terça-feira, 4 de outubro de 2011

Novas fotos de "The Girl with the Dragon Tattoo", de David Fincher




Depois de ter sido revelada a capa da revista Empire de Novembro, foram entretanto reveladas as fotografias que acompanham o artigo dedicado ao novo filme de David FincherThe Girl with the Dragon Tattoo.






The Girl with the Dragon Tattoo é o primeiro filme de uma trilogia a ser realizada por David Fincher, adaptada da saga Millennium do sueco Stieg Larsson e que já foi adaptada para os cinemas numa versão sueca, protagonizada por Michael Nyqvist e Noomi Rapace. O argumento da versão norte-americana é adaptado por Steven Zaillian (Schindler's List). 

O filme estreia a 19 de Janeiro de 2012 em Portugal.


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segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Séries a granel


ZON Lusomundo reforça a partir de hoje o pacote TVCine com a oferta de um novo canal: o TVSéries. Este canal prima pela exibição de novas séries norte-americanas e britânicas com estreia em Portugal com poucos dias de diferença da estreia original, algo que tem sido pedido ao longo de vários anos pelos espectadores portugueses.

Entre a grelha do canal anunciada para Outubro destacamos algumas das apostas do canal, divididas entre novidades, séries recentes e clássicos da TV.

Séries novas (Outono 2011)

Com Chiwetel Ejiofor (Dirty Pretty Things) no principal papel, The Shadow Line é uma série britânica, do canal BBC Two, com sete episódios. A série segue a investigação de um assassinato pelos dois lados da linha - polícia e criminosos - opondo diferentes métodos de resolução.

Mais uma série de comédia da NBC, desta vez sobre um casal moderno que enfrenta os dramas da paternidade: uma mãe trabalhadora e um pai que fica em casa a tomar conta do bebé. Para complicar as coisas existe Ava, uma apresentadora de televisão e amiga do casal que, com as suas carências, se sente afectada com a chegada do bebé. A série conta com Christina Applegate (Samantha Who), Maya Rudolph (Bridesmaids) e Will Arnett (30 Rock).

Séries recentes

Os aficcionados da história americana não irão querer perder esta mini-série épica sobre um dos seus fundadores, John Adams. Vencedora de 13 prémios Emmy, incluindo os de melhor actor principal, melhor actriz principal e melhor mini-série, é baseada no livro homónimo de David McCullough. Paul Giamatti (Cinderella Man) e Laura Linney (The Big C) lideram o elenco.

Esta é uma série que quase dispensa apresentações. Acompanhando a vida, reinado e casamentos do rei Henrique VIII, e da autoria do oscarizado Michael Hirst, The Tudors demarcou-se das outras como uma série sem pudores. Na primeira temporada são abordadas as relações políticas do reinado e Catarina da Aragão e Ana Bolena, na segunda temporada temos a primeira abordagem aos problemas entre o rei e o Papa relativamente ao seu divórcio e posteriormente a criação da Igreja Anglicana, enquanto que na terceira foca-se a resposta do povo à sua criação. A série conta com nomes como Jonathan Rhys Meyers (Match Point) e Henry Cavill (The Count of Monte Cristo).

Clássicos

Mundialmente considerada como uma das melhores séries de sempre, The Sopranos segue a vida de Tony Soprano, um típico empresário de meia idade que tem uma esposa dedicada, um não tão dedicado filho, uma filha, um tio que está a perder a sanidade, um sobrinho de cabeça quente, uma não tão secreta amante e uma psiquiatra a quem conta todos os seus segredos, excepto aquele que ela já sabe: Tony é um chefe da Máfia. Com James Gandolfini (The Mexican), Lorraine Bracco (GoodFellas) e Edie Falco (Nurse Jackie) nos principais papéis, esta é uma série que não pode perder se nunca viu.

Quando se está no negócio da morte, como é a tua vida? Para a família Fisher o mundo fora da sua família continua a não ser tão desafiante como a vida familiar, que passa por gerir uma casa funerária. Considerada a série que fez revelar Alan Ball como um argumentista de peso no seu ramo, ganhou inúmeros prémios durante as suas cinco temporadas, incluindo prémios Emmy e Globos de Ouro. O elenco conta com nomes como Peter Krause (Parenthood), Michael C. Hall (Dexter) e Frances Conroy (The Aviator).


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sábado, 1 de outubro de 2011

Fossil Collective

Well... I think you should listen to this...
I love this one :When Frank Became an Orb
Original post here


David Fendick and Jonny Hooker are two multi-instrumentalists from Leeds, UK. Together they are Fossil Collective, an alternative-folk band influenced by artists like Simon and Garfunkel, Neil Young, and Fleetwood Mac. It’s easy to dismiss the band’s sound as standard indie-folk with your parents’ favorite groups as their influences. However, on closer inspection, you can hear complex guitar work in a similar style to Midlake, or beautiful melodies like Bon Iver. All the while, the band retains their own signature style of effective harmonies overlapping various layers of instrumentation.
Their debut EP was released in 2010 to justifiably glowing reviews. Honey Slides EP is a three-song stroke of success. It showcases the duo’s brilliant talent as songwriters, musicians, and vocalists. On each of the songs, their production appears as the work of a veteran; the instrumentation is not overly dense, but also not too thin. This is because they write songs to fit the sound they want, rather than writing songs to fit the usual five-piece band. If they want a particular sound on a track, be it slide guitar or violin, they drag someone specific into the studio to play it. This is why they called the band Fossil “Collective”; it’s an assortment of contributing musicians that alternate based on David and Jonny’s musical needs. Their success shows this as a very effective system, at least for them personally. When I asked the duo how they write their songs, they told me Jonny often comes up with an initial idea on an acoustic guitar, and then Dave helps build the song to its final product. Their lyrics are a collective effort.
Honey Slides EP opens with “On and On”, an upbeat song with a catchy melody. Its relatively basic structure is not at all a weakness due to the excellent musicianship all around. Both the lead and backing vocals are perfect; the rhythm section is intricately written to get the right sound, and there is even a flute solo! The EP then moves on to a contrasting slow number. The intro of “Without a Fight” touts a relaxed slide guitar which sets up perfectly for the tranquil sounds that unfold. The two-part harmony is sung beautifully over the peaceful accompaniment. The drum work is so light that, if it wasn’t for the rolling sense of rhythm, you’d barely notice it was there. It’s a lovely, lush song that serves as one of the EP’s highlights.
The final track of the Honey Slides opens with gorgeous, a-cappella vocals. It continues into the most powerful of the three songs, “When Frank Became an Orb”. The song is full of emotion, eventually fading out as a tease – leaving listeners wanting more. This effort sounds like their final goodbye as small, independent musicians before their full-length is released and they inevitably gain well-deserved fame. Honey Slides EP is a must-have for any fan of the alternative-folk-rock scene.
Fossil Collective’s debut LP is due to be released early next year. If it’s anything like this EP, it’s well worth looking out for. They have completed ten tracks so far and still have three to record Once the album is finished, they intend to “tour like mad”, so we should all have the privilege of seeing them in a nearby town. These guys are up-and-coming talents that are going to be up there among the indie-folk elite.
RIYL: Radiohead, Manic Street Preachers, Fleetwood Mac, Muse, Kasabian, Oasis, PJ Harvey, Blur, Blonde Redhead, The Verve, The Flaming Lips, Train, Franz Ferdinand, Field Music

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Amor Estúpido e Louco



Amor Estúpido e Louco é uma grande comédia sobre o que está para além da tradicional "guerra dos sexos" – este texto foi publicado no Diário de Notícias (25 Setembro), com o título 'A nova comédia dos sexos'.

A imagem que ilustra esta crónica corresponde a um dos momentos mais insólitos, e também mais subtis, daquela que ficará, por certo, como uma das melhores comédias americanas deste ano: Amor Estúpido e Louco, da dupla Glenn Ficarra/John Recqua. De pé, Jacob (Ryan Gosling) vai dissertando sobre a sua “especialidade”, isto é, a conquista de mulheres e mais mulheres: ele é um implacável predador que, a par do progresso da sua contabilidade sexual, se mostra empenhado em transmitir o seu saber, “colorindo” a vida do angustiado Cal (Steve Carrell), à beira de um divórcio mais ou menos doloroso. Estão a conversar depois de uma sessão de exercício físico e Cal, perante a nudez de Jacob, pergunta-lhe se ele tem de estar mesmo naquela pose...
Há, aqui, um inteligente entendimento das nuances que uma imagem pode envolver. Por um lado, somos confrontados com a perplexa candura de Cal, tentando contrariar a eventual confusão entre a cumplicidade que entre eles está a nascer e qualquer outro género de intimidade (inequivocamente sexual); por outro lado, o ponto de vista da câmara decorre de uma forma de ambíguo pudor: nada é explícito, mas vemos a situação como se essa intimidade estivesse, de facto, à beira de ser explicitada.
É esse, afinal, o singular poder do registo cómico tal como praticado por Ficarra/Recqua, aliás prolongando a lógica do seu trabalho anterior, o magnífico Eu Amo-te Philip Morris (2009), com Jim Carrey e Ewan McGregor interpretando um par homossexual. Para estes cineastas, a dimensão sexual de cada comportamento remete sempre para outra “coisa” que fica por dizer ou que, em boa verdade, ninguém sabe como dizer. Eles filmam menos a tradicional “guerra dos sexos” e mais um estado de incerteza (cómica, justamente) em que a acção de cada um reflecte as ambivalências de qualquer identidade sexual, desde as meramente geracionais até às misteriosamente simbólicas.
Daí que este não seja um filme sobre a sexualidade enquanto factor... sexual. Ficarra/Recqua recusam liminarmente a violência moral de telenovelas, reality TV e seus derivados: a sexualidade não é uma espécie de adorno “pitoresco” ou “escandaloso” de cada personagem, mas sim um elemento fulcral do seu ser e do seu estar. Daí também um paradoxal efeito de distanciação, afinal genuinamente freudiano: a sexualidade está em tudo, mas não esgota a totalidade de cada ser.
É um excelente filme para lidarmos com a saturação “sexual” dos nossos dias. Num tempo tão carregado de mensagens “erotizadas”, desde a publicidade até ao patético imaginário jornalístico que envolve os “famosos”, esta é uma atitude que, para além da visão critica de usos e costumes, decorre da precisão muito política de quem não abdica de pensar a paisagem plural das relações humanas. Não há nada mais sério do que uma boa comédia.

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

We Were Here, por Carlos Antunes



Título original: We Were Here
Realização: David Weissman e Bill Weber
Elenco: Ed WolfPaul Boneberg e Daniel Goldstein

We Were Here é um documentário formalmente muito pouco distinto de tantos outros documentários, feitos para cinema ou mesmo televisão.
A estrutura de relato cronológico por meio de entrevistas - aqui e ali pontuado com material da época - é inversamente atraente para o público ao que é prático para os realizadores.
Mesmo assim o filme destaca-se dessas peças de formalismo limitado e a razão para tal é o percurso objectivo traçado pelos realizadores que não despreza as emoções necessárias ao cinema.
Ao escolher um grupo de cinco "sobreviventes" ao surgimento da epidemia da SIDA em São Francisco que tiveram perspectivas priveligiadas e complementares dos eventos daquela época.
Estiveram todos no centro do que acontecia, mas diferiam em orientação sexual, na forma de envolvimento, na motivação para agirem e no grau de entrosamento com a comunidade homossexual. Daí que, tanto pela visão de cada um como pelas noções de que partem, o documentário seja lúcido e não acabe contaminado com uma presença visível de um discurso dos realizadores.
Talvez o mais notável do filme seja a forma como os realizadores recuperaram um modelo de documentário que continua a ser comum mas que tem perdido a consideração dos cinéfilos perante trabalhos mais criativos. E recuperaram-no, não só de forma a manterem a característica principal de um documentário, mas de forma a explorarem a questão humana individual no seio da imagem maior que estão a filmar.
A seriedade objectiva do filme vem da sua forma que acaba por deixar que os próprios intervenientes revelem as suas emoções sem ser necessário montar uma narrativa que explora (de forma oportunista) esses mesmos intervenientes.
À medida que contam a história, os cinco intervenientes deixam vir à tona o sofrimento que tomou conta deles e que ainda ressurge.
A história, já de si pouco agradável de suportar ou não houvessem comparações da calamidade aos campos de concentração nazis, torna-se ainda mais intensa no coração do público quando a objectividade não se desvia dos soluços choramingosos. Porque a dureza daquele período pode entender-se contada mas só se pode sentir vista e isso é que o documentário tem para dar ao público.
Mais do que o tema da SIDA, o filme é um poderoso retrato do abismo a que pode ser submetida uma comunidade e a força que ela encontra para preservar a sua própria humanidade. Um retrato feito por uma mão cheia dos que resistiram até hoje mas que perderam um número incontável de amantes, amigos e conhecidos.







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terça-feira, 27 de setembro de 2011

California Condors

From the website: http://obscuresound.com/2011/09/california-condors/



California Condors

California Condors are a blast of west coast flavor.  The four-piece tout infectious melodies and memorable lyrical quips containing a bevy of nostalgia, making it hard to stop listening after one song. Their album Calm Carnivorehovers between contemporary indie rock and classic rock influences. The soaring, reverb-filled guitar solos often conjure the feeling of a show at the Matrix Club in San Francisco in the late ‘60s, where bands like Jefferson Airplane and The Doors played. While the California Condors focus on cultivating a full rock sound, they also portray elements of a softer nature – like glimpses of folk and orchestral music. Their foray into alt-rock is very reminiscent of R.E.M., masters of both somber ballads and hard-rocking anthems in the style. The unsigned California Condors have variety in their music while maintaining an overall rock base, assuring probable future success.
The introduction and title track, “Calm Carnivore”, is an interesting infusion of rock with a slight reggae-inspired rhythmic progression. After the chorus, the lead slowly dips into a relaxed subsidiary rhythm guitar reminiscent of recent reggae-inspire rock trips, like Jens Lekman’s “So This Guy at My Office”. The reggae influence turns swiftly into a chorus that relies heavily on guitar. Here, the chords are played with tighter ferocity, more rigid than the reggae style, but with enough flexibility in the song structure to maintain the potential for spontaneity. The pungent rock style of the verses highlights the vocals. The song slowly collapses onto its reggae beats at the ends and transitions.
“Calm Carnivore” progresses quickly but cohesively into “What We Both Know”, which starts out with a fluid harmony livelier than its antecedent. This contains shades of both Teenage Fanclub-oriented power-pop and an R.E.M. jangle. Tension in the chord progressions is built up slowly before each chorus and released seamlessly before each verse. The guitar solo at the end reminds the listener that California Condors have a heavy classic rock influence. The blaring microphone sound at the end reinforces the concert feel of the album, bringing just the right amount of lo-fi into the picture without sacrificing the quartet’s lofty emulation of ‘60s rock.
“Leave No Mark,” infuses rock with pop and follows the style of Beatles. The bouncy lyrics jive well with the clean drums and simple guitar progressions. The song is by no means plain, but pleasant and easy flowing. It is a gentle break in an album that places an emphasis on prominent drums and guitar.
Calm Carnivore is a cohesive album that offers a substantial amount of quality material for fans of folk, contemporary, and classic rock. The album is cheerful without being overly agreeable, both in regard to its compositions and lyrical disposition. The slightly familiar melodies are paired with slight variations in style. This approach allows California Condors to take risks with new music styles while ensuring that their listeners will enjoy the experience.
Calm Carnivore can be downloaded for free on the group’s Bandcamp.
RIYL: R.E.M., Cass McCombs, Girls, Supertramp, The Beatles, Teenage Fanclub, Eric Clapton, Bright Eyes, Bob Marley, Death Cab for Cutie, Malajube, O.A.R

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Pink Floyd UK TV Ad full version

Venha quem vier...

Damon and Naomi, False Beats and True Hearts




Damon and Naomi

“False Beats and True Hearts”

Broken Horse 4 / 5


Foi há 20 anos. Depois de uma série de datas no Japão, e com uma agenda de concertos ainda pela frente, Dean Wareham deixava os Galaxie 500, colocando o ponto final a uma das mais belas obras quenos chegaram de cenário indie na América de finais dos oitentas e início dos noventas. Damon Krukowski e Naomi Yang tinham já temas gravados, que editaram ainda esse ano como Pierre Etoile. Logo depois, ao mesmo tempo que Wareham fundava os Luna, Damon e Naomi juntavam-se num duo em nome próprio, pela sua música passando a herança folk e dream pop, com ocasional contagio psicadélico, referências que os três álbuns dos Galaxie 500 tão bem haviam explorado. Após quatro anos de silêncio, eis que regressam com o seu sétimo álbum de originais, disco que em tudo segue o seu caminho e em nada (ou pouco) parece dado a encetar novas demandas... Nem precisam, convenhamos. False Beats and True Hearts é em tudo mais um herdeiro da linguagem elegante, suave, onde as guitarras com e sem electricidade desenham melodias que as vozes acariciam, que conhecemos desde os dias dos Galaxie 500. O álbum é um conciso conjunto de nove canções, com duração conjunta abaixo dos 40 minutos. O certo em dose certa, numa mão cheia de composições que acolhemos com o sabor da novidade, mas que transportam aquele conforto que a familiaridade com as coisas vai definindo ao longo dos anos. Estas são canções elaboradas, de arranjos onde não faltam acontecimentos, todavia bem arrumados, as guitarras de Michio Kurihara (da banda japonesa Dusk) assinalando uma quarta colaboração com a dupla norte-americana. Melancolia talhada através de belas canções para reencontrar num regresso que reafirma o valor de um lugar que os Galaxie 500 (e sua directa descendência) inscreveram na história indie rock.

Fonte

Sound + Vision Magazine amanhã às 18.30 na Fnac Chiado




Fnac Chiado acolhe amanhã mais uma edição do Sound + Vision Magazine. A partir das 18.30, João Lopes e Nuno Galopim falam sobre os discos, os filmes e os livros que fizeram a história do último mês e das semanas que se seguem.

domingo, 25 de setembro de 2011

Passados 20 anos


Vinte anos depois de ter marcado uma geração e de ter dado visibilidade a «uma nova interpretação do que é o rock», o álbumNevermind, do grupo norte-americano Nirvana, volta a ser editado numa versão de luxo.


Para assinalar a efeméride, na próxima semana são lançadas em todo o mundo quatro edições remasterizadas deste álbum dos Nirvana, editado a 24 de Setembro de 1991.

Além das 12 canções, como Come as you are e Smells like teen spirit, a reedição inclui faixas inéditas, raridades, gravações ao vivo e um DVD com um concerto inédito.

Nevermind, segundo disco dos Nirvana, que apresenta na capa um bebé numa piscina a olhar para uma nota de dólar, vendeu mais de 30 milhões de cópias nestes vinte anos.

O álbum foi produzido por Butch Vig e interpretado por Kurt Cobain (vocalista e guitarrista), Krist Novoselic (baixista) e Dave Grohl (baterista, hoje líder dos Foo Fighters).

Kurt Cobain morreria três anos depois, aos 27 anos.

Hoje, vinte anos passados e depois de muitas bandas rock terem surgido influenciadas pelos Nirvana, o baixista do trio de Seattle, Krist Novoselic, que ajudou a organizar esta reedição de luxo, vai juntar-se na terça-feira a músicos daquela cidade para tocar ao vivo o álbum.

No concerto, além de Novoselic, irão actuar também os Fastbacks, Long Winters, Vaporland, Visqueen, Campfire OK, Valis (de que fazem parte membros dos Screaming Trees) e Ravenna Woods, entre outros.

Em entrevista à revista Billboard, Krist Novoselic disse que em 1991Nevermind foi editado «no lugar certo, no momento certo. Foi o disco certo».

«Deu cabo daquilo que se chamava 'música alternativa', que é um rótulo que nunca gostei. Mesmo 'grunge' é melhor do que 'música alternativa'. Não havia alternativa. Era uma nova onda do rock. Era uma nova interpretação e estilo da música rock», disse.

Em 2005, o álbum passou a fazer parte oficialmente dos registos fonográficos dos Estados Unidos a preservar, pela importância «cultural, histórica e estética» para as gravações do século XX.

Lsua/SOL

sábado, 24 de setembro de 2011

Dexter - Killer Music Video - by Adam Ben Ezra

Dia 26...nunca mais chega...



O que esperar da 4ª temporada...



"Os relatos da minha morte foram largamente exagerados", diz Peter Bishop numa carta à imprensa americana. "Onde estou exactamente, não o posso dizer com precisão... e com isso não quero dizer que NÃO direi, apenas não consigo ver ou ouvir nada. Contudo, os argumentistas e produtores juram-me que irei voltar a Boston em breve, e até agora eles não fizeram nada para me fazer desconfiar deles."

Ainda sobre o assunto, o produtor Jeff Pinkner disse ainda que Peter será um enorme componente do arco principal da próxima temporada e J.J. Abrams promete ainda uma temporada centrada na mitologia e não nos stand-alones.

O que é que se pode, então, esperar da quarta temporada? Muito poderia ser inferido a partir dos posters individuais desta temporada. A principal questão que se levanta será o significado da bolha (ou globo de neve) que aparece por detrás de todas as personagens. O primeiro pensamento que nos ocorre é que se refira à sala que serve de ponte entre os dois mundos, mas poderíamos explorar também o facto de que a "bolha" de Peter é a única que é diferente de todas as outras, a única sem dois caminhos que se cruzam (sem dois Peters, talvez).


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Fringe: As primeiras 3 temporadas


No dia em que estreia a quarta temporada de Fringe, recapitulamos as três primeiras através da web-série "Fringe: Past + Present + Future", composta por 12 vídeos narrados por John Noble, que interpreta Walter Bishop. Os vídeos foram divulgados ao ritmo de 2 por semana no canal do Youtube da FOX.


Parte 1: Past+ Present + Future


Parte 2: A Tragic Past 

Parte 3: A Tale of Two Walters 

Parte 4: Fringe Takes Flight 

Parte 5: Echoes of the Past 

Parte 6: The Other Side 

Parte 7: Over There 

Parte 8: A Double Agent 

Parte 9: The Journey Home 

Parte 10: Facing Destiny 

Parte 11: A Different Choice 

Parte 12: The Future is Now 


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quinta-feira, 22 de setembro de 2011

R.E.M. CALL IT A DAY UPDATED WITH BAND MEMBERS COMMENTS



"To our Fans and Friends: As R.E.M., and as lifelong friends and co-conspirators, we have decided to call it a day as a band. We walk away with a great sense of gratitude, of finality, and of astonishment at all we have accomplished. To anyone who ever felt touched by our music, our deepest thanks for listening." R.E.M. 

In their own words: The guys share their thoughts on why now. 

MIKE 

"During our last tour, and while making Collapse Into Now and putting together this greatest hits retrospective, we started asking ourselves, 'what next'? Working through our music and memories from over three decades was a hell of a journey. We realized that these songs seemed to draw a natural line under the last 31 years of our working together. 

"We have always been a band in the truest sense of the word. Brothers who truly love, and respect, each other. We feel kind of like pioneers in this--there's no disharmony here, no falling-outs, no lawyers squaring-off. We've made this decision together, amicably and with each other's best interests at heart. The time just feels right." 

MICHAEL 

"A wise man once said--'the skill in attending a party is knowing when it's time to leave.' We built something extraordinary together. We did this thing. And now we're going to walk away from it. 

"I hope our fans realize this wasn't an easy decision; but all things must end, and we wanted to do it right, to do it our way. 

"We have to thank all the people who helped us be R.E.M. for these 31 years; our deepest gratitude to those who allowed us to do this. It's been amazing." 

PETER 

"One of the things that was always so great about being in R.E.M. was the fact that the records and the songs we wrote meant as much to our fans as they did to us. It was, and still is, important to us to do right by you. Being a part of your lives has been an unbelievable gift. Thank you. 

"Mike, Michael, Bill, Bertis, and I walk away as great friends. I know I will be seeing them in the future, just as I know I will be seeing everyone who has followed us and supported us through the years. Even if it's only in the vinyl aisle of your local record store, or standing at the back of the club: watching a group of 19 year olds trying to change the world." 

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READ Warner Bros. Press Release below: 

ATHENS, GA--(Marketwire - Sep 21, 2011) 

"During our last tour, and while making Collapse Into Now and putting together this greatest hits retrospective; we started to ask ourselves 'what next?'," commented Mike Mills. "Working through our music and memories from over three decades was a hell of a journey. We realized that these songs seemed to draw a natural line under the last 31 years of our working together. The time just feels right." 

R.E.M. is unique in that they are very much still the group of friends from Athens, Georgia that they've been since the band formed in 1979. While their career has spanned 15 studio albums and huge global success, the band itself only ever comprised the four original members. The one person to leave this tight-knit group was drummer Bill Berry, who retired two years after suffering a brain aneurysm on-stage during 1995's "Monster" tour. But not before extracting a promise from his band mates that they would continue on as R.E.M.: "Bill insisted he would stay, if his leaving meant breaking the band up," remembers Michael Stipe. 

Mills adds: "We have always been a band in the truest sense of the word. Brothers who truly love and respect each other. We feel kind of like pioneers in this -- there's no disharmony here, no falling-outs, no lawyers squaring off. We've made this decision together, amicably and with each other's best interests at heart." 

"A wise man once said -- 'the skill in attending a party is knowing when it's time to leave," agrees Michael Stipe. "We built something extraordinary together. We did this thing. And now we're going to walk away from it. I hope our fans realize this wasn't an easy decision; but all things must end; and we wanted to do it right, to do it our way. We have to thank all the people who helped us be R.E.M. for these 31 years, our deepest gratitude to those who allowed us to do this. It's been amazing." 

Buck picks up on his thoughts: "One of the things that was always so great about being in R.E.M., was the fact that the records we made and the songs we wrote, meant as much to our fans as they did to us. It was, and still is, important to us to do right by them. Being a part of their lives has been an unbelievable gift. 

"Mike, Michael, Bill, Bertis, and I walk away as great friends. I know I will be seeing them in the future, just as I know I will be seeing everyone that has followed and supported us through the years. Even if it's only in the vinyl aisle of your local record store, or standing at the back of a club; watching a group of 19-year-olds trying to change the world." 

R.E.M. will release a career-spanning Greatest Hits album through Warner Brothers in November. More information to follow.

quarta-feira, 21 de setembro de 2011

Peter Hook to play Joy Divison's 'Unknown Pleasures' and 'Closer' in their entirety - ticket details



Photo: Richard Johnson/NMEPeter Hook is set to play Joy Division's 'Unknown Pleasures' and 'Closer' in their entirety for two homecoming shows in November.

The former New Order bassist will perform both of the albums each night at The Lowry Theatre with his band, Peter Hook's The Light, in Salford on November 18 and 19.

Former Happy Mondays singer Rowetta will also perform with the band at both shows. For more information about the gigs go to Thelowry.com.



The bassist recently announced his dismay after former members of New Order Bernard Sumner, Stephen Morris and Gillian Gilbert revealed that they are to reform for two benefit shows this year without him.

The gigs, which are booked to take place atBrussels Ancienne Belgique on October 17 and Paris La Bataclan the following night, are taking place to help with medical expenses for sick friend Michael Shamberg.

Relations between the remaining members and their former bassist have been bitter since Hook left for the final time in 2007, following the album 'Waiting For The Siren's Call'.

To check the availability of Peter Hook tickets and get all the latest listings, go toNME.COM/TICKETS now, or call 0871 230 1094


terça-feira, 20 de setembro de 2011

Teaser trailer de "Wuthering Heights", de Andrea Arnold




Eis o primeiro teaser trailer de Wuthering Heights, nova versão do clássico "O Monte dos Vendavais", de Emily Brontë, pela britânica Andrea Arnold (Fish Tank) que continua a filmar no formato 4:3:


Wuthering Heights venceu o prémio de Melhor Fotografia no Festival de Veneza 2011, tendo sido considerada uma adaptação «livre e nada académica», sendo que a realizadora filma de uma forma «selvagem», investindo numa «sensibilidade contemporânea», ao mesmo tempo que o filme é «primitivo e sensual». A história centra-se na relação entre Heathcliff e Catherine Earnshaw e o seu amor tempestuoso (e quase demoníaco) que acabará por afectar as vidas de todos aqueles que os rodeiam como uma maldição. As personagens principais são interpretadas por Kaya Scodelario e James Howson.

No Reino Unido, Wuthering Heighs estreia a 11 de Novembro.


Ler mais: http://splitscreen-blog.blogspot.com/#ixzz1YVZFBpCB

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Os vencedores de 2011


Melhor Drama: Mad Men
Melhor Actriz de Série Dramática: Julianna Marguiles - The Good Wife
Melhor Actor de Série Dramática: Kyle Chandler - Friday Night Lights
Melhor Actor Secundário de Série Dramática: Peter Dinklage - Game of Thrones
Melhor Actriz Secundária de Série Dramática: Margo Martindale - Justified
Melhor Realização de Série Dramática: Martin Scorsese - Boardwalk Empire
Melhor Guião de Drama: Friday Night Lights
Melhor Comédia: Modern Family
Melhor Actriz Secundária de Comédia: Julie Bowen - Modern Family
Melhor Actor Secundário de Comédia: Ty Burrel - Modern Family
Melhor Realização de Comédia: Michael Spiller - Modern Family
Melhor Argumento de Comédia: Jeffrey Richman e Steve Levitan - Modern Family
Melhor Actor de Comédia: Jim Parsons - The Big Bang Theory
Melhor Actriz de comédia: Melissa McCarthy - Mike & Molly
Melhor Mini-série ou Filme para TV: Downtown Abbey
Melhor Actriz numa Mini-série ou Filme para TV: Kate Winslet - Mildred Pierce
Melhor Actriz Secundária numa Mini-série, Série ou Filme de TV: Maggie Smith - Downtown Abbey
Melhor Actor numa Mini-série, Série ou Filme de TV: Barry Pepper - The Kennedys
Melhor Actor Secundário numa Mini-série ou Filme de TV: Guy Pearce - Mildred Pierce
Melhor Argumento de Mini-série, filme ou especial de drama para TV: Downtown Abbey
Melhor Realização numa Mini-série, filme ou especial de drama: Brian Percival - Downtown Abbey
Melhor Reality Show: The Amazing Race
Melhor Argumento num programa de variedades, musical ou comédia: The Daily Show
Melhor Realização num programa de variedades, musical ou comédia: Don Roy King - Saturday Night Live
Melhor Programa de variedades, musical ou comédia: The Daily Show

Um Emmy para Scorsese




Quatro anos depois do Oscar por The Departed/Entre Inimigos, Martin Scorsese ganhou o seu primeiro Emmy, pela realização do episódio-piloto da série dramática Boardwalk Empire. A 63ª cerimónia da Academia das Artes e Ciências da Televisão consagrou, nas séries, Mad Men (drama) e Modern Family (comédia), e aindaDownton Abbey (mini-série ou telefilme). Kate Winslet foi também distinguida com o seu primeiro Emmy (actriz em mini-série ou telefilme), graças a Mildred Pierce, de Todd Haynes.
A lista completa de vencedores está disponível no site da Academia. Aqui em baixo, fica o registo da magnífica peça de abertura (quase um sketch de filme musical), protagonizada por Jane Lynch (Glee).


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