quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Hysteria


Primeiro trailer de "Hysteria", sobre a invenção do vibrador


Foi hoje revelado o primeiro trailer de Hysteria, comédia sobre a invenção do vibrador na época vitoriana em Londres.



O nome Hysteria faz referência à condição caracterizada por irritabilidade aguda, raiva e choro súbito, associada às mulheres. No filme, dois médicos dedicam-se ao tratamento da histeria, criando assim um aparelho eléctrico.

Hysteria conta com Felicity Jones (Like Crazy), Maggie Gyllenhaal (Crazy Heart), Hugh Dancy (Adam), Rupert Everett (My Best Friend's Wedding) e Jonathan Pryce (Carrington). Realizado por Tanya Wexler, o filme terá estreia no Festival de Toronto 2011


Ler mais: http://splitscreen-blog.blogspot.com/#ixzz1VHPfHGC7

Stephin Merritt - Obscurities



A editar na próxima semana, o álbum Obscurities é uma antologia de material menos conhecido de Stephin Merritt originalmente lançado antes do álbum triplo 69 Love Songs que lhe deu grande visibilidade em 1999. Esta é a capa do disco.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

O novo Polanski




Baseado na peça de Yasmina Reza, Le Dieu du Carnage (entre nós já encenada comoO Deus da Matança, por João Lourenço, no Teatro Aberto), o novo filme de Roman Polanski tem um notável elenco: Jodie Foster, Kate Winslet, Christoph Waltz e John C. Reilly. Carnage tem também, agora, um magnífico cartaz (francês) — a estreia mundial está marcada para o Festival de Veneza.
http://sound--vision.blogspot.com/

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Beirut – The Rip Tide (2011)


by Jay Mattson
Zach Condon makes music that sounds bigger than it truly is. This fact is made apparent throughout The Rip Tide, Beirut’s first new LP in four years. And while the band’s previous works have had a ‘world music’ quality to them, the new album is focused on American locales (see “East Harlem”, “Goshen”, and “Santa Fe”) and could even be considered to be a “Zach Condon album” more than anything else. By consciously choosing to keep this album free of overt cultural themes, Condon was free to explore his own style that wasn’t necessarily dependent on an international influence. The end result is The Rip Tide, a jaunt, fun, and straightforward album that skips the pomp and delivers quality songs from one of the most under-appreciated bands recording today. And though it clocks in just a hair under the run time of 2009s March of the Zapotec/Realpeople Holland EPs (combined), it feels more conscious, structured and fleshed out.
On the album opener “A Candle’s Fire”, Condon croons “Just don’t forget a candle’s fire is just a flame.” It’s an excellent sentiment to start an album that presents Beirut at their most vulnerable. Signature horns are front and center ready to grab the audience before the large, introductory crash of instruments that leads into the track’s summer day buoyancy. Like much of the album, this opening song includes classic Beirut tendencies, but removes all the frill; it leaves a more minimal song, but one that is more focused and brilliant. “Santa Fe” acts in a similar fashion, using sweeping horns to create the grandiose mood Condon envisions.
“East Harlem”marks the point where The Rip Tide veers from traditional Beirut fanfare. This more optimistic effort still utilizes Beirut instrumental staples, but instead of building and crashing in movements, “East Harlem” employs a constant rhythmic melody that repeats throughout the song but never feels forced or irritating.
The following track (and the b-side to the “East Harlem” single), “Goshen”, might be one of the most emotionally tugging songs Condon has ever written. For most of the song, a lone piano is all Condon employs along with his lead vocals. As the song goes on, Condon begins layering his voice over itself to make a chorus-style effect.  And while this might sound odd, it actually works extremely well; Condon harmonizes with himself over the piano and light horns in the far background, crafting a beautiful delight.
The Rip Tide... out 8/30
If I had to choose a song on the album to deem as weakest, it would be “Payne’s Bay”  - and only because it seems the most out-of-place; the European overtones would have been far more appropriate on The Flying Club Cup. It simply feels like the sore thumb of the group. But as expected, Condon pulls a 180-degree turn with the album’s title track, offering an extended opening movement and Western-inspired song structure. With only six lines of lyrics (repeated twice), “The Rip Tide” is mostly instrumental, and that’s just fine. Beirut’s baroque-style chamber-pop (what a terrible genre name!) lends itself to pure instrumentation very well. Condon’s voice is as damn close to a living instrument as you can get, and it feels like his lyrics were written with spontaneous appeal rather than a practice of regurgitation. Moving forward, “Vagabond” brings us dangerously close to “Payne’s Bay” territory of being sequentially discordant. Fortunately, it quickly moves into personal theme music to a scrappy young boy factory worker at the turn of the 20th century; it’s light, but not pompous.
If “The Ripe Tide” was the album’s instrumental track, “The Peacock” is its vocally-focused jam. Similar to “Goshen”, this song finds Condon harmonizing with himself on layered tracks. Unfortunately, “The Peacock” rests too much on Condon’s vocal chops, leaving the instrumentation sounding like a muddled mess under the multiple layers of singing. “Port of Call” brings the album full circle by showcasing Condon’s incredible ukulele skills. Two minutes in, the horn section joins in and it sounds like listening to a b-side from earlier Beirut work, utterly nostalgic without the audience knowing exactly what Condon is being nostalgic about.
Zach Condon is one of the most talented musicians alive today and he proves it continually. Many Beirut fans were expecting a new culturally-themed album. Because of that expectation, some fans may be slightly disappointed with The Rip Tide. Instead of looking outward, to the rest of the world for inspiration, Condon took a look into his own backyard and himself to craft this group of songs. And while the level of quality swings between ‘incredible’ and ‘generally good’, none of the album is superfluous or worth skipping. If you’re looking for the same ol’ Beirut, you won’t find it here.

Beirut – A Candle’s Fire

Beirut – Goshen
http://obscuresound.com/2011/08/beirut-the-rip-tide-2011/
In 

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Portfolio com biografia das personagens de "The Girl with the Dragon Tattoo", de David Fincher



Foi revelado no sítio oficial do remake The Girl with the Dragon Tattoo um portfolio com a biografia das personagens da adaptação cinematográfica da trilogia sueca Millennium. Além de revelar o aspecto das personagens, inclui ainda uma descrição útil para quem não leu os livros de Stieg Larrson ou não viu o filme sueco. 


















 

Entretanto ainda no site e como música de fundo podemos ouvir aquilo que se pensa ser um excerto da banda sonora de Trent Reznor e Atticus Ross (The Social Network). The Girl with the Dragon Tattoo, realizado por David Fincher, estreia nos Estados Unidos a 21 de Dezembro.


Ler mais: http://splitscreen-blog.blogspot.com/#ixzz1UhyCmhL8

sábado, 6 de agosto de 2011

Achtung Baby em força depois de 20 anos...e bem merece!




Este é o meu disco nº1. Seja pela excelente música, seja por tudo o que a ele associo. É o disco que levo para todo o lado e pelos vistos há muito mais para levar...Em finais de Outubro chegam ao mercado várias edições comemorativas dos 20 anos de Achtung Baby, o disco que em 1991 reinventou os U2. O disco vai ser reeditado em vários formatos, um deles o do CD simples (sem extras), um outro juntando um disco adicional com lados B e raridades, ainda outro mais em vinil (num todal de quatro LPs, com o disco original e extras). Uma edição especial junta seis CD, 4 DVD, um livro... E uma outra, super-especial, acrescenta a estes CDs, e DVDs as edições em vinil, os singles (em vinil), uns óculos, um livro, fotos... Entre os CDs destas edições especiais junta-se ao disco original o álbum-companheiro Zooproa (de 1993), remisturas, lados B e raridades. Nos DVDs, além do concerto gravado no México editado na altura somam-se ainda os telediscos e um novo documentário.No site dos U2 há informação mais detalhada sobre esta reedição.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Like Crazy



Em Like Crazy, uma jovem estudante britânica apaixona-se por um estudante americano, mas são separados quando ela é banida dos Estados Unidos após o seu visto caducar. O filme é protagonizado por Felicity Jones (Chéri), Anton Yelchin (Charlie Bartlett) e Jennifer Lawrence (Winter's Bone).

Like Crazy estreia nos Estados Unidos a 28 de Outubro deste ano.


Ler mais: http://splitscreen-blog.blogspot.com/#ixzz1U9Ey8JK7

Dark Horse



O mais recente filme de Todd Solondz terá honras de fazer parte da selecção oficial do Festival de Veneza e do Festival de Toronto, este ano. Depois de Palindromes (2004) - que foi lançado directamente em DVD no nosso país - e Life During Wartime (2009) - que ainda não estreou em Portugal - o cineasta regressa com Dark Horse, filme que ganhou recentemente um teaser poster e umteaser trailer:



Dark Horse contará a história de um homem de 30 anos, mas com uma mentalidade infantil,que ainda mora com os pais. Coleccionador de brinquedos, aceita trabalhar com o pai, enquanto procura uma mulher tão infantil quanto ele. Jordan Gelber (Boardwalk Empire) será o protagonista que se junta ainda a nomes como Mia Farrow (Rosemary's Baby), Christopher Walken (The Deer Hunter), entre outros.


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20th anniversary reissue of U2's ‘Achtung Baby’ will include Bono's sunglasses

Replica shades are one of the many extras in a swanky new box set

Photo: Photo: PANextPrevious
Photo Gallery: U2
Photo: PA
U2 are set to release a extras packed version of their 1991 album ‘Achtung Baby’ later this year.

Celebrating 20 years since the release of the band’s seventh studio album, the reissue will come in a variety of formats, including an extras laden Uber Deluxe Edition, which will include six CDs, four DVDs, five 7” singles, 16 art prints, an 84 page hardback book, Propaganda fan club magazine, four badges, a sticker sheet and last but by no means least, a replica of Bono’s ‘The Fly’ sunglasses. This version will be released in a numbered box which takes the form of a magnetic puzzle.

Next down the scale is the Super Deluxe version, which will include all of the CDs, DVDs and art prints from the Uber Deluxe version as well as a 92-page hardback book.‘Achtung Baby’ will also be available in a vinyl box set and a simple remastered version of the album will also be released, reports Rolling Stone.

"If you pile a lot of extra material and packaging and design work into a super-duper box set, there are people who will pay quite a lot for it, so you can budget it at a very high level and pump up the value," said U2’s manager Paul McGuinness to Rolling Stone earlier this year.

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Em "Super 8", com Spielberg



Com Super 8, J.J. Abrams consegue a proeza de reinventar a aventura juvenil sob o signo da herança de Steven Spielberg (seu produtor) — este texto foi publicado no Diário de Notícias (28 de Julho), com o título 'Os filmes não se medem aos palmos'.

Quando se trata de discutirmos a representação dos mais jovens em televisão ou cinema, não vale a pena banalizarmos as respectivas implicações nem cedermos a qualquer forma de pitoresco. Para sermos muito directos: um país que tenha como representação dominante desses mesmos jovens qualquer coisa do género Morangos com Açúcar vive ferido por uma mediocridade (estética) e um simplismo (temático) que nenhuma politica de educação pode, por si só, superar.
É por isso que, no interior da actual produção de Hollywood e no espaço específico do entertainment, um filme comoSuper 8, de J. J. Abrams, possui um tão importante valor simbólico. Este é, de facto, um objecto que, antes de tudo o mais, se demarca de qualquer visão paternalista dos seus jovens protagonistas, propondo o relançamento de um modelo de aventura cuja tradição passa, obviamente, pela obra de Steven Spielberg (Encontros Imediatos do Terceiro GrauE.T. – O Extraterrestre, etc.), aqui envolvido apenas na condição de produtor. Mais do que isso: o facto de os heróis do filme andarem a realizar um filme no formato a que o título se refere confere-lhe uma paradoxal energia nostálgica.
O formato Super 8 surge, assim, como uma riquíssima memória cinéfila e geracional, a provar que os filmes, como os cineastas, não se medem aos palmos. Através das inconfundíveis cassetes de Super 8, os jovens do filme descobrem, afinal, o jogo dos olhares como um dado visceral do cinema e, por extensão, de todas as suas formas de vida. Recomenda-se, por isso, que o espectador não perca o genérico final onde, a par dos créditos, passa o filme realizado pelas próprias personagens. No seu aspecto tosco e divertido, não deixa de ter o essencial: o gosto de contar histórias e uma genuína verve narrativa.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

Apenas Miúdos


Apenas Miúdos está a ser uma delicia. Estou a adorar este 1º livro de férias. Um retrato de New York a partir de finais dos anos 60. Já li muitos livros do género, biografias, pensamentos, romançes, etc. Este livro percorre esses caminhos de uma forma tão natural como é respirar. Como ainda vou a meio não me posso pronunciar sobre o todo mas vou numa parte muito boa!


Quando Patti Smith solta “Jesus morreu pelos pecados de alguém mas não pelos meus”, a frase parece ter aquela quantidade mínima de blasfémia à qual boa parte dos artistas contemporâneos se candidata para se mostrarem emocionantes. A explicação é dada pela cantora na página 296 do seu “Just Kids”, vencedor do National Book Award e agora editado em Português pela Quetzal sob o título colado de “Apenas Miúdos”: “Cristo era um homem contra o qual valia a pena rebelarmo-nos, pois ele era a própria rebelião”. Apesar da provocação soar a tentativa de programa estético o que vamos encontrar no livro passa pouco por manifestos. É um relato inspirado de um encontro entre dois nomes importantes da cultura popular norte-americana recente. Patti Smith, rocker de poemas, e Robert Mapplethorpe, fotógrafo de vertigens carnais.


"Patti faz-nos chegar tão perto de Mapplethorpe que nunca mais veremos os seus retratos do mesmo modo (...)"


terça-feira, 26 de julho de 2011

Trailer da sexta temporada de "Dexter"



Eis o trailer da sexta temporada de Dexter:



Esta temporada centrar-se-á no tema da fé, à medida que Dexter tenta definir o que isso é, acabando por entrar em contacto com o seu lado (ainda) mais negro. Enquanto se apercebe que o seu filho está a entrar na fase infantil, sente-se incapaz de se considerar um guia para ele, acabando por procurar apoio na religião.

A sexta temporada estreia a 06 de Outubro no canal Showtime.


Ler mais: http://splitscreen-blog.blogspot.com/#ixzz1TF9zeoDO

sexta-feira, 22 de julho de 2011

MOTELx 2011: Destaques



Apesar de ir apenas sua quinta edição, o MOTELx - Festival Internacional de Cinema de Terror de Lisboa é já uma referência na área rivalizando já com outros festivais do género com mais anos de existência. Para o MOTELx 2011 regressa-se ao Cinema São Jorge de 7 a 11 de Setembro.

Um dos pontos altos do festival é a atribuição do prémio para a Melhor Curta de Terror Portuguesa, dada a sua importância no panorama do género de terror a nível nacional, ainda bastante raro. Este prémio apenas passou a existir desde a terceira edição do festival das quais se sagraram vencedoras as curtas-metragens Sangue Frio, de Patrick Mendes e Bats in the Belfry, de João Alves.Papá Wrestling (2009) e Nocturna (2010) receberam menções honrosas. Para esta quinta edição do MOTELx haverão 12 concorrentes ao prémio, de entre 70 trabalhos que foram enviados.

Para esta edição, o festival terá como júri o actor, realizador e produtor Nicolau Breyner e ainda o realizador Frederico Serra (Coisa Ruim). A eles juntar-se-á um convidado internacional ainda por anunciar. Segundo palavras da organização, a programação deste ano pretende centrar-se «menos no passado e mais no presente e consequentemente no futuro» com a intenção de analisar o «estado actual do cinema de terror no mundo». Este ano o festival homenageia Eli Roth, conhecido actor e realizador. Da sua filmografia fazem parte Cabin Fever (2002) e Hostel (2005), entre outros. Também o japonês Shion Sono será alvo de uma retrospectiva, sendo conhecido como um dos novos autores do género.

A programação completa ainda não foi anunciada, mas efectuamos aqui já alguns destaques dos filmes a serem exibidos no MOTELx 2011:

Convidado de honra em 2009, John Landis apresenta agora o seu último filme na secção principal "Serviço de Quarto". Burke and Hare é uma comédia negra de terror sobre dois ladrões de sepulturas do século XIX que encontram uma oportunidade de negócio na venda de cadáveres a uma escola médica em Edimburgo. Simon Pegg e Andy Serkis interpretam as personagens principais que dão nome ao filme.

The Ward (2010), de John Carpenter

Nove anos depois de Ghosts of Mars, o icónico cineasta John Carpenter realizou The Ward que também estará integrado na secção principal do festival. Embora não seja de todo um dos melhores filmes do realizador, comporta toda a atmosfera tenebrosa e fantasmagórica a que já nos habituou. O filme centra-se numa jovem que é internada numa instituição mental com outras mulheres. É protagonizado por Amber Heard - uma das mais promissoras actrizes do género - à qual se juntam Mamie GummerDanielle PanabakerLaura-LeighLyndsy Fonseca e ainda Jared Harris.

Stake Land (2010), de Jim Mickle

Na história, os Estados Unidos tornaram-se vítimas de uma epidemia de vampirismo. Rapidamente as cidades transformaram-se em locais extremamente perigosos e os poucos sobreviventes vivem em regiões rurais. Quando a família do jovem Martin (Connor Paolo) é morta, este une o máximo de armas e companheiros possíveis e começa uma caçada implacável.

The Woman (2011), de Lucky McKee

O último filme de Lucky McKee, realizador de May (2002), escandalizou o Festival de Sundance 2011 e foi considerado «bizarro, louco e ofensivo», mas também «muito bem executado». Na história, um advogado de sucesso captura e tenta "civilizar" o último membro de um clã violento que tem varrido a costa nordeste dos Estados Unidos ao longo dos anos, mas ao fazê-lo está a colocar a sua vida em risco.

Mais conhecidos por The Butcher Brothers, os realizadores de The Hamiltons (2006) e April Fool's Day (2008), apresentam The Violent Kind, um filme sobre um grupo de motoqueiros que se reúnem para uma noite de sexo e bebida. Mas quando uma das mulheres é possuída por uma entidade estranha, tudo muda.

Mother's Day (2010), de Darren Lynn Bousman

O realizador de quatro filmes da saga Saw traz um remake de Mother's Day (1980), que conta a história de três amigas de faculdade que se encontram dez anos depois para um passeio numa floresta. Lá descobrem uma família que vive isolada, na qual os dois filhos fazem qualquer coisa para impressionar a mãe - incluindo violações e assassinatos. Neste remake, uma mulher com os dois filhos presos acaba por ser despejada da sua casa. Quando os seus filhos regressam, vão fazer de tudo para aterrorizar os novos moradores da casa. O filme conta com Rebecca De Mornay (Wedding Crashers), Deborah Ann Woll (True Blood), Shawn Ashmore (X-Men), Jaime King (Sin City), Patrick John Flueger (Brothers) e Warren Kole (A Love Song for Bobby Long).

The Shrine (2010), de Jon Knautz
No filme seguimos um grupo de jovens jornalistas que investigam um culto satânico que se diz praticar o sacrifício humano, mas a sua ambição poderá conduzi-los bem ao centro do perigo. The Shrine é o novo filme do realizador de Jack Brooks: Monster Slayer (2007).

Cartas de Amor de Uma Freira Portuguesa (1977), de Jesus Franco

Na secção "Quarto Perdido" que recupera clássicos do cinema de género português será exibido Cartas de Amor de Uma Freira Portuguesa, uma polémica adaptação das cartas da freira Mariana Alcoforado, de um convento de Beja, a um oficial francês. O filme foi realizado por "Jess" Franco, um dos cineastas mais iconoclastas no sub-género da série B e conta com um elenco internacional:Susan HemingwayWilliam BergerHerman JoséVictor de Sousa e Nicolau Breyner, entre outros.

O Barão (2010), de Edgar Pêra

Também na secção "Quarto Perdido" será exibido o mais recente filme de Edgar Pêra, que fez parte da selecção oficial do festival IndieLisboa 2011. Protagonizado pelo actor Nuno Melo, o filme baseia-se na novela homónima de Branquinho da Fonseca e no seu conto "O Involuntário", retratando a vida de um barão ditador, arrogante, controlador, misógino e cruel, numa visão semelhante à do Drácula.


Ler mais: http://splitscreen-blog.blogspot.com/#ixzz1SrxnnABJ

Soderbergh - Contagion


Numa altura em que podemos descobrir (finalmente!...) o extraordinário The Girlfriend Experience/Confissões de uma Namorada de Serviço (2009), de Steven Soderbergh, vale a pena referir que o seu trabalho continua a ser um invulgar ziguezague temático, artístico e industrial. Assim, o seu próximo filme, Contagion (estreia portuguesa: 13 de Outubro) volta a reunir um elenco de luxo para contar uma história que tem a ver com uma inquietante epidemia viral — cartaz e trailer são magníficos.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Boro in the box




O Grande Prémio da 19ª edição do "Curtas" de Vila do Conde foi para uma produção francesa: Boro in the Box, filme de Bertrand Mandico que evoca, em tom surreal, o universo do cineasta polaco Walerian Borowczyk (1923-2006). Na competição portuguesa, o vencedor foi O Nosso Homem, de Pedro Costa — site oficial do "Curtas".