quarta-feira, 29 de abril de 2009

Alice vs Tim Burton

Alice a ponderar a hipótese de seguir o Coelho?... É muito provável. Em qualquer caso, esta é a primeira imagem oficial [foto: Leah Gallo/Disney Enterprises] de Mia Wasikowska como protagonista da versão de Alice no País das Maravilhas, por Tim Burton. Com um elenco que inclui ainda Johnny Depp, Helena Bonham Carter, Anne Hathaway, Stephen Fry, Alan Rickman, Michael Sheen, Matt Lucas e Christopher Lee, o filme anuncia-se como um espectáculo em 3D, combinando actores e diversas técnicas de animação — a estreia americana está agendada para 19 de Março de 2010.

terça-feira, 28 de abril de 2009

Ornatos Violeta ~ Antena 3



A nove de Janeiro de 2009 postei no meu humilde blogue um artigo sobre os Peixe:Avião Lá referi que os Ornatos eram a melhor banda que apareceu na nossa esfera lusitana nos últimos vinte anos. Ontem a Antena 3 revelou o que seis mil pessoas acham sobre a música que se fez em Portugal nos últimos quinze anos. Surpresa: O Monstro Precisa de Amigos dos Ornatos Violeta é número 1.

Knowing


Knowing/Sinais do Futuro, de Alex Proyas, com Nicolas Cage, é um daqueles filmes que se vai enredando nas referências que convoca — pensamos em Encontros Imediatos do Terceiro Grau (1977), de Steven Spielberg, mas também em Nome de Código: Mercúrio (1999), de Harold Becker — até mais não restar do que o esqueleto dramático de um banal exercício copista.
Vale a pena, no entanto, reflectirmos sobre um aspecto bizarro da promoção do próprio filme. Assim, face à história de uma ameaça que pode destruir a Terra, é natural que essa eventual destruição, em particular das grandes metrópoles, seja um dos mistérios a preservar... Do mesmo modo que, face a um policial baseado em Agatha Christie, não se deve dizer que "o criminoso é o mordomo" — por simples cortesia e respeito pelo espectador. Ora, acontece que pelo menos um dos spots televisivos de Knowing mostra Nova Iorque a ser devorada por uma verdadeira onda de chamas... É o que se pode chamar um spoiler oficial!
Claro que cada estúdio promove os seus filmes como muito bem entender. Seja como for, este precalço é bem revelador de uma certa forma consumista hoje em dia muito explorada (e não apenas no cinema) — em casos como este, é suposto ir-se ao cinema, não para saborear uma qualquer descoberta, mas para "confirmar" uma informação que já se tem. O absurdo vai mais longe e chega ao ponto de o acidente de aviação que ocorre a certa altura (e que é suposto ser um momento fulcral de suspense) estar inequivocamente exposto num dos clips disponibilizados pelo site oficial do filme.
Repare-se: nenhum filme é "melhor" ou "pior" por causa da sua promoção. Não é essa a questão. Acontece que este modo de divulgar/promover um filme decorre de um entendimento letal para o próprio cinema. Porquê? Porque dispensa as escolhas do consumo, transformando-as em automatismos consumistas. A prazo, a generalização de um método destes só pode contribuir para decompor todas as audiências.
Publicada por João Lopes em http://sound--vision.blogspot.com/

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Montains ~ Choral



Brendon Anderegg e Koen Holtkamp respondem como Mountains na hora de se apresentar como músicos. E Choral, o álbum através do qual assinalam a sua estreia para a Thrill Jockey, dá razão ao nome que escolheram para se dar a conhecer como criadores de paisagens sonoras. Não os tomemos por paisagistas, nem descendentes de uma lógica narrativa que fez escola junto de alguns compositores no século XIX. Porém, as visões que nos propõem no ciclo de temas que revelam em Choral sugerem pontos de fuga para lá do buliço urbano em contemplação tranquila, silenciosa, mas nem por isso desértica. O álbum lança-nos através de seis momentos onde se revelam caminhos traçados por electrónicas, instrumentos acústicos e sons ocasionais que acrescentam texturas a acontecimentos que, lentamente, evoluem e revelam formas. A identidade “essencialmente” ambiental desta música já lhes valeu comparações a Brian Eno. Porém, ao perfeccionismo do meticuloso trabalho de estúdio de Eno, que pode até ter constituído um motivo de reflexão, os Mountains respondem com uma música simples e, ao que parece, registada como se tocada ao vivo. Entre drones e ténues sugestões de melodia, Choral nasceu em espaço caseiro (em Brooklyn). Uma experiência interessante, que assimilou (e transformou já) sugestões do minimalismo, buscando sons que vivem entre o silêncio.

domingo, 26 de abril de 2009

Palavras p'ra kê?


Tom Waits no record Store Day

Tom Waits vai editar um single em vinil especial para celebrar a edição deste ano do Record Store Day. O disco inclui, no lado A, os temas Lucinda e Ain’t Going Down The Well, gravados ao vivo em Atlanta, no ano passado. No lado B, Bottom Of The World.

sábado, 25 de abril de 2009

Total Film

Convenhamos que, da maneira que as coisas andam, as memórias do cinema são todos os dias vilipendiadas como modelos de "pitoresco" e "anedótico". Ou então parecem apenas recuar até aos filmes estreados nos últimos seis meses... Sabe bem, por isso, encontrar uma deambulação por essas memórias que tem, pelo menos, a virtude de respeitar a imensidão da história do cinema ou, se preferirem, do cinema como história. Assim acontece na escolha da revista Total Film, propondo os "67 filmes mais influentes de sempre".Escusado será dizer que não se trata de avaliar se a escolha é "justa" ou "injusta" (para esses maniqueísmos, já nos bastam muitos comentários de jogos de futebol) — por certo, haverá pelo menos outros 67 títulos igualmente influentes. Além do mais, importa sublinhar o óbvio: desta vez, o propósito não é estabelecer hierarquias entre "melhores" e "piores", mas sim o de apresentar filmes que se distinguem, justamente, pelo modo como influenciaram outros filmes.A lista começa nos tempos heróicos do cinematógrafo e vai até finais do século XX (1895-1999). Daí a curiosa e pedagógica diversidade que podemos encontrar: a par de clássicos universais como Un Chien Andalou (1929), de Luis Buñuel, Citizen Kane (1941), de Orson Welles, ou À Bout de Souffle (1959), de Jean-Luc Godard, deparamos com títulos como The Robe (1953) ou Flashdance (1983) cuja influência é, de facto, historicamente muito sensível. Entre as preciosidades evocadas, está Gertie The Dinosaur (1914), de Winsor McKay, pioneiro dos desenhos animados (e sobretudo da banda desenhada, autor de Little Nemo in Slumberland) — aqui ficam os seus pouco mais de 5 minutos.




in sound + vision

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Dr. Dog ~ Fate



For their fifth album, Fate, Dr. Dog intentionally granted high expectations months before the release. Calling it the album that “they were destined to make”, it should make the album’s title a rather obvious one. However, considering that last year’s We All Belong was easily one of the best indie-rock releases of the year, improving upon a release that is widely considered their best may be a daunting task. For a band that has improved with each successive release though, success appeared nearly imminent. And while Fate does not substantially topple We All Belong in terms of overall consistency, it offers a few of the most rewarding moments that can be found on Dr. Dog’s growing discography. Considering that hints indicating Fate as their most expansive release to date were heavily prevalent, it is nearly ironic that the opening moments of “The Breeze” sound like the throwback lo-fi version of Dr. Dog, back in 2004 before My Morning Jacket scooped them up and brought them out on tour to expose them to an audience who would grow extremely fond of the Philly-based five-piece. As the track progresses though, “The Breeze” proves to be a great representation of Dr. Dog’s songwriting. The soft strumming of an acoustic guitar gradually shifts to a broader instrumental accompaniment that features a cohesive display of guitars, tropical keys, and cooing backing vocals, with the gradually augmented percussion establishing the build-up to an extremely commendable extent. Rather than attempting to bolster a previously acclaimed style, the rest of Fate sounds very much like - well - recent Dr. Dog. To Dr. Dog’s benefit, it results in being arguably the strongest album of their career. Much debate will eventually arise among fans that are split deciding which one of their three recent albums is Dr. Dog’s most effective. When listening to a succession of tracks in the middle of their most recent effort, it is hard not to make a case for Fate.
Army of Ancients” kicks off this irresistible run, sporting a combination of brass and strings that makes a striking impression when set against the backdrop of vigorous keys and Scott McMicken’s powerful vocals. He resembles an ardent fusion of Harry Nilsson and Richard Manuel as he lets out a highly emotive croon at the conclusion of each chorus; the whimper seems to get better each time around and establishes itself as a convincingly stable hook. “The Rabbit, the Bat, and the Reindeer” is more reminiscent of traditional Dr. Dog with its key-led progression and simplistically memorable chorus, but it fits exceedingly well between the ambitious pop of “Army of Ancients” and the outstanding “The Ark”. “The Ark” serves as a great achievement for a group even of Dr. Dog’s throwback mentality, as the diversity alone presented within its duration should silence any critics who describe their sound as being bland or overly imitative. Barely over three minutes long, both the track’s lyrical scope and melodic tendencies prove highly memorable. The topics range from war and remorse to love and faith, all presented in lyrical forms that contradict the conventional actions involved in all circumstances. The various progressions and rhythmic accompaniments are more subdued when compared to other efforts on the album but it bodes well with the content at hand. The chorus nearly resembles the grandiose flair of Pulp’s “This is Hardcore”, with Dr. Dog’s nostalgic tendencies emerging as the dividing factor. With the halted guitar-led stomps of “The Beach” and the intricately infectious “My Friend” closing off the album in equally impressive form, it is difficult to find a track on Fate that is not wholesomely enjoyable to some extent. So, in the end, is Fate a massive improvement upon We All Belong? No, but it is just as consistent and massively enjoyably as its predecessor. And since We All Belong was one of the best releases of last year, Fate also slides in nicely as one of the most accomplished indie-rock albums of 2008.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Tempos de Crise

This is a crisis I knew had to come,
Destroying the balance I'd kept.
Doubting, unsettling and turning around,
Wondering what will come next.

Is this the role that you wanted to live?
I was foolish to ask for so much.
Without the protection and infancy's guard,I
t all falls apart at first touch.

Watching the reel as it comes to a close,
Brutally taking it's time,
People who change for no reason at all,
It's happening all of the time.
Can I go on with this train of events?

Disturbing and purging my mind,
Back out of my duties,
when all's said and done,
I know that I'll lose every time.

Moving along in our God given ways,
Safety is sat by the fire,
Sanctuary from these feverish smiles,
Left with a mark on the door,
Is this the gift that I wanted to give?
Forgive and forget's what they teach,
Or pass through the deserts and wastelands once more,
And watch as they drop by the beach.

This is the crisis I knew had to come,
Destroying the balance I'd kept,
Turning around to the next set of lives,
Wondering what will come next.



terça-feira, 21 de abril de 2009

JG Ballard morre aos 78 anos


Morreu aos 78 anos, o cultuado escritor JG Ballard, autor entre outros do livro "O Império do Sol".
Além de ter inspirado o cineasta Steven Spielberg, que adaptou a famosa obra aos cinemas, a obra de Ballard é responsável pelo nome do primeiro

álbum da banda Klaxons, Myths Of The Near Future, assim como por muitas canções da banda.
A faixa de abertura do segundo (e último) disco do Joy Division, Closer, foi inspirada no livro "The Atrocity Exhibition", de 1969.
O grupo Manic Street Preachers incluiu algumas palavras de Ballard na canção "Mausoleum", e o vocalista do Radiohead, Thom Yorke, é fã confesso do trabalho do autor britânico.
JG Ballard havia sido diagnosticado com câncer de próstata avançado em 2006, e faleceu em decorrência da doença.

Moby vs. David Lynch

O vídeo de “Shot in the Back of the Head”, tema incluído no próximo disco de Moby, foi realizado por David Lynch. A animação, filmada a preto e branco, conta a história de amor e crime entre uma mulher que é só cabeça (não tem corpo) e um homem de corpo inteiro que perde a cabeça (no sentido literal). A música de Moby, aqui num registo apenas instrumental, encaixa-se na atmosfera do vídeo, que é tipicamente lynchiano. O vídeo pode ser visto no canal de televisão online da Pitchfork.O novo disco de Moby, “Last Night”, tem lançamento marcado para o próximo dia 30 de Junho pela editora Mute.Richard Melville Hall, sobrinho trineto de Herman Melville, o autor de "Moby Dick", herdou o nome artístico da obra escrita do tio-trisavô, mas preferiu as criações musicais entre os mais radicais beats tecno e algumas incursões em ritmos do rock mais puro. Mas a mais importante movimentação da carreira de Moby terá mesmo sido o facto de ter conseguido levar os alternativos ritmos electrónicos até ao topo das tabelas de vendas, promovendo a causa da música de dança.O interesse de Moby perante a música foi uma presença constante desde a sua infância, altura em que começou a aprender a tocar uma série de instrumentos, desde a guitarra aos teclados. As suas primeiras aparições em formações aconteceram quando ainda era adolescente, ao lado de bandas como os Vatican Commandos, os Flipper, ou os Ultra Vivid Scene. A mudança para Nova Iorque foi como que inevitável, depois de uma tentativa falhada de continuar os estudos na Universidade. Um ano antes do fim do milénio, Moby lançou aquilo que pode ser designado como a sua principal obra até à data, "Play". O disco chegou inclusive a valer-lhe duas nomeações para os Grammys e faixas como "Bodyrock", "Find My Baby", "Natural Blues" ou "Why Does My Heart Feel So Bad", tornaram-se hits um pouco por todo o planeta, e resultaram em mais de cinco milhões de cópias vendidas até à data. Depois de vários meses em digressão, Moby regressou a estúdio para gravar novo conjunto de originais, "18", que chegou às lojas em Maio de 2002. Três anos mais tarde, chegou "Hotel", um novo longa duração.Para Julho deste ano está previsto o lançamento do seu mais recente trabalho: “Last Night”


segunda-feira, 20 de abril de 2009

Hello !!! I'm Back

Charles Manson numa fotografia recente. Está na prisão há quarenta anos pelo horrível homicídio, em 1969, da mulher do realizador Roman Polanski. É, para muitos, o assassino mais famoso do século XX, uma espécie de encarnação do Diabo e do Mal, que continua a receber centenas de cartas de jovens fascinados pela sua "obra". Obra que também passa pela música, como referi aqui. Por 11 vezes pediu liberdade condicional, e por outras tantas foi recusada. Mas a insistência dos seus advogados e certas debilidades da lei americana, parecem que vão conseguir que Manson veja a rua, de novo, 40 anos depois. Irá Marilyn Manson recebê-lo à porta da prisão nesse (eventual) dia de libertação?
Publicada por Victor Afonso em http://ohomemquesabiademasiado.blogspot.com/2009/03/charles-manson-de-volta.html

domingo, 19 de abril de 2009

Kurt 15 anos depois

Foi há 15 anos, dia 5 de Abril de 1994. (..)O maior ícone do rock da sua geração morria, aparentemente, por suicídio, aos 27 anos de idade, engrossando o mítico "Clube 27" (os músicos que morreram com 27 anos). Os Nirvana tinham dado um dos seus últimos concertos em Portugal, no Dramático de Cascais, escassos dois meses antes da tragédia acontecer.
(..)Com o inesperado êxito (comercial e crítico) de "Nevermind" e do hino "Smells Like Teen Spirit", Kurt Cobain rapidamente passou de figura de culto quase desconhecida para figura de dimensão mediática no mundo da música, epíteto que sempre recusou. Aliás, a fama sempre lhe trouxe dissabores, como se fosse uma força de bloqueio à sua criatividade e felicidade. Consta-se que foi por lidar mal com a exposição pública que Cobain se afundou, cada vez mais, num abismo de drogas e álcool, culminando no acto suicida. Esse último período soturno de total fragilidade psicológica e emocional, de deriva angustiada e depressiva do vocalista dos Nirvana, está bem retratado no filme "Last Days" (2005) de Gus Van Sant (ainda que não seja explícita a relação entre a personagem do filme e Kurt Cobain).
Com a morte, há 15 anos, de Kurt Cobain morria também a lenda maior da música grunge e uma das maiores referências do rock dos anos 90. A mãe do cantor que cantava - "I hate myself and I want to die" - sempre pressentiu o desenlace fatal quando, após a notícia da morte do filho, desabafou para os jornais: "Sempre lhe disse que não se juntasse ao maldito clube dos 27!"
O jornal espanhol ABC publicou um resumo da vida e obra de Kurt Cobain num "A a Z".
Publicada por Victor Afonso http://ohomemquesabiademasiado.blogspot.com/2009/04/kurt-cobain-15-anos-depois.html

sábado, 18 de abril de 2009

U2 e a fama

A minha música favorita dos U2 cantada para dezenas de celebridades quando os U2 foram distinguidos no Rock & Roll hall of Fame. Fantástica performance do The Edge, Bono provocador como nunca, nem faltou o ilustre convidado para quem a música foi escrita: Wim Wenders. Até a Zetta -Jones lá estava. Vale uma espreitadela.

Sasha Grey vs. Steven Soderbergh



É este o cartaz do novo filme de Steven Soderbergh — The Girlfriend Experience —, protagonizado por Sasha Grey, vedeta de muitos filmes pornográficos. Tendo em conta os meios digitais com que foi filmado (a câmara Red One) e a pequenez do seu orçamento (menos de 2 milhões de dólares), parece ser mais uma das suas experiências minimalistas, porventura a colocar a par dos magníficos Full Frontal (2002) e Bubble (2005). Especulação inevitável: deverá ser um dos títulos na competição do Festival de Cannes (13/24 Maio) — recorde-se que Soderbergh ganhou a Palma de Ouro, em 1989, com Sexo, Mentiras e Video.

Publicada por João Lopes em : http://sound--vision.blogspot.com/2009/04/sasha-grey-por-steven-soderbergh.html

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Mudança de Visual

Já desde 2005 que mantinha o mesmo visual no blog e confesso que já estava a ficar cansado. Resolvi alterar, provavelmente para pior, mas também, como é hábito, naquilo que mexo...estrago!
Enfim... deve ser da velhice que se anuncia, pronuncia e renuncia. Aos habituais visitantes, penso que dois ou três, espero que seja do vosso agrado, ou corro o risco de andar a escrever para mais tarde ler...o que também é bom...
Bons filmes e excelente álbuns é o que desejo. Estou a ouvir neste momento o último álbum dos The Walkmen, que já postei aqui e é por isso que continuo a perder o meu precisoso tempo por cá. Fiquem bem!

Álbuns que mudam uma vida #1


The Velvet Underground & Nico by The Velvet Underground

"Only sold 1,000 copies. But each person who bought it started a band."

Free Music Archive

Chama-se Free Music Archive e é mais um arquivo online gratuito, nascido do trabalho de estações de rádio norte-americanas. Um arquivo legal, com regras, com música autorizada para uma série de fins, da simples ecuta privada a trabalho de remistura e sonoplastia, com samples e instrumentais com direitos já assegurados para eventuais remisturas ou uso em emissões de rádio. O Free Music Archive tem já música de nomes como os The Sea and Cake, Daniel Johnston, Nine Inch Nails ou Dan Deacon, entre muitos outros, e pode ser consultado aqui.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Férias dos Sigur Rós

O vocalista dos Sigur Rós, Jón Pór Birgisson vai editar um disco a solo, a 20 de Junho, na companhia de Alex Sommers, sob a designação Riceboy Sleeps. Juntos têm apresentando várias exposições. Agora gravaram um disco instrumental de nove temas, usando instrumentos acústicos, e contando com a colaboração das Amina e de um coro islandês.