terça-feira, 10 de julho de 2012

Sean Durkin realizará biopic de Janis Joplin com Nina Arianda


Publicado originalmente em Split Screen




Embora nos últimos anos várias biopics sobre Janis Joplin tenham sido negociadas, parece que em breve esta tomará forma. Da última vez em que estas negociações se tornaram públicas, o brasileiro Fernando Meirelles (Cidade de Deus) poderia realizar uma biopic da cantora, com produção de Wyck Godfrey (Twilight) e protagonizada por Amy Adams (The Fighter). Contudo, o projecto não seguiu em frente.


Contudo, segundo novas notícias, o realizador Sean Durkin (Martha Marcy May Marlene) terá a seu cargo a realização de Joplin com a actriz Nina Arianda (Midnight in Paris) como protagonista. O produtor Peter Newman (The Squid and the Whale) já adquiriu os direitos das músicas e dos arranjos de Janis Joplin e da sua banda Big Brother And The Holding Company, bem como do livro Love, Janis (que reúne várias das suas cartas), a biografia Piece Of My Heart (escrita por David Dalton, várias horas de entrevistas e três das suas aparições em The Dick Cavett Show.


Joplin terá um pequeno orçamento de 20 milhões de dólares e deverá começar a ser filmado no início de 2013.



segunda-feira, 9 de julho de 2012

sábado, 7 de julho de 2012

Filmagens de "O Hobbit" chegam ao fim


Peter Jackson comemora encerramento após mais de oito meses nos sets da Nova Zelândia

O diretor Peter Jackson comemorou nesta sexta-feira (06) com uma foto no Facebook o final das filmagens de "O Hobbit", depois de 266 dias nos sets da Nova Zelândia.

"Nós conseguimos", escreveu ele. "Obrigado ao nosso elenco e equipe fantásticas por nos levarem até aqui, e a todos vocês pelo apoio. Próxima parada, sala de edição. Ah, e Comic Con."

Reprodução/Facebook
O diretor Peter Jackson com a claquete do último dia de "O Hobbit"

Jackson se refere ao mega evento de cinema, quadrinhos e cultura pop, que acontece em San Diego, na Califórnia, entre 12 e 15 de julho. Está confirmado um painel sobre "O Hobbit", com a exibição de uma prévia e uma conversa com os realizadores.

O longa-metragem se passa antes da trilogia "O Senhor dos Anéis", encerrada por Jackson há quase dez anos com "O Retorno do Rei" (2003). "O Hobbit" será dividido em duas partes, "Uma Jornada Inesperada", prevista para dezembro de 2012, e "Lá e de Volta Outra Vez", marcada para dezembro de 2013.

Afinal Lana canta



Eram dez da noite quando chegou o momento pelo qual a vasta maioria presente no Super Bock Super Rock ansiava: a estreia em Portugal de Lana Del Rey.


Eram dez da noite quando chegou o momento pelo qual a vasta maioria presente no Super Bock Super Rock ansiava: a estreia em Portugal de Lana Del Rey. Meses depois da controversa atuação no Saturday Night Live, que mostrou uma voz pouco segura e algum nervosismo, esta noite Lana Del Rey revelou-se bem mais confiante na sua postura em palco.

Tudo na cantora é uma celebração do glamour, desde a pose teatral até à pausa para acender o cigarro antes de interpretar uma das suas canções mais conhecidas: Born To Die, que dá título ao disco.Em palco estava acompanhada por um quarteto de cordas (três violinistas e uma violoncelista), um pianista e um guitarrista, que juntos criavam as melodias pop barrocas e polidas, a que depois Lana dava voz no seu estilo intimista mas que se soube adaptar às vicissitudes de um espetáculo num festival ao ar livre.

Eu pessoalmente gosto da perspectiva do vídeo...

sexta-feira, 6 de julho de 2012

Novas imagens de "The Hobbit: An Unexpected Journey"

Publicado originalmente em split screen




A revista Entertainment Weekly divulgou novas imagens de The Hobbit: An Unexpected Journey:






















As imagens revelam o aspecto de alguns dos anões, entre os quais Thorin Oakenshield, bem como o regresso de personagens da saga The Lord of the Rings, como Gandalf (Ian McKellen) e Galadriel (Cate Blanchett). Realizado por Peter Jackson, The Hobbit: An Unexpected Journey estreia a 13 de Dezembro em Portugal.

Ler mais: http://splitscreen-blog.blogspot.com/2012/07/novas-imagens-de-hobbit-unexpected.html#ixzz1zsDhklZ9

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Já vi isto em algum lado...




Os Blur revelaram, num concerto num telhado londrino, duas novas canções. Diz-se que arrumarão as malas de vez depois das datas agendadas para este Verão. Sabe-se que editarão uma retrospetiva integral dentro de semanas. E depois?... Hoje deixamos aqui um vídeo (com a evolução da partitura) que acompanha um dos dois inéditos que revelaram esta semana. Aqui fica Under The Westway. 


terça-feira, 3 de julho de 2012

3 de julho, morre Jim Morrison, a voz dos The Doors


 
Hoje, recorda-se uma voz mítica, que marcou gerações: Jim Morrison. No dia 3 de julho de 1971, abriram-se as portas da perceção e Jim apresentou-se ao homem como ele é: infinito.

James Douglas Morrison nasceu em Melbourne, a 8 de dezembro de 1943. Filho de dois trabalhadores da marinha norte-americana, recebeu uma educação rígida, mas chamou a si características completamente diferentes das que lhe foram incutidas.

Formou-se em cinema, mas outras artes o cativavam, da música à poesia. Decidiu formar uma banda, depois de um encontro fortuito com um amigo, onde partilharam alguns poemas, entre os quais ‘Moonlight Drive’.

O nome da banda inspira-se no livro ‘The Doors of Perception’, de Aldous Huxley. Nessa publicação, podia ler-se: “If the doors of perception were cleansed, everything would appear to man as it is, infinite” [Se as portas da perceção estivessem limpas, todas as coisas se apresentarão ao homem como são, infinitas].

Este foi o conceito da música do compositor Jim Morrison e dos The Doors. Mas neste período da sua vida, as drogas e o álcool dominaram Morrison.

Em Março de 1971, os membros da banda decidem fazer uma pausa e Morrison muda-se para Paris, com Pamela Courson, a sua grande paixão. O objetivo era concentrar-se na escrita e criar, mas nesse mesmo ano, no dia 3 de julho, morre numa banheira, com 27 anos.

As causas da sua morte foram motivo de especulação e muitos biógrafos defenderam a teoria de uma overdose. Jim não era heroinómano, mas a sua namorada era viciada em heroína – viria a morrer por overdose dois anos mais tarde. O relatório oficial da morte de Morrisson aponta um ataque cardíaco fatal.

Com a morte de Jim Morrison, perdeu-se um barítono dono de um timbre de voz encorpado, que oscilava entre os poderosos graves a altos agudos. Perdeu-se um símbolo que ganhou o epíteto de infinito. Jim está sepultado no cemitério do Père-Lachaise, em Paris.

domingo, 1 de julho de 2012

Lana del Rey: "glamour" com abelha

Publicado originalmente em Sound + Vision


A dupla londrina Sean and Seng é responsável por um magnífico portfolio de Lana del Rey que teve especial visibilidade nas edições alemã e russa da revista Interview. Agora, o site FashionProduction divulga a totalidade das imagens, incluindo um mini-filme promocional que exibe a gravidade de um glamour eminentemente clássico. Por vezes, a nostalgia permite-nos habitar o tempo numa impossível e extasiada quietude — como uma abelha.





Fanfarlo - Shiny Things

sábado, 30 de junho de 2012

Preguiças, mamutes e muito gelo


Publicado originalmente em sound+vision

Os desenhos animados em 3D talvez não precisassem de ser em... 3D! Mas é um facto que continua a haver exemplos felizes como A Idade do Gelo 4: Deriva Continental, de Steve Martino e Mike Thurmeier — este texto foi publicado no Diário de Notícias (27 Junho), com o título 'O prazer pré-histórico da narrativa'.


Podemos duvidar (eu duvido, em todo o caso) da pertinência da aplicação do formato 3D num filme como A Idade do Gelo 4: Deriva Continental. Podemos até questionar esta insólita fuga para a frente do cinema americano a três dimensões, na animação e não só, “obrigando” filmes que existem muito bem em imagem clássica a integrar o “suplemento” tecnológico do 3D. Mais ainda: podemos supor que o carácter postiço, não motivado, de muitas formas de tridimensionalidade está a afastar cada vez mais espectadores (há índices que apontam para isso) e a gerar um retorno aos prazeres das cópias normais.
Podemos considerar o cepticismo que tudo isso envolve, mas nada disso anula a radiosa certeza desta saga pré-histórica: estamos perante um caso exemplar de um contagiante sentido de espectáculo. Que espectáculo? Por certo não essa banalidade economicista que confunde a histérica acumulação de “efeitos especiais” com emoções garantidas (haverá coisa mais monótona e sensaborona que a história de Abraham Lincoln a... caçar vampiros?). O sentido do espectáculo é, acima de tudo, o rigor da narrativa: A Idade do Gelo 4 é mais um exemplo feliz de revitalização dos padrões tradicionais da fábula familiar, com mamutes, tigres e algumas irresistíveis preguiças (John Leguizamo é genial na voz de Sid) a cumprir a lógica mais funda deste tipo de narrativa. A saber: encontrar um lugar para viver.
Modelo de sucesso dos estúdios da 20th Century Fox, A Idade do Gelo 4 propõe também um precioso complemento. Assim, a abrir, temos uma curta-metragem dos Simpsons [The Longest Daycare], protagonizada pela pequena Maggie, vivendo um dia difícil na escola. E quando falamos de arte da narrativa, regressar aos Simpsons envolve sempre algo de pedagógico.

sexta-feira, 29 de junho de 2012

Estreias da Semana


Publicado originalmente em splitscreen
Destaques:
Estrada de Palha (Estrada de Palha)



Ano: 2012
Realização: Rodrigo Areias
Argumento: Rodrigo Areias
Género: Western
Elenco: Vítor Correia, Nuno Melo, Adelaide Teixeira e Inês Mariana Moitas


Neste "cine-concerto", levam para palco instrumentos mais ou menos usuais ("marxophone", "violin-uke" e até um berbequim) para dar música a estas projecções especiais do filme, que antecedem a chegada às salas de cinema. No final de cada espectáculo, o palco abre-se à conversa dos compositores e do realizador com o público. "Estrada de Palha" é uma espécie de "western" alentejano que decorre na primeira década do século XX. A história centra-se em Alberto, um emigrante que regressa à aldeia natal em busca de justiça e é confrontado com jogos de poder e corrupção.Outras sugestões:


Mais Uma Noite de Merda Nesta Cidade de Treta
(Being Flynn)



Ano: 2012
Realização: Paul Weitz
Argumento: Paul Weitz
Género: Drama, Comédia
Elenco: Paul Dano, Robert De Niro e Julianne Moore
Nick Flynn (Paul Dano) é um jovem escritor de vinte e poucos anos que cresceu atormentado com afastamento do pai e que ainda não ultrapassou o recente falecimento da mãe (Julianne Moore). Jonathan (Robert De Niro), o pai, é um megalómano que sempre se autoproclamou escritor e poeta, apenas comparado a Mark Twain ou J. D. Salinger. Nick era ainda uma criança quando o pai abandonou a família e acabou preso por burla qualificada. Hoje, a trabalhar numa associação de apoio aos sem-abrigo em Nova Iorque, o seu caminho acaba por cruzar-se com o de Jonathan que, pelas circunstâncias e modo de vida irrealista, acabou por se tornar num indigente. Aproveitando a oportunidade que a vida lhes proporcionou, os dois vão empenhar-se em reencontrar o elo quebrado há quase 20 anos. Um filme dramático com argumento e realização de Paul Weitz ("Era Uma Vez Um Rapaz"), baseado em "Another Bullshit Night in Suck City", o livro de memórias de Nick Flynn.


A Idade do Gelo 4: Deriva Continental
(Ice Age: Continental Drift)





Ano: 2012
Realização: Steve Martino e Mike Thurmeier
Argumento: Michael Berg e Jason Fuchs
Género: Animação
Elenco de vozes: Ray Romano, Denis Leary e John Leguizamo
Quando Scrat, o mais teimoso e persistente esquilo da História da Terra, desencadeia mais uma série de eventos cataclísmicos à escala planetária, Manny (voz de Ray Romano), Diego (Denis Leary) e Sid (John Leguizamo) são empurrados para mais uma perigosa aventura. Desta vez, à deriva numa ilha de gelo e separados do resto do clã, os três acabam capturados por um grupo de piratas mal-encarados decididos a impedir o seu regresso a casa. Pelo meio, Sid ainda encontrará os seus antepassados e Diego descobrirá o amor de Shira (Jennifer Lopes), uma linda tigre-dentes-de-sabre. Realizado por Steve Martino e Mike Thurmeier, é o quarto episódio da divertida saga "Idade do Gelo", iniciada em 2002, por Chris Wedge e Carlos Saldanha.

Agentes Secundários (21 Jump Street)



Ano: 2012
Realização: Phil Lord e Chris Miller
Argumento: Michael Bacall e Jonah Hill
Género: Comédia, Acção

Elenco: Jonah Hill, Channing Tatum e Ice Cube
Morton Schmidt e Greg Jenko (Jonah Hill e Channing Tatum) eram, nos tempos de liceu, inimigos declarados: o primeiro era o típico marrão; o segundo, o engraçadinho da turma que gostava de ridicularizar os mais fracos. Quando, anos mais tarde, se encontram na academia de polícias, deixam para trás as divergências e acabam por se tornar companheiros de treino e de estudo. Apesar das grandes dificuldades a fazer a recruta, ambos acabam por conseguir terminá-la, mesmo sem grande reconhecimento ou mérito particular. Assim, acabam juntos como agentes secundários e enviados para a 21 Jump Street. A sua função é simples: dada a sua aparência jovem e imatura, são novamente matriculados no liceu onde tentarão controlar o tráfico de uma nova droga sintética que se está a vulgarizar entre os alunos. Para isso, vão ter de voltar a interiorizar o espírito adolescente e cumprir, com dignidade e distinção, a sua primeira missão. Uma comédia realizada pela dupla Phil Lord e Chris Miller ("Chovem Almondegas") baseada na série televisiva em voga nos anos 1980, criada por Stephen J. Cannell e Patrick Hasburgh, com Johnny Deep como um dos protagonistas.

O Moinho e a Cruz (The Mill and the Cross)



Ano: 2011
Realização: Lech Majewski
Argumento: Michael Francis Gibson e Lech Majewski
Género: Drama
Elenco: Rutger Hauer, Michael York e Charlotte Rampling
Em 1564, Peter Bruegel (1525-1569) pintou "A Procissão e o Calvário", uma representação a óleo em tela com mais de 500 personagens, sob o tema da crucificação de Jesus e as perseguições religiosas em Flandres. Em 1996, mais de 400 anos depois, esse quadro deu origem à monografia "The Mill and the Cross", uma análise exaustiva à obra de Bruegel pelo reconhecido crítico de arte Michael Francis Gibson. Em 2011, o cineasta polaco Lech Majewski, inspirado por ambas as obras e utilizando cenários pintados conjuntamente com as mais recentes técnicas digitais, transporta para o grande ecrã a história de 12 daqueles personagens, num ambiente estilizado como se de um quadro a óleo se tratasse. Com argumento do realizador Lech Majewski e do académico Michael Francis Gibson, o filme conta com a participação dos actores Rutger Hauer, Michael York e Charlotte Rampling.

O Nome da Discórdia (Le Prénom)



Ano: 2012
Realização: Alexandre de La Patellière e Matthieu Delaporte
Argumento: Matthieu Delaporte
Género: Comédia
Elenco: Patrick Bruel, Valérie Benguigui e Charles Berling
Vincent é casado com Anna (Patrick Bruel, Judith El Zein) e, apesar de já ter passadoos quarenta, está extasiado com a ideia de se tornar pai pela primeira vez. Certanoite, os dois são convidados para um jantar familiar em casa da irmã e cunhadode Vincent. Porém, quando o futuro pai é questionado sobre o nome escolhidopara a criança, a sua resposta lança-os num autêntico caos familiar. Parapiorar, a presença de Claude (Guillaume de Tonquedec), um amigo de longa data,é tudo menos apaziguadora... Realizado por Alexandre de La Patellière e Matthieu Delaporte, uma comédia familiar baseada numa peça de teatro da autoria de Delaporte.


Ler mais: http://splitscreen-blog.blogspot.com/#ixzz1zAlkR9F1

terça-feira, 26 de junho de 2012

As fotos de Victor Hertz

Publicado originalmente em Sound+Vision

Foto: Victor Hertz

Podemos reconhecer algumas das canções. Os ‘diamond dogs’, a ‘china girl’, o calendário que sugere ‘Love You Till Tuesday’, os balões de BD que dão a ouvir que ‘Everyone Says Hi’ ou o ‘Starman’... Já agora, e serve de passatempo, dediquem-se à descodificação das restantes referências. O poster, dedicado a David Bowie, integra uma nova série criada pelo designer sueco Victor Hertz. Nascido em 1983 em Uppsala e tem já uma considerável lista de clientes, de exposições e mesmo de participações em livros. Esta nova série de posters alia uma lógica semelhante à que encontramos com as canções de Bowie relativamente a figuras como os Beatles, os Rolling Stones, Bruce Springsteen, Johnny Cash ou Iggy Pop.





Fotos: Victor Hertz

Procurando outros momentos na obra deste designer sueco encontramos uma série de posters que, através de pictogramas, sugerem títulos de canções. Escolhemos três. Uma dos Pixies, outra dos Radiohead e ainda uma terceira pelos Blur.

Podem visitar aqui o site oficial de Victor Hertz

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Poster de "Elementary", série da CBS com um Sherlock Holmes moderno

Publicado Originalmente em Split Screen

Apesar das severas críticas pela comparação com Sherlock da BBC, o piloto da nova série da CBS sobre um Sherlock Holmes contemporâneo em Nova Iorque acabou por ser aprovado. Eis o poster de Elementary:


Na história de Elementary, Sherlock Holmes (Johnny Lee Miller) entra numa clínica de reabilitação em Londres. Quando sai, acaba por mudar-se para Manhattan onde é forçado, pelo seu pai, a dividir o apartamento com a Dra. Joan Watson (Lucy Liu), uma cirurgiã que perdeu a licença há três anos. Tentando manter Sherlock sóbrio e longe das drogas, esta passa a acompanhá-lo no seu trabalho como consultor da polícia nova-iorquina. O seu contacto é Tobias Gregson (Aidan Quinn).

A série estreia na fall season.

domingo, 24 de junho de 2012

Primeira imagem de Angelina Jolie em "Maleficent"

Publicado originalmente em Split Screen
Já não será novidade para muitos, visto que a imagem foi já divulgada no início da semana. Para de forma simbólica, iniciar a produção de Maleficent, foi divulgada uma imagem de Angelina Jolie (Salt) como Maléfica.


Maleficent é uma versão live-action do clássico da Disney, Sleeping Beauty, centrado na vilã maléfica e os eventos que antecederam à história que conhecemos. Além de Angelina Jolie, o filme contará com Sharlto Copley (District 9) como King Stefan, Elle Fanning (Somewhere) no papel de Princesa Aurora, enquanto que para interpretar as fadas Thistlewit, Knotgrass e Flittle, contaremos com Juno Temple (Atonement), Imelda Staunton (Harry Potter and the Deathly Hallows: Part 1) e Lesley Manville (Another Year), respectivamente. Kenneth Cranham (Valkyrie) será o filho bastardo do Rei Stefan, Miranda Richardson (Damage) será Ulla, tia da Maléfica; Sam Riley (Control) será o braço-direito da vilã e que pode tomar a forma de um corvo, enquanto que India Eisley (The Secret Life of the American Teenager) surgirá como Maléfica na sua versão jovem.


Maleficent será realizado pelo estreante Robert Stromberg (vencedor de dois Óscares pela direcção artística de Avatar e Alice in Wonderland), com argumento de Paul Dini e Linda Woolverton (The Lion King). O filme estreia a 14 de Março de 2014.

sábado, 23 de junho de 2012

Scott Walker prepara novo disco


Scott Walker confirmou que está a trabalhar num novo álbum e sucessor de "The Drift" de 2006.
De acordo com a Pitchfork, o novo trabalho deverá chegar às lojas no final do Outono.
O veterano compositor mostrou um inédito num concerto em Nova Iorque esta semana. a publicação caracteriza a canção, que integra momentos a capela, como «avassaladora».
Este será o 14º registo de originais em nome próprio do lendário músico anglo-americano.

sexta-feira, 22 de junho de 2012

Trailer da sétima temporada de "Dexter"



Publicado em SplitScreen

O canal Showtime revelou um trailer promocional para a sétima temporada de Dexter, que pode conter spoilers para quem ainda não viu a anterior:


A sétima temporada deverá dar continuidade à última cena da sexta temporada da série. Ao longo do episódio de estreia da nova temporada iremos ter vários flashbacks da infância de Deb (Jennifer Carpenter) e Dexter (Michael C. Hall), sendo que a história introduzida deverá ser desenvolvida até à oitava temporada. À nova temporada juntam-se ainda os actores Ray Stevenson (Roma),Jason Gedrick (Luck), Matt Gerard e Yvonne Strahovski (Chuck).

A sétima temporada de Dexter estreia a 30 de Setembro.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

«Oceania», Smashing Pumpkins


por Davide Pinheiro em discodigital
«Oceania» não é a catástrofe naturalmente anunciada após o tormento que foi o concerto no Rock In Rio. Billy Corgan renega o exterior e revê o legado em regime assumido de auto-citação.

Os Smashing Pumpkins são Billy Corgan, tal como Matt Johnson era os The The e Robert Smith os The Cure. A constatação é óbvia mas essencial para se perceber que «Oceania» é um álbum a solo de um figurão com um ego tão cheio quanto a distorção das guitarras dos Black Sabbath, rezingão e descontente com o rumo da cultura pop. 

A raiva que tem transmitido nas entrevistas - a mais recente vítima foram os Radiohead fulanizados no anti-virtuoso Jonny Greenwood - está todinha numa colecção de canções que sumariza a matéria dada desde que os Smashing Pumpkins ainda eram uma banda e não apenas um ministério apenas com assessores e sem secretários de estado.

«Oceania» é um disco tipicamente reaccionário mas em relação ao exterior porque Corgan continua crente na sua religião de rock´n´roll lato em que cabe o psicadelismo dos Grateful Dead, a grandiosidade dos Cult e a neura dos Cure. Mas não nos iludamos, Corgan vive em circuito fechado, renega o presente e os compromissos impostos por uma cultura pop mais voltada para a viralidade que para solos crispados de guitarra.

A azia acumulada apontava para uma catástrofe mas «Oceania» é, apesar de todos as condições impostas por uma personalidade angustiada, um disco, pelo menos, superior ao anterior e irrelevante «Zeitgeist». Desta vez, pelo menos, não deixam cair os parentes de discografia na lama. O irmão mais novo pode já não nascer com a ambição de um «Siamese Dream» ou de um «Mellon Collie and The Infinite Sadness» mas, se comparado, não envergonha.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

VHS


Publicado no split screen


Embora possa não trazer nada de novo ao já habitual filme de terror que utiliza o método do found footage na tentativa de encontrar alguma verosimilhança, a verdade é que V/H/S conquistou o seu público no Festival de Sundance 2012 e recebeu o seu red band trailer:


Antologia de histórias de terror com o método found footage, o filme segue um grupo de marginais que são contratados por um desconhecido para arrombar uma casa abandonada e encontrar uma cassete de vídeo bastante rara. Na sua busca, acabam por encontrar um corpo, várias televisões antigas e uma interminável quantidade de vídeos bizarros. Um dos seus realizadores é Ti West, autor de filmes como The House of the Devil (2009) ou The Innkeepers (2011).

V/H/S estreia nos Estados Unidos a 5 de Outubro.

segunda-feira, 18 de junho de 2012

Novo teaser trailer da quinta e última temporada de "Breaking Bad"





Continuando sob o mote "All hail the King", foi divulgado um novo teaser trailer da quinta e última temporada de Breaking Bad:


Esta será a última temporada da série protagonizada por Bryan Cranston, sendo que estreará a 15 de Julho no canal AMC com um primeiro bloco de oito episódios interrompido por um hiato que só terminará no Verão de 2013 com a exibição dos últimos oito episódios.
Ler mais: http://splitscreen-blog.blogspot.com/2012/06/novo-teaser-trailer-da-quinta-e-ultima.html#ixzz1yAY7f88i

domingo, 17 de junho de 2012

"Aberdeen — Um possível Kurt Cobain"



O ator Nicolas Trevijano no monólogo "Aberdeen — Um possível Kurt Cobain", que estreia no dia 7 de julho em SPDIVULGAÇÃO/ZÉ CARLOS BARRETTA


RIO - Kurt Cobain tinha um amigo imaginário. Ele se chamava Boddah e os dois conviveram desde a infância até os últimos dias do cantor. Foi para Boddah que o líder do Nirvana ofereceu as palavras de sua carta de despedida, antes de uma espingarda Remington M-11, calibre 20, de três quilos, explodir sua cabeça na estufa da sua casa, em Seattle. Entre a criação de Boddah e o fatídico suicídio de Cobain estão o início e o fim da vida de um dos maiores ícones do rock. E essas duas pontas estarão conectadas em duas montagens teatrais que vão reviver Kurt Cobain nos palcos brasileiros.

Reflexões imaginárias

Marcada para estrear no dia 7 de julho, na Galeria Olido, em São Paulo, a peça "Aberdeen — Um possível Kurt Cobain" foi escrita por Sérgio Roveri e traz o ator Nicolas Trevijano dando voz ao mundo interno e imaginário de Kurt. Na montagem, dirigida por José Roberto Jardim, a ação se passa durante os três dias que separam a morte do líder do "Nirvana" e a descoberta de seu corpo por um eletricista. O outro espetáculo (sem título definido por enquanto) faz parte de um projeto criado por Bruno Gagliasso. O ator, que em 2008 interpretou o pintor Van Gogh em "Um certo Van Gogh", volta a se aventurar entre o consciente e o inconsciente de um artista fora de série e igualmente atormentado, agora com o amparo de João Falcão, que vai assinar a direção e já rascunha o texto, previsto para estrear no começo de 2013. A direção musical ficará a cargo de Alexandre Elias, do sucesso "Tim Maia — Vale tudo, o musical".

"Aberdeen — Um possível Kurt Cobain" começa no momento seguinte ao disparo da espingarda, como se Sérgio Roveri entrasse na cabeça de Kurt, imaginando livremente o que se passa no interior do personagem. E é como se o próprio Kurt estivesse fora de seu corpo e observasse, em panorâmica, sua existência.

— Existe um tom melancólico, mas o que predomina, apesar da verborragia do texto, é um estado de resignação, aceitação de uma situação irreversível, como se a angústia tivesse diminuído. É o alívio após a morte que o suicida talvez busque — diz o autor. — Como se ele não pertencesse mais a este plano e estivesse num lugar superior, onde tudo o que é mundano parece menor. A peça se passa nesse hiato, entre a morte e o momento em que acham o corpo, e ele usa esse tempo em suspenso para refletir.

Como frisa o título, "Aberdeen — Um possível Kurt Cobain" não oferece um retrato real do artista — o que seria improvável dada a narrativa irreal que se passa dentro de um Kurt pós-morte. Reforçando o desprendimento da história oficial, não há referências aos discos do Nirvana, e os nomes de Courtney Love, Dave Grohl e Krist Novoselic nem aparecem — mas Boddah, o amigo imaginário, sim. Estruturado em cinco movimentos, o monólogo mergulha nas idas e vindas da memória de Kurt entre a infância na cidade de Aberdeen e sua morte.

No primeiro, ele lê fragmentos de cartas de fãs — "Era difícil imaginá-lo envelhecendo e feliz", diz uma delas. No segundo, relembra a fria, sombria e tediosa Aberdeen — "Quem nasce ali, pelo visto, tenta ser original ao menos na hora de se mandar desta vida, mas nem isso consegue". No terceiro, alinha a carreira e a nota de suicídio escrita para Boddah — "Já faz muitos anos que eu não sinto prazer em ouvir ou em fazer música...". No quarto, a consciência do morto navega entre os dias em que esteve sumido, planejando o ato — "Como Hamlet, eu tive de escolher entre a vida e a morte". E, no quinto, viaja por temas como família, mulher, filha, carreira, sucesso, dinheiro, vida e, claro, morte — "Eu não sei para onde estou indo, simplesmente não posso mais ficar aqui".

— Embora ele tenha morrido aos 27 anos, acho que as angústias, dúvidas e inquietações que ele tinha acompanham cada um de nós, seja qual for a nossa idade — diz o ator Nicolas Trevijano.

Investigação biográfica

Já a peça imaginada por Gagliasso envereda numa investigação mais biográfica sobre a trajetória artística de Kurt, seus conflitos amorosos e suas canções, que também serão levadas ao palco. O ator, inclusive, já começou a tomar suas primeiras aulas de guitarra.

— Fiz Van Gogh e agora farei Kurt, personagens que não se conformam com o estado das coisas, que buscam encontrar sua identidade real e se livrar das impressões que os outros projetam. Kurt me faz questionar o que é o sucesso, o que representa uma trajetória artística e a própria vida — ele diz.

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