domingo, 21 de agosto de 2011

As capas dos Smiths...


(...). Aqui não estão “as melhores capas” e sim as que têm história para contar. Sempre gostei das soluções encontradas por Morrissey para cada lançamento. Sim, além de vocalista, os layouts eram de sua responsabilidade. Dia 3 de outubro toda obra será relançada em edição de luxo. Discos e singles foram remasterizados a partir dos takes originais e tiveram supervisão direta do guitarrista Johnny Marr. Está no pacote The Complete Picture, dvd com os clipes e apresentações ao vivo.

1. THE SMITHS

Imagem captura de Flesh, de 1968. Filme de arte de Andy Warhol, que compõe a trilogia formada por Trash Heat.
O modelo é Joe Dallesandro que também aparece na capa de Sticky Fingers, dos Rolling Stones.

2. THE QUEEN IS DEAD

Alain Delon ilustra a capa de The Queen Is Dead. Quando The Smiths acabou, Morrissey declarou que jogou no lixo todos os pertences que lembravam sua antiga banda, menos a carta que recebeu do ator francês elogiando o trabalho.

Atenção aos 2 minutos e 25 segundos do video

3. THIS CHARMING MAN

Orphée, de 1950, foi dirigido por Jean Cocteau e estrelado por Jean Marais. Na cena original o personagem tenta seguir algumas pessoas através de um espelho, mas não consegue. Minutos depois ele acorda deitado sobre uma piscina.

Atenção a 1 minuto e 30 segundos do video

4. WHAT DIFFERENCE DOES IT MAKE?

The Collector conta a história de Frederick Clegg, jovem solitário que coleciona borboletas. Ele é apaixonado por Miranda Grey, estudante de arte, e é incapaz de fazer qualquer contato com ela por causa da timidez. Sua vida muda após ganhar prêmio de loteria, o que permite comprar casa no campo. O sentimento de solidão aumenta e ele resolve “colecionar” a jovem.
Dois momentos importantes na carreira do ator Terence Stamp: como o General Zod, em Superman II, de 1980…
…e como Bernadette no filme Priscilla - A Rainha do Deserto.

5. THE COMPLETE PICTURE

Compilação de clipes e apresentações ao vivo, lançada em 1992. O ator de capa chama Richard Davalos. Ele também aparece em Strangeways, Here We Come, último disco de estúdio do The Smiths. As duas imagens foram capturadas do filme East Of Eden, estrelado por James Dean. É possível reconhecer sua mão?
A ideia original para Strangeways… era usar imagem de Harvey Keitel, em Quem Bate À Minha Porta, de Martin Scorcese, filmado em 1967. O ator não autorizou o uso de sua imagem.
Capa oficial…
…e opção não autorizada.

6. I STARTED SOMETHING I COULDN’T FINISH


Atenção a 1 minuto e 32 segundos do video

7. STOP ME IF YOU THINK YOU’VE HEARD THIS ONE BEFORE

As duas imagens foram capturadas do filme The Family Way, de 1966. A atriz chama Avril Angers, o ator Murray Head. O filme conta história de jovem casal que após cerimônia de casamento, viajaria para Ilha Majorca, na Espanha, mas descobre que foi enganado pelo agente de viagem. A trilha foi escrita e gravada por Paul McCartney, em 1967. O título aparece como “The George Martin Orchestra - The Family Way Original Motion Picture Soundtrack”. Ela é considerada o primeiro disco solo de um ex-Beatle, embora Wonderwall Music, de George Harrison, ter sido lançado em novembro de 1968.

8. PANIC

O ator americano chama Richard Bradford. Nos anos 60 ele estrelou Man In A Suitcase, série de televisão, no Reino Unido. Depois de ver o trabalho pronto, ele declarou: “Eu lembro-me dos The Smiths. Ouvi que eles eram uma grande banda. Eles queriam usar minha imagem e eu disse SIM. Eles mandaram apenas a capa, sem o disco dentro. Eu nunca escutei Panic.”

9. WILLIAM IT WAS REALLY NOTHING

A versão original do single, em vinil, vem com a atriz Billie Whitelaw na capa. A imagem foi capturada do filme Charlie Bubbles, de 1967. Anos depois, a versão em cd, lançada no Reino Unido, tem o ator Colin Campbell do filme The Leather Boys, de 1964.

Cenas do filme The Leather Boys viraram o clipe da música “Girlfriend In A Coma”.

Em 1988 a atriz Billie Whitelaw participou do clipe “Everyday Is Like Sunday”, do Morrissey. Ela aparece dirigindo o carro e segurando a chaleira elétrica.

10. SINGLES

A banda acabou em 1987. Em 1992 chegou ao mercado a compilação Best I e II. Três anos depois Singles foi lançado com a atriz Diana Dors na capa. A imagem foi capturada de Yield Into The Night, de 1956, dirigido por J. Lee Thompson.

EXTRA: SHOPLIFTERS OF THE WORLD UNITE

Primeira foto oficial de divulgação de Elvis Presley, registrada em 1955 por James R. Reid, seu cabelereiro.

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Nirvana exhibition to be hosted in London



added: 18 Aug 2011 // by: newsdesk 
Nirvana-exhibition-to-be-hosted-in-LondonEmail this storyPrintable version
It's to celebrate the twentieth anniversary of Nevermind's release fans are being called on to input.

The exhibition aims to "highlight the unique relationship the band enjoyed with their UK fans" and will feature professional photos, memorabilia and other treasured artifacts.

We're being called upon to add anything Nirvana related we have that we think should be a part of the exhibition by submitting a photo and description using a form on the website.

The exhibition will run for two weeks in September (exactly when TBC) at The Loading Bay Gallery in Brick Lane.

The super-special-deluxe edition of Nevermind - with CDs DVDs, B-sides, rarities etc - is out September 19.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Primeiras imagens de Leonardo DiCaprio em "J. Edgar", de Clint Eastwood



A revista Entertainment Weekly revelou as primeiras oficiais do filme J. Edgar, de Clint Eastwood.





O filme é protagonizado por Leonardo DiCaprio, no seu primeiro trabalho com o cineasta norte-americano, como John Edgar Hoover, considerado o patrono do FBI e seu chefe durante 48 anos. Além de efectuar referência (embora já anunciadas como não específicas e apenas subtis) à sua homossexualidade (Armie Hammer (The Social Network) interpretará o papel do seu suposto amante, Clyde Tolson), o filme também fará referência ao crime do século, quando Bruno Hauptmann (interpretado por Damon Herriman) sequestrou e assassinou o bebé do famoso piloto Charles Linderbergh (Josh Lucas), sendo posteriormente condenado à morte. Contará ainda com Naomi Watts (21 Grams) como Helen Gandy, arquivista do Departamento de Justiça que acaba como secretária pessoal de Hoover durante mais de 50 anos e Judi Dench como a sua mãe Anne Marie Hoover, entre outros.

J. Edgar está previsto estrear nos Estados Unidos a 9 de Novembro deste ano.


Ler mais: http://splitscreen-blog.blogspot.com/#ixzz1VK5MMtSg

Hysteria


Primeiro trailer de "Hysteria", sobre a invenção do vibrador


Foi hoje revelado o primeiro trailer de Hysteria, comédia sobre a invenção do vibrador na época vitoriana em Londres.



O nome Hysteria faz referência à condição caracterizada por irritabilidade aguda, raiva e choro súbito, associada às mulheres. No filme, dois médicos dedicam-se ao tratamento da histeria, criando assim um aparelho eléctrico.

Hysteria conta com Felicity Jones (Like Crazy), Maggie Gyllenhaal (Crazy Heart), Hugh Dancy (Adam), Rupert Everett (My Best Friend's Wedding) e Jonathan Pryce (Carrington). Realizado por Tanya Wexler, o filme terá estreia no Festival de Toronto 2011


Ler mais: http://splitscreen-blog.blogspot.com/#ixzz1VHPfHGC7

Stephin Merritt - Obscurities



A editar na próxima semana, o álbum Obscurities é uma antologia de material menos conhecido de Stephin Merritt originalmente lançado antes do álbum triplo 69 Love Songs que lhe deu grande visibilidade em 1999. Esta é a capa do disco.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

O novo Polanski




Baseado na peça de Yasmina Reza, Le Dieu du Carnage (entre nós já encenada comoO Deus da Matança, por João Lourenço, no Teatro Aberto), o novo filme de Roman Polanski tem um notável elenco: Jodie Foster, Kate Winslet, Christoph Waltz e John C. Reilly. Carnage tem também, agora, um magnífico cartaz (francês) — a estreia mundial está marcada para o Festival de Veneza.
http://sound--vision.blogspot.com/

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Beirut – The Rip Tide (2011)


by Jay Mattson
Zach Condon makes music that sounds bigger than it truly is. This fact is made apparent throughout The Rip Tide, Beirut’s first new LP in four years. And while the band’s previous works have had a ‘world music’ quality to them, the new album is focused on American locales (see “East Harlem”, “Goshen”, and “Santa Fe”) and could even be considered to be a “Zach Condon album” more than anything else. By consciously choosing to keep this album free of overt cultural themes, Condon was free to explore his own style that wasn’t necessarily dependent on an international influence. The end result is The Rip Tide, a jaunt, fun, and straightforward album that skips the pomp and delivers quality songs from one of the most under-appreciated bands recording today. And though it clocks in just a hair under the run time of 2009s March of the Zapotec/Realpeople Holland EPs (combined), it feels more conscious, structured and fleshed out.
On the album opener “A Candle’s Fire”, Condon croons “Just don’t forget a candle’s fire is just a flame.” It’s an excellent sentiment to start an album that presents Beirut at their most vulnerable. Signature horns are front and center ready to grab the audience before the large, introductory crash of instruments that leads into the track’s summer day buoyancy. Like much of the album, this opening song includes classic Beirut tendencies, but removes all the frill; it leaves a more minimal song, but one that is more focused and brilliant. “Santa Fe” acts in a similar fashion, using sweeping horns to create the grandiose mood Condon envisions.
“East Harlem”marks the point where The Rip Tide veers from traditional Beirut fanfare. This more optimistic effort still utilizes Beirut instrumental staples, but instead of building and crashing in movements, “East Harlem” employs a constant rhythmic melody that repeats throughout the song but never feels forced or irritating.
The following track (and the b-side to the “East Harlem” single), “Goshen”, might be one of the most emotionally tugging songs Condon has ever written. For most of the song, a lone piano is all Condon employs along with his lead vocals. As the song goes on, Condon begins layering his voice over itself to make a chorus-style effect.  And while this might sound odd, it actually works extremely well; Condon harmonizes with himself over the piano and light horns in the far background, crafting a beautiful delight.
The Rip Tide... out 8/30
If I had to choose a song on the album to deem as weakest, it would be “Payne’s Bay”  - and only because it seems the most out-of-place; the European overtones would have been far more appropriate on The Flying Club Cup. It simply feels like the sore thumb of the group. But as expected, Condon pulls a 180-degree turn with the album’s title track, offering an extended opening movement and Western-inspired song structure. With only six lines of lyrics (repeated twice), “The Rip Tide” is mostly instrumental, and that’s just fine. Beirut’s baroque-style chamber-pop (what a terrible genre name!) lends itself to pure instrumentation very well. Condon’s voice is as damn close to a living instrument as you can get, and it feels like his lyrics were written with spontaneous appeal rather than a practice of regurgitation. Moving forward, “Vagabond” brings us dangerously close to “Payne’s Bay” territory of being sequentially discordant. Fortunately, it quickly moves into personal theme music to a scrappy young boy factory worker at the turn of the 20th century; it’s light, but not pompous.
If “The Ripe Tide” was the album’s instrumental track, “The Peacock” is its vocally-focused jam. Similar to “Goshen”, this song finds Condon harmonizing with himself on layered tracks. Unfortunately, “The Peacock” rests too much on Condon’s vocal chops, leaving the instrumentation sounding like a muddled mess under the multiple layers of singing. “Port of Call” brings the album full circle by showcasing Condon’s incredible ukulele skills. Two minutes in, the horn section joins in and it sounds like listening to a b-side from earlier Beirut work, utterly nostalgic without the audience knowing exactly what Condon is being nostalgic about.
Zach Condon is one of the most talented musicians alive today and he proves it continually. Many Beirut fans were expecting a new culturally-themed album. Because of that expectation, some fans may be slightly disappointed with The Rip Tide. Instead of looking outward, to the rest of the world for inspiration, Condon took a look into his own backyard and himself to craft this group of songs. And while the level of quality swings between ‘incredible’ and ‘generally good’, none of the album is superfluous or worth skipping. If you’re looking for the same ol’ Beirut, you won’t find it here.

Beirut – A Candle’s Fire

Beirut – Goshen
http://obscuresound.com/2011/08/beirut-the-rip-tide-2011/
In 

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Portfolio com biografia das personagens de "The Girl with the Dragon Tattoo", de David Fincher



Foi revelado no sítio oficial do remake The Girl with the Dragon Tattoo um portfolio com a biografia das personagens da adaptação cinematográfica da trilogia sueca Millennium. Além de revelar o aspecto das personagens, inclui ainda uma descrição útil para quem não leu os livros de Stieg Larrson ou não viu o filme sueco. 


















 

Entretanto ainda no site e como música de fundo podemos ouvir aquilo que se pensa ser um excerto da banda sonora de Trent Reznor e Atticus Ross (The Social Network). The Girl with the Dragon Tattoo, realizado por David Fincher, estreia nos Estados Unidos a 21 de Dezembro.


Ler mais: http://splitscreen-blog.blogspot.com/#ixzz1UhyCmhL8

sábado, 6 de agosto de 2011

Achtung Baby em força depois de 20 anos...e bem merece!




Este é o meu disco nº1. Seja pela excelente música, seja por tudo o que a ele associo. É o disco que levo para todo o lado e pelos vistos há muito mais para levar...Em finais de Outubro chegam ao mercado várias edições comemorativas dos 20 anos de Achtung Baby, o disco que em 1991 reinventou os U2. O disco vai ser reeditado em vários formatos, um deles o do CD simples (sem extras), um outro juntando um disco adicional com lados B e raridades, ainda outro mais em vinil (num todal de quatro LPs, com o disco original e extras). Uma edição especial junta seis CD, 4 DVD, um livro... E uma outra, super-especial, acrescenta a estes CDs, e DVDs as edições em vinil, os singles (em vinil), uns óculos, um livro, fotos... Entre os CDs destas edições especiais junta-se ao disco original o álbum-companheiro Zooproa (de 1993), remisturas, lados B e raridades. Nos DVDs, além do concerto gravado no México editado na altura somam-se ainda os telediscos e um novo documentário.No site dos U2 há informação mais detalhada sobre esta reedição.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Like Crazy



Em Like Crazy, uma jovem estudante britânica apaixona-se por um estudante americano, mas são separados quando ela é banida dos Estados Unidos após o seu visto caducar. O filme é protagonizado por Felicity Jones (Chéri), Anton Yelchin (Charlie Bartlett) e Jennifer Lawrence (Winter's Bone).

Like Crazy estreia nos Estados Unidos a 28 de Outubro deste ano.


Ler mais: http://splitscreen-blog.blogspot.com/#ixzz1U9Ey8JK7

Dark Horse



O mais recente filme de Todd Solondz terá honras de fazer parte da selecção oficial do Festival de Veneza e do Festival de Toronto, este ano. Depois de Palindromes (2004) - que foi lançado directamente em DVD no nosso país - e Life During Wartime (2009) - que ainda não estreou em Portugal - o cineasta regressa com Dark Horse, filme que ganhou recentemente um teaser poster e umteaser trailer:



Dark Horse contará a história de um homem de 30 anos, mas com uma mentalidade infantil,que ainda mora com os pais. Coleccionador de brinquedos, aceita trabalhar com o pai, enquanto procura uma mulher tão infantil quanto ele. Jordan Gelber (Boardwalk Empire) será o protagonista que se junta ainda a nomes como Mia Farrow (Rosemary's Baby), Christopher Walken (The Deer Hunter), entre outros.


Ler mais: http://splitscreen-blog.blogspot.com/#ixzz1U9EcVPrG