilizou-se nos anos 80 pelos êxitos 'Forever Young' e 'Big in Japan', músicas que continuam a ser rodadas nas rádios e que têm merecido numerosas versões por outros artistas.Os preços dos bilhetes variam entre os 30 euros (para a plateia) e os 35 (para a bancada).O teclista Martin Lister, o guitarrista David Goodes, o baterista Pierson Grange e o obrigatório vocalista Marian Gold fazem parte da formação actual.
No ano de 1981, a Alemanha assistia ao nascimento de um novo grupo musical, os Alphaville. Inicialmente composto por Marion Gold e Bernhard Lloyd, este duo começou a marcar a diferença, chamando a atenção para o seu estilo inédito e alternativo. No Natal desse ano, os Alphaville fizeram a sua primeira aparição pública ao lado de um grande colectivo de artistas, e desde essa altura não deixaram que a crítica lhe tirasse os olhos de cima.Na viragem de 1982 para 1983, chega à banda um terceiro membro, Frank Mertens, e é este trio que começa a preparar o álbum de estreia "Forever Young", editado via Atlantic em 1984. Com ele, os Alphaville solidificam uma posição no mercado alemão, mas também a nível mundial, em especial graças a clássicos como "Big In Japan", "Sounds Like A Melody" e "Forever Young", três singles extraídos do registo de estreia. No ano seguinte, é ainda extraído um quarto single deste álbum de lançamento, "The Jet Set", um tema polémico que, contudo, não recebe tantos aplausos como os anteriores.Durante cerca de 10 anos, o colectivo de Berlim manteve-se afastado do palco, mas em franca produção de estúdio.
Em 1986, chega às lojas "Afternoons In Utopia", o segundo registo de originais dos Alphaville, sucedendo-se "Universal Daddy" e "Jerusalem". Até esta altura, a banda já tinha chegado ao sucesso, mas estava à procura de mais. Por isso, o trio decide juntar-se ao produtor Klaus Schulze.Em 1989, "The Breathtaking Blue" conhece a luz do dia. O projecto musical dos Alphaville estava intimamente mergulhado na tentativa de ligar intimamente a música com a cinematografia, neste caso, transformando videoclips em curtas metragens. O esforço é recompensado com um Óscar de melhor curta metragem, por "Balance".Os Alphaville fazem então história: são a primeira banda a editar em formato CD + graphics, o antecessor do actual formato DVD.Em 1992, é tempo de fazer uma retrospectiva pelos anos de carreira dos Alphaville e é editada a colectânea "First Harvest". No mesmo ano, produzem o quarto registo discográfico de originais, "Prostitute". Entretanto, a vocalista Marion Gold começa, em paralelo, uma carreira a solo.Em 1993, a banda decide pôr fim a 10 anos de interregno de actividades de palco, e realiza um grande concerto em Beirut.
Tinham passado os anos de ouro dos Alphaville. "Salvation" (1998) é um êxito, mas no ano seguinte é editado "Dreamscapes", um registo discográfico que vende incrivelmente bem, apesar de se tratar de um lançamento independente. À semelhança de Gold, Bernhard Lloyd também resolve experimentar seguir sozinho, e investir numa carreira a solo, em paralelo com o projecto colectivo. O último disco editado pelos Alphaville data de 2003 e chama-se Crazy Show. Alguns desses temas deverão passar pelo Campo Pequeno em Março, além dos maiores êxitos da banda alemã.
Guilty Pleasure of the Day


sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Pavement Antologia


Já tem capa a antologia de 23 temas (a lançar em CD simples ou LP duplo) que em inícios de Março vai assinalar em disco a reunião dos Pavement. Com o título Quarantine the Past: The Best Of Pavement sera mais que uma colecção de “êxitos”, o alinhamento não tendo ainda sido revelado. Além da antologia, a Matador Records vai reeditar o catálogo do grupo. A digressão de reunião arranca a 1 de Março em Auckland (Nova Zelândia) e encerra a 24 de Setembro, última de uma série de quatro datas consecutivas no Central Park, em Nova Iorque. Entre as datas anunciadas, a actuação mais próxima de solo português tem lugar em Barcelona, integrada no Primavera Sound, a 27 de Maio.



Red Hot Chili Peppers' Anthony Kiedis' book set for TV adaptation



Red Hot Chili Peppers frontman Anthony Kiedis' 2004 autobiography, 'Scar Tissue', is set to be adapted for a new TV show on US network HBO.The show, produced by Marc Abrams and Michael Benson, will be an offbeat comedy, reports the Guardian. It will focus on the singer's early life in Los Angeles, where he lived with his father, a drug dealer to musicians in the area, as well as the LA rock scene.Red Hot Chili Peppers are currently on hiatus, with the group previously stating they would take a break from band commitments for at least a year from May 2008.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

No comments


Bill Callahan ~ I Wish We Were an Eagle


When Bill Callahan left behind his long held Smog moniker, he gave longtime fans of his lo-fi, mopey, sometimes angry aesthetic some real cause for worry: there was not only the name change, but the reliance on more technology that began with the Diamond Dancer EP and the outright lush production (compared to his past work as well as other indie rockers) on Woke on a Whaleheart. Sometimes I Wish We Were an Eagle should give them some cause for relief, though the growth on the previous two offerings cannot be erased. There is no grand statement on Eagle; it's merely the record that comes after Woke on a Whaleheart, but it feels more like a Smog record than anything he's done recently, even if it doesn't necessarily sound like one. This is the darkest, moodiest set he's issued since Supper in 2003. We don't hear much more than Callahan's idiosyncratic misanthropy offering itself speaking and breathing room on most of these tunes (even if he aspires to more); his baritone is right up front and rarely gets stretched. His themes seem to center on flight and return, and are no better illustrated than on the opening cut, "Jim Cain," where, along a gently shuffling snare and kick drum, his nylon-string acoustic and electric guitars, and a cheap but effective keyboard his ruminations are guided. They caress that voice out of its hiding place: "...Well I used to be darker/Then I got lighter, then I got dark again/Somethin' to be seen, was passing over/And over me/Well it seemed like a routine case at first/With the death of the shadow, came the lightness of births/In the darkest of nights, the truth still dazzled/And I work myself, until I'm frazzled/I ended up in search of ordinary things..." And this isn't so much a metaphor as a cause célèbre for the album.

So much here is written, scored for, and sung from, the place Callahan knows all too well, that outsider's place that comes from the richest of interior lives: the one that knows all the shades of gray. His lyrics and easy, somewhat sparse mix of acoustic and electric instruments show that he doesn't think about much except what's right in front of him. Tracks like "My Friend" express, gently at first then more aggressively, sentiments that may be wholesome in their intent, but in their expression become more aggressive and even slightly sinister.

One thing that is a carryover from Woke on a Whaleheart is the relative sophistication of the arrangements and production. The songs are characteristically simple: the way they are recorded is relatively more complex. Things are not so shambolic as they are carefully measured, tempered, and sequenced. Songs such as "All Thoughts Are Prey to Some Beast," are based on two-chord vamps, and Callahan's voice does nothing to disguise itself as his lines are short, clipped, and shorn of unnecessary verbiage. But the sense of dynamic tension that gathers as violins, lithe, airy electric guitars playing a single string, syncopated tom-toms, and synth lines that mimic French horns, offer a dimension that is nearly cinematic. Ultimately, this sense of circular motion, whether it's flight and return, the human breath, or birth, death, rebirth, loss, and love is the elemental construction of everyday life, and hence a lyrical cornerstone on Sometimes I Wish We Were an Eagle. It is perhaps a seminal new chapter in Callahan's oeuvre of higher yet lo-fi outsider music.
In: Allmusic

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Tributo a Bowie

Em Maio chega aos escaparates mais um tributo a David Bowie. Com 28 artistas envolvidos em outras tantas versões, o alinhamento inclui, entre outros, Boys Keep Swinging pelos Duran Duran, Ashes to Ashes pelo ex-Japan Mick Karn, Absolute Beginers por Carla Bruni, John I’m Only Dancing pelas Vivian Girls, Life on Mars pela francesa Keren Ann ou Sound and Vision (em castelhano) por Devendra Banhart. Os MGMT e Soulwax deverão participar no disco, não se sabendo ainda com que canções. Os fundos recolhidos com a venda deste disco reverterão a favor da War Child.
fonte: sound+vision

Teen Dream

Faz lembrar as piscinas pintadas por David Hockney nos anos finais da década de 60: é a capa de Used to Be, single lançado em 2008, mas que reaparecerá no novo álbum dos seus criadores, o duo de Baltimore Beach House — terceiro título da sua discografia, chama-se Teen Dream e tem lançamento agendado para o dia 25 de Janeiro.
Fiel a uma sensibilidade visceralmente pop, Used to Be possui um tom muito cool de séc. XXI, embora conservando a ironia romântica de uma velha balada. A edição original é da Carpark, mas o álbum surgirá através dos Sub Pop Records; este delicioso registo ao vivo (junto ao mar...) tem chancela da série Shoot the Player.

Beach House: Used to Be from shoottheplayer.com on Vimeo.

fonte: http://sound--vision.blogspot.com/

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Teorias dos fans do Lost confirmadas ou não...


TimeLoopTheory is now 50% Confirmed!
Many key items that frame the TimeLoopTheory are now almost fully confirmed:

1. The island is in a magnetic "bubble" that allows it to be transported through time - Confirmed 100%

2. The smoke monster is the "physical" means of course correction - Confirmed 90%

3. Ben is (or is beinging guided by someone) from a future timeline - Confirmed 50%

4. The pressing of the button in the swan was resetting time on the island, keeping it in a loop - Confirmed 0%

Mil milhões para já...



Avatar já arrecadou mais de mil milhões de dólares na bilheteira global desde a sua estreia, ocupando já o quarto lugar na lista dos filmes mais rentáveis de sempre. Calcula-se que nos próximos dias as receitas de bilheteira ultrapassem as do segundo filme da série Os Piratas das Caraíbas e o terceiro da trilogia O Senhor dos Anéis. Depois, a James Cameron restará apenas bater os números que ele mesmo obteve com Titanic.
in sound+vision

Os melhores vídeos


O jornal britânico The Guardian decidiu não só compilar os melhores vídeos dos últimos dez anos de música, como também tentar perceber como se faz um bom vídeo pop. No artigo intitulado "Quais são os melhores vídeos dos anos 2000?", a publicação discorre sobre a evolução dos vídeos de música desde os anos 80, quando clássicos como 'Thiller' de Michael Jackson ou 'Bohemian Rhapsody' dos Queen marcavam o ritmo numa indústria que só viria a explodir nos anos 90. Foi esta a década que assistiu às reuniões felizes entre manipuladores da electrónica como Björk, Daft Punk, Fatboy Slim e Massive Attack com o talento vanguardista de realizadores como Michel Gondry e Spike Jonze, dois nomes que saltaram para o cinema já neste século, sem deixar de continuar a realizar vídeos de música. White Stripes ('Fell In Love With a Girl', Michel Gondry, 2002), Radiohead ('Knives Out', Michel Gondry, 2001), Yeah Yeah Yeahs ('Y Control', Spike Jonze, 2004) e Kanye West ('Flashing Lights', Spike Jonze, 2008) que o digam.Take 2
Além de Gondry e Jonze - realizadores que levaram para a sétima arte a linguagem visual associada aos vídeos de música, mais notada em filmes como 'Despertar da Mente' e 'Being John Malkovich', respectivamente - também Hype Williams, Mark Romanek e Jonathan Glazer não deixaram em mãos alheias a fama como realizadores de vídeos, já no novo século. Nos últimos dois anos, por exemplo, Williams assinou 'Viva La Vida' dos Coldplay e 'Video Phone' de Beyoncé com Lady Gaga. Romanek assina '99 Problems' de Jay-Z, entre outros. Por seu lado, Glazer - o responsável por 'Karma Police' dos Radiohead nos anos 90 - está por trás do vídeo de 'Treat Me Like Your Mother', do supergrupo Dead Weather. E para quem se pergunta por onde anda Chris Cunningham, o realizador da história de amor entre robots contada no vídeo de 'All Is Full Of Love' de Björk, informamos que tem feito vídeos para os Aphex Twin, Horrors e La Roux, esta última para o single 'Tigerlily',com estreia prevista para o ano que vem.



A lista dos melhores vídeos da década segundo o Guardian está aberta às sugestões dos leitores, apresentando desde logo uma lista de 30 vídeos imperdíveis, onde figuram nomes como Robbie Williams ('Rock DJ'), Beyoncé ('All the Single Ladies (Put a Ring On It)'), The Streets ('Dry Your Eyes'), Hot Chip ('Over and Over'), Gnarls Barkley ('Crazy') e Feist, com o vídeo para '1234', um prodígio de cor e movimento filmado num só plano.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Stipe aos 50


Nasceu a 4 de Janeiro de 1960. Ou seja, Michael Stipe faz hoje 50 anos. Conhecemo-lo quando a música dos R.E.M. (de que desde sempre é vocalista) saíu da cidade onde nasceu e começou a chegar aos muitos cantos do mundo, lançando as bases para uma das mais sólidas e marcantes das histórias que o rock alternativio de 80 nos deu. Aproveitamos assim o 50º aniversário de Michael Stipe para, ao longo desta semana, evocar alguns episódios da sua carreira. Não apenas nos R.E.M., mas em experiências em paralelo, algumas no cinema, outras em colaboração com outros músicos e até mesmo aquelas que se ligam a uma alma de activista político que desde cedo soube usar o seu star power em favor de várias causas.R.E.M., ‘Radio Free Europe’ O link leva-nos a imagens do teledisco de Radio Free Europe. A canção surgiu como o primeiro single dos R.E.M. em 1981. Uma segunda versão entra em cena em 1983, depois do grupo assinar pela IRS Records. O teledisco serve esta segunda versão.

fonte: http://sound--vision.blogspot.com/

'Para onde vai a cinefilia?


"Eu sou um cinéfilo", diz o espectador. Mas nos dias que correm, que significa isso? E como vivê-lo? Este texto de balanço do ano — publicado no Diário de Notícias, no dia 26 de Dezembro de 2009, com o título 'Para onde vai a cinefilia? —, tenta identificar algumas das dúvidas e expectativas que tais interrogações passaram a envolver.

Em 2009, a cultura televisiva continuou a inscrever os seus devastadores efeitos no panorama cinematográfico. A marginalização dos filmes (favorecendo telenovelas, concursos e “galas” com crianças mais ou menos tristes) só pode ter um efeito prático: o cinema surge como uma curiosidade esotérica, apenas redimido do esquecimento quando há notícias sobre os milhões de um blockbuster ou imagens “escandalosas” de alguém que se despe um pouco num filme de preferência anódino. O panorama é tanto mais desesperado quanto, paradoxalmente, o cinema viveu um ano rico e multifacetado, a provar que, com filmes que nos entusiasmaram ou desiludiram, continua a valer a pena ser espectador.
Para nos ficarmos pela produção americana, a mais presente e economicamente mais poderosa, tivemos um pouco de tudo: desde pessoalíssimos empreendimentos como Grand Torino, de Clint Eastwood, até grandes desafios técnicos como O Estranho Caso de Benjamin Button, de David Fincher, e Avatar, de James Cameron, apostando na integração dos mais revolucionários recursos digitais. O poder dos americanos reflecte-se também nos felizes contrastes da sua produção independente, com destaque para Depois das Aulas, de Antonio Campos, filme empenhado em discutir a questão actualíssima das relações entre estudantes e Internet.
Foi também um ano de reencontro com autores que, em contextos muito diversos, persistem em trajectórias sem imitadores. Desde logo no cinema americano, com Quentin Tarantino a reaparecer com Sacanas sem Lei. Mas também em Portugal, com Pedro Costa (Ne Change Rien), em França, com Arnaud Desplechin (Um Conto de Natal), e no Japão, com Hirokazu Kore-eda (Andando). Nessa perspectiva, é inevitável repetir que o mercado português das salas mantém uma variedade de oferta que, sendo positiva, está longe de fornecer um panorama equilibrado da produção internacional, nomeadamente do continente europeu.
Através do lançamento de Avatar nas salas, em cópias digitais a três dimensões, o ano encerra com a reafirmação de uma viragem técnica que, por distribuidores e exibidores, está a ser encarada como uma “salvação” capaz de favorecer o renascimento do mercado. Escusado será dizer que o formato 3-D, até agora com uma história artisticamente escassa e comercialmente frustrante (lembremos os tempos pioneiros da década de 1950), contém muitas e fascinantes potencialidades. Resta saber que sentido pode fazer uma reconversão económica para o digital que ignore as características da produção corrente e o carácter (ainda) de excepção dos filmes em 3-D. Daí que seja também importante recordar o contraponto do DVD, nos últimos meses com um significativo incremento da oferta em Blu-ray. 2009 foi também um ano de reencontro com grandes referências clássicas: lembro, por exemplo, a edição de filmes de autores como Michelangelo Antonioni [foto], Jacques Demy ou Jacques Tourneur. Quando as salas estão dominadas por blockbusters e as televisões por novelas, o DVD parece ser o último reduto da cinefilia.
in:
http://sound--vision.blogspot.com/

domingo, 3 de janeiro de 2010

U2 ~ Curiosidades

Este video da música "Trying to Throw Your Arms Around the World" foi "censurado" e não entrou no DVD Sydney Zoo TV video, há quem diga que é por causa da catraia não ter 18 anitos... bem mas já tinha idade para beber champagne... ou seria champomix...? Bono não gostou!
Histórias à parte, uma excelente música de uma que foi, e como eu gostaria que ainda fosse, se é que isso existe, a melhor banda do mundo!

sábado, 2 de janeiro de 2010

Álbuns de uma vida [1]


OK Computer é o terceiro álbum da banda britânica Radiohead, lançado em Junho de 1997no Reino Unido e Julho de 1997 nos Estados Unidos.

O álbum é considerado como um dos melhores discos de rock da década de 1990 pela crítica e consolidou definitivamente os Radiohead como uma das maiores bandas da sua geração. É considerada a obra-prima da banda, onde as capacidades de cada músico são exploradas ao máximo. O vocalista e guitarrista Thom Yorke chegou a afirmar ter perdido a capacidade de tocar guitarra depois de OK Computer. Destaque para as faixas "Paranoid Android", "Karma Police", "Let Down" e "No Surprises", esta última com um vídeo musical inovador. Facto interessante deste disco é a faixa "Lucky", que fala de um chamado do primeiro-ministro que foi recusado e é o que aconteceu posteriormente quando Yorke se recusou a participar de uma reunião com Tony Blair.


Todas as músicas compostas por Thom Yorke, Jonny Greenwood, Ed O'Brien, Colin Greenwood e Phil Selway.

# Título Duração
1. "Airbag" 4:44
2. "Paranoid Android" 6:23
3. "Subterranean Homesick Alien" 4:27
4. "Exit Music (For a Film)" 4:24
5. "Let Down" 4:59
6. "Karma Police" 4:22
7. "Fitter Happier" 1:57
8. "Electioneering" 3:51
9. "Climbing Up the Walls" 4:45
10. "No Surprises" 3:49
11. "Lucky" 4:20
12. "The Tourist" 5:25

O álbum anterior da banda, The Bends, foi um sucesso, então a gravadora EMI, na qual a banda estava afiliada, deixou que este álbum fosse produzido independentemente. A EMI permitiu que a banda trabalhasse com o engenheiro de som, até então desconhecido, Nigel Godrich, que colaborou com o produtor do álbum anterior da banda (John Leckie) e que já havia produzido muitos lados B do Radiohead, como o compacto "Lucky", em 1995. Neste período, a banda começou a se distanciar dos métodos tradicionais dos estúdios de gravação. "O único conceito que nos utilizamos para gravar este álbum foi o de que nós gostaríamos de gravá-lo longe da cidade e por conta própria" - Colin Greenwood, baixista.

A banda não contava com o facto de que OK Computer faria ainda mais sucesso que o The Bends; o guitarrista e multi instrumentista Jonny Greenwood disse, "Nós fizemos o que queríamos no segundo álbum e ignorámos quaisquer conselhos… e acabamos lançando esse álbum que acabou atraindo um certo público, então, eu sinto que é algo que faremos outra vez.". Eles também quiseram fugir do estilo mais simples e melodioso do The Bends; "O The Bends foi um álbum introspectivo… Foi uma terrível busca de espírito. Fazer isso outra vez em outro álbum seria extremamente entediante."


A minha música favorita


quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

E o vencedor da década é...



E desculpem lá, mas está lá chapado os sixties que eu tanto amo! Não que importe muito a opinião de um guitarrista que poucos devem conhecer, de uma banda pouco conhecida, que se chama U2, Edge disse apenas que gostaria que os U2, um dia, conseguissem fazer um álbum destes...puro!

Inicialmente era para postar apenas três álbuns que me marcaram esta década, a saber: e pela ordem de preferência: Fleet Foxes – Fleet Foxes; Benji hughes - A love extreme e Strokes – This is it, mas pensando melhor e tendo em conta as vezes que ouvi os diferentes álbuns que aqui enuncio, achei melhor não me esquecer destes abaixo indicados, até porque, e á medida que o tempo passa outros irão ocupar um lugar especial mos meus ouvidos!
Seguem aqui os álbuns desta década, não há ordem específica de preferência, mas que são boas malhas, lá isso são. Ainda vão a tempo de os comprar porque realmente são marcantes da década que hoje acaba.

COLDPLAY – PARACHUTES
RADIOHEAD – KID A
GODSPEED YOU BLACK EMPEROR - LIFT YOUR SKINNY FISTS LIKE ANTHENAS
U2 - ALL THAT YOU CAN´T LEAVE BEHIND
STROKES – IS THIS IT?
A – HÁ - MINOR EARTH MAJOR SKY ( SIM.. A – HÁ, NÃO ME ENGANEI)
DIVINE COMEDY - REGENERATION
MANIC STREET PREACHERS – KNOW YOUR ENEMY
BADLY DROWN BOY – HAVE YOU FEED THE FISH
IRON & WINE - THE CREEK DRANK THE CRADLE
GRANDADDY – SUMDAY
SUPER FURRY ANIMALS - PHANTOM POWER
ARCADE FIRE - FUNERAL
DA WEASEL – RE DEFINIÇÕES
DEVENDRA BANHART - REJOICING THE HANDS
ELLIOT SMITH - FROM A BASEMENT ON THE HILL
FRANZ FERDINAND- FRANZ FERDINAND
ANDREW BIRD – EGGS
SILVER JEWS - TANGLEWOOD NUMBERS
AIR – POCKET SYMPHONY
CAT POWER – THE GREATEST
RACONTEURS—CONSOLERS OF THE LONELY
BEACH HOUSE - DEVOTION
BON IVER - FOR EMMA, FOREVER AGO
FLEET FOXES - FLEET FOXES [2008]
BENJI HUGHES - A LOVE EXTREME
THE_WALKMEN-YOU &ME
BUENA VISTA SOCIAL CLUB - AT CARNEGIE HALL
MANIC STREET PREACHERS - JOURNAL FOR PLAGUE LOVERS
THE CARDIGANS - LONG GONE BEFORE DAYLIGHT
DINOSAUR JR. – FARM
THE.XX.-.[XX]
DAMIEN RICE – O
BECK: SEA CHANGE
INTERPOL: TURN ON THE BRIGHT LIGHTS
THE NATIONAL - BOXER
THE LEISURE SOCIETY – THE SLEEPER