Here are the young men, the weight on their shoulders Here are the young men, well where have they been?
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Curtas Arcade Fire e Spike Jonze
Há capas de álbuns e há esta capa!

Aproveitando a sugestão da passagem dos 20 anos sobre a edição de Songs For Drella (o ciclo de canções registado num álbum de 1990 onde Lou Reed e John Cale evocavam a figura, os universos e memórias pessoais de Andy Warhol), evocamos alguns dos episódios de relação directa entre o artista e a música. E começamos com a histórica capa que, em 1967, Warhol criou para o álbum de estreia dos Velvet Underground, precisamente o primeiro LP conjunto de Lou Reed e John Cale. A capa tornou-se rapidamente numa das mais icónicas de toda a história da música gravada.
fonte:http://sound--vision.blogspot.com/
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Reed e Cale
Editado a 11 de Abril de 1990, há precisamente 20 anos, Songs For Drella não é apenas um dos mais belos álbuns das discografias de Lou Reed e John Cale como representa uma das mais sentidas e pessoais entre as homenagens feitas a um velho amigo comum: Andy Wharhol (que havia morrido em 1987). Ciclo de canções centradas na evocação da figura de Warhol, no universo ao seu redor e nas relações de ambos os músicos com o artista, Songs For Drella começou por ser um espectáculo ao vivo, apresentado pela primeira vez na íntegra na Brooklyn Academy Of Arts em Dezembro de 1989. Só depois do palco as canções foram registadas em disco, tendo igualmente sido editada uma versão em vídeo (formatos VHS e laserdisc). Este foi o primeiro encontro artístico entre Lou Reed e John Cale em mais de um quarto de século e antecedeu uma reunião dos Velvet Underground que aconteceria pouco depois.
fonte:http://sound--vision.blogspot.com/
Imagens captadas na Brooklyn Academy Of Arts em Dezembro de 1989, ao som de Smalltown, a primeira canção do ciclo Songs For Drella.
Publicada por Nuno Galopim em Domingo, Abril 11, 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
Placebo em Gaia

A banda, que esteve na edição do ano passado do Alive!, vem promover o seu mais recente álbum, "Battle for the Sun" (de 2009).Tal como já foi noticiado anteriormente, também Ben Harper e os Goldfrapp estão confirmados para o cartaz do Marés Vivas, que decorre este ano entre os dias 15 e 17 de Julho, no Cabedelo, em Vila Nova de Gaia.
sábado, 10 de abril de 2010
Malcolm McLaren
Dizer que desapareceu o manager dos Sex Pistols é talvez a mais redutora das formas de noticiar a morte de Malcolm McLaren. De facto foi o manager dos Sex Pistols (e também de Adam Ant e, depois, dos Bow Wow Wow) e figura absolutamente central na história do punk (sem ele, a história talvez hoje se contasse de uma outra maneira)… Chegou à música pelas roupas, sendo presença fulcral ao lado de Vivien Westwood em lojas que marcaram a Londres de 70…
Mas Malcolm McLaren foi mais que uma força de bastidores na história da música popular. E a sua discografia, mesmo que não muito extensa, gerou alguns títulos marcantes sobretudo nos dias de 80, vincando a diferença pela forma como sempre olhou adiante do seu tempo. Na verdade, Malcolm McLaren foi dos primeiros músicos europeus a assimilar sinais da então emergente cultura hip hop logo no seu álbum de estreia, Duck Rock, editado em 1983 (onde marcavam ainda presença as músicas de África e das Caraíbas). No ano seguinte, em Fans cruzava de forma provocadora (e cativante) os universos da ópera e da pop. Em 1989 Waltz Darling revelava, ainda antes do Vogue de Madonna, uma atenção para uma forma de expressão que nascera nos finais de 80 no underground nova iorquino. E em 1994 dedicava uma das suas mais belas colecções de canções à cidade de Paris, na companhia de vozes como as de Françoise Hardy ou Catherine Deneuve.
Ainda experimentou o cinema e a televisão. E chegou a falar de ambições na política. Morreu ontem, aos 64 anos, na Suíça.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Jónsi - Go

The last Sigur Rós album was seen as the band's most commercial offering to date. The arrangements seemed to strive towards something that could be loosely termed as "pop". Band leader Jónsi Birgisson even sang in English on the final track All Alright. This ruffled a few feathers amongst those who preferred the abstract crooning that came with the nonsensical lyrics that Sigur Rós had employed down the years.
Some may find the use of English on this, Jónsi's debut solo album, abhorrent. Others may welcome the opportunity to gain a more direct insight into the meanings of these songs. Either way, Jónsi 's delivery is such that it's easy to get lost in what he's doing with his voice rather than what is being said.
Those with an ear to the ground will have already caught the wonderful Boy Lilikoi, a song which is naïve in its approach to life and succeeds with a flurry of childlike innocence. It grows and swells with warmth, imploring those lucky enough to hear it to enjoy life before it is too late, with "use your life, the world goes and flutters by" being the key refrain. The vocal harmonies collapse over each other in seemingly endless fashion, drums thunder and skip in equal measure, and flutes are playfully light as they flutter around the ever growing strings. Has 'pop' music ever sounded this wonderful?
Likewise, opening track Go Do features an exquisite vocal and, although it's possible to grab snatches of sense, it's far easier to get swept up in the layered tones. The bass drum pounds like the heart of someone who's just discovered what love at first sight means, while the flutes and piccolos flit around the central vocal like glittering fairies, adding a mysterious sparkle.
If there's a theme to be found in the lyrics of Go, it must be that life is fleeting and is here to be enjoyed. This much is clear in the joyful percussive stomp of Animal Arithmetic, where the simple pleasures of combing hair and riding bikes take on an almost sepia toned charm. Delicate woodwind touches are hidden behind a glut of pummelling drums and assorted other clunks and whirs, but they colour the track just enough to ensure that the magical quality remains in what is otherwise a thunderous track.
Supporting Jónsi on this project is increasingly ubiquitous composer Nico Muhly. His arrangements are vital in ensuring that these songs attain spectacular heights. Tornado, to take one example, overflows with beautiful strings complementing a solitary bass-drum kick, and transforms a rather sinister song into something approaching that familiar ethereal Sigur Rós sound. Naturally Jónsi's vocals soar into a higher register as the song builds to a climax, whereupon he sounds like an angel in the throws of sinful ecstasy.
Muhly's presence is more keenly felt on Grow Till Tall and Hengilas. The tearaway percussion that drives Animal Arithmetic and the madly danceable Around Us is absent, and mournful strings take their place. Fans of earlier Sigur Rós material will find enough here to keep them happy, with cellos creating the pulse of the songs while Jónsi's consonant-free vocal style returns to breathe life into them. If the likes of Boy Lilikoi are the life of Go's party, then the aching cellos of Hengilas are its soul.
Go is a phenomenal record with almost every bar bursting with beauty. It is soulful, fun, naïve and sad in its own fantastical world; if only life really were this good. This is a record that will make you believe it could be.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
10 coisas que não se deve fazer no cinema
White Stripes curiosidades

Jack White dos White Stripes revelou que o tema que trouxe o sucesso global à dupla, 'Seven Nation Army', esteve para não ser lançado como single.
Em entrevista à XFM, o guitarrista e mentor do grupo explicou que o tema foi mal recebido pela editora dos White Stripes, a XL Recordings. «Na altura em que estávamos a lançar o "Elephant", eu queria lançar o 'Seven Nation Army' como single. Tanto a editora britânica como a norte-americana estavam contra. A escolha deles recaía sobre 'There's No Room for You Here'. Imaginam o que seria não ter lançado o 'Seven Nation Army' como single?», comentou White à rádio britânica.
'Seven Nation Army' foi lançado em Abril de 2003, sendo até agora o mais bem sucedido single dos White Stripes, junto dos fãs e da indústria, já que proporcionou à dupla norte-americana a conquista do Grammy para a Melhor Canção Rock, em 2004. O solo inicial do tema tornou-se um dos hinos pop da primeira década do século XXI, sendo mesmo utilizado como cântico em jogos de futebol.
quarta-feira, 7 de abril de 2010
Oasis the end part II

Os Oasis vão editar uma compilação com quase todos os singles dos seus 15 anos de carreira, chamada "Time Flies".
A edição chega às lojas no dia 1 de Junho com 26 faixas no alinhamento. Apenas o tema 'Sunday Morning Call', o terceiro single do disco de 2000, "Standing in the Shoulder of Giants", ficou de fora da compilação.
"Time Flies" vai ter direito a uma versão deluxe com todos os vídeos dos Oasis, mais imagens registadas no concerto no Roundhouse de Londres, em Julho do ano passado.
Alinhamento da nova compilação dos Oasis:
'Supersonic'
'Roll With It'
'Live Forever'
'Wonderwall'
'Stop Crying Your Heart Out'
'Cigarettes & Alcohol'
'Songbird'
'Don't Look Back In Anger'
'The Hindu Times'
'Stand By Me'
'Lord Don't Slow Me Down'
'Shakermaker'
'All Around The World'
'Some Might Say'
'The Importance of Being Idle'
'D'You Know What I Mean?'
'Lyla'
'Let There Be Love'
'Go Let It Out'
'Who Feels Love?'
'Little By Little'
'The Shock Of The Lightning'
'She Is Love'
'Whatever'
'I'm Outta Time'
'Falling Down'
terça-feira, 6 de abril de 2010
Lou Reed e os Filmes
Já lhe conhecemos a música há muitos anos. Depois vieram as exposições de fotografia. E, agora, o cinema. Lou Reed rodou um documentário sobre uma prima sua, Shirley. Red Shirley olha os dois, em diálogo, na véspera do centésimo aniversário da protagonista do filme, as suas histórias e expressões dominando as atenções. Aqui fica o trailer deste documentário, que vai ter estreia no festival Visions du Réel a 20 de Abril.
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domingo, 4 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
Harlen
"the only band we like is nirvana. the only album we like is nevermind.
the only song we like is smells like teen spirit"
Isto é o que os Harlem, provenientes de Austin, Texas, dizem no seu myspace, na parte relativa às suas influências. E em três curtas frases conseguem resumir muito do que são: uma banda com atitude rock na dose certa, com urgência de libertar todas as hormonas em excesso, e com isso contribuir para o bem da população ouvinte.
O lo-fi ainda não saiu de moda, e ainda bem que assim é porque com rock de garagem assim não é necessário grande trabalho de estúdio. Tem boa melodia, a fazer lembrar o já falecido Jay Reatard, e o instrumental é bem atraente. Se no primeiro álbum Free Drugs ;-) (assim mesmo com o smiley) fizeram uma mini revolução, com o novo LP intitulado Hippies com data prevista de lançamento para 6 de Abril, através da Matador, espera-se uma festa maior. O vídeo abaixo diz respeito a uma actuação ao vivo onde tocaram "Gay Human Bones", que irá ser incluída no próximo álbum.
fonte: http://barulhoesquisito.blogspot.com/2010/03/ter-debaixo-de-olho-harlem.html
quarta-feira, 31 de março de 2010
terça-feira, 30 de março de 2010
Entre irmãos

O novo cinema da América Latina continua a trazer-nos boas surpresas. Mais um exemplo, apesar de entre nós ter passado discretamente pelo circuito de salas, chega agora ao DVD, assinado pelo mexicano Carlos Cuarón (o irmão de Alfonso Cuarón), à frente de um elenco protagonizado por Gael Garcia Bernal e Diego Luna.
Rudo Y Cursi, com ingredientes de drama e pontuais incursões pelo registo da comédia, é a história de dois irmãos que jogam futebol amador numa equipa perdida numa pequena aldeia junto de uma plantação de bananas na costa mexicana. Um olheiro leva-os à capital è à primeira liga profissional da modalidade, a falta de horizontes de ambos e a absoluta incapacidade em compreender esse novo mundo em que vivem marcando todavia uma nova etapa na qual os dois irmãos se vêm, subitamente, transformados nos “casos” do ano. Um deles sonha numa carreira na música e deixa-se iludir por uma apresentadora de TV que nele encontra passaporte para mais uns episódios entre famosos. O outro não consegue deixar de jogar a dinheiro… E para não ajudar o panorama, o campeonato conduz os irmãos rumo a um jogo que, se por um lado pode decidir qual deles é o melhor, por outro pode acabar com implicações bem diferentes nas suas vidas pessoais… A edição em DVD, que agora chega a Portugal, junta ao filme alguns extras, entre os quais o teledisco que a personagem interpretada por Gael Garcia Bernal grava, a pensar numa carreira nas canções que, na verdade, não o levará a lado algum.
in : Sound+vision
segunda-feira, 29 de março de 2010
domingo, 28 de março de 2010
sábado, 27 de março de 2010
Tara is back!
A Tara está de volta, a segunda temporada começou no dia 23 de Março nos E.U. Eu já me assumi, neste blogue ,como fã incondicional desta série e tenho tentado incutir nos meus amigos a curiosidade de ver esta série. Neste fim de semana já irei matar as saudades...United States of Tara é uma serie de comédia-drama criada por Diablo Cody e estrelando Toni Collette. Os 12 episódios da série seguem a vida de Tara, uma dona de casa com transtorno dissociativo de identidade. Ele estreou em 18 de janeiro de 2009. O piloto, escrito por Diablo Cody e dirigido por Craig Gillespie, está disponível para visualização no site oficial da Showtime.
A série estreou em Portugal, como o nome de "As Taras de Tara", no canal FOX Life em Setembro de 2009.
Tara é uma esposa e mãe com transtorno dissociativo identidade (DID). Depois de decidir fazer uma pausa a parar de tomar sua medicação para descobrir a real causa da sua doença, suas outras personalidades voltam: A selvagem adolescente T; A dona de casa Alice; E o veterano do Vietnã Buck. Tara é apoiada por seu calmo e sangue-frio marido Max, a pouco perturbada filha adolescente Kate e o peculiar e bondoso filho Marshall. Sua irmã, Charmaine, não é tão favorável, muitas vezes expressando suas dúvidas sobre de Tara. A serie é filmada em Overland Park, Kansas.
Tara tem quatro personalidades todas interpretadas por Toni Collette; e algo me diz que nesta segunda temporada novas personalidades surgirão.
Alice
Alice é uma devotada dona de casa. Alice é rotulada como antiquada. Ela alega ter frequentado Radcliffe em Harvard. No segundo episódio, ela afirmou que acredita ser a própria Tara, a “verdadeira" personalidade e no oitavo episódio, ela afirmou que ela é o "guardião" de todos os alters. Alice é a apenas uma das personalidades que acredita em Deus, e que ela reza todas as noites para si mesma e de todos os outros alters de Tara exceto para Gimme. Alice tem delírios de estar grávida, porque ela quer ter o seu próprio filho.
Buck
Buck é a única personalidade masculina. Ele é um alto e perturbado, caracterizado por Collette como "o protetor tipo agressivo, um machão". Ele explica sua falta de um pênis, afirmando que ele foi baleado dentro da guerra do Vietnã. Buck tem uma arma denominada Persephone. Collete disse que é o seu favorito "só porque ele é mais desafiador", embora ela tenha de "sempre ter cuidado para não torná-lo um estereótipo.". Ele fuma e bebe muito. Ele usa grandes óculos e um boné de caminhoneiro. Ao contrário dos outros alters, Buck é atraído por mulheres e é canhoto.
Gimme
Gimme apareceu pela primeira vez no final do episódio seis, embora antes seu nome tenha aparecido riscado na parede do banheiro, antes de Alice limpá-lo, e é referido como "uma espécie de poncho-goblin ...", por Max no episódio sete. Inicialmente, esta alteração não tem personalidade humana, manifestando-se apenas durante a noite e aje como um animal(Urina nas pessoas, por exemplo). No episódio oito, Alice revelou seu verdadeiro nome, e avisou Max para ficar longe dele. No episódio 10, enquanto esta em um spa com sua irmã, Tara se transforma em Gimme por alguns momentos e, quando perguntado se ok atravessa cortinas e retorna como T. Quando questionado o que isso era coisa T não tem idéia do que falar.
T
T é selvagen, tem 16 anos. Ela é provocadora, ela só usa roupas da Kate. Ela se relaciona bem com a Kate, fornecendo-lhe com a pílula do dia seguinte e tentar levá-la com freqüência em compras, usando os cartões de credito de Tara. Ela muitas vezes tenta seduzir Max. Ele se recusa, pois ele e Tara têm um acordo, alem de que seria confuso ter sexo com qualquer um dos Alters. T tem um respeito enorme pelo amor de Marshall por Tara, apesar de sempre debochar disto.

Acerca da atriz... que sem dúvida é a alma de toda a série
Toni no British Academy Awards de 2007
Nome completo Antonia Collette
Nascimento 1 de novembro de 1972 (37 anos)
Sydney, Nova Gales do Sul
Austrália
Ocupação actriz
Trabalhos notáveis O Casamento de Muriel
O Sexto Sentido
Connie & Carla
Prémios Golden Globe
2010 - United States of Tara
Melhor Atriz (série cómica ou musical) em televisão
Foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz (principal) por O Sexto Sentido e vencedora do Emmy Awards e do Golden Globe Award para Melhor Atriz (série cómica ou musical) em televisão, pelo seu desempenho na série United States of Tara.
sexta-feira, 26 de março de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
Faleceu o maior fotógrafo do rock

De acordo com Aaron Zych, o manager das Galerias do Morrison Hotel, o fotógrafo morreu durante o sono, no quarto que tinha alugado no hotel nova-iorquino. As Galerias do Morrison foram um dos últimos locais a receber uma exibição do trabalho do fotógrafo.
«O trabalho do Jim é lendário. No que toca à fotografia na música, ele é o padrinho», comentou Zych citado pela Associated Press.
Ainda não se sabe qual a causa da morte.
Entre os álbuns de fotografias assinados por Jim Marshall, podemos encontrar as suas icónicas imagens de Jimi Hendrix a incendiar a guitarra no Monterey Pop Festival (na foto) e dos The Who em plena destruição de palco no Woodstock de 1969. Marshall também acompanhou o concerto dos Beatles no Clandestick Park de Chicago em 1966 e o mítico concerto de Johnny Cash na Prisão de San Quentin, em 1969.
Janis Joplin, Bob Dylan e os Rolling Stones também passaram pela objectiva do fotógrafo. Mais recentemente, Marshall fotografou Ben Harper e os Red Hot Chili Peppers.
«Esta carreira nunca foi apenas um trabalho. Tem sido a minha vida», comentou Jim Marshall no seu site oficial.
O último livro assinado por Jim Marshall, em colaboração com Timothy White, chama-se 'Match Point' e foi publicado este mês."

