domingo, 28 de fevereiro de 2010

Helmut Newton


Digamos que é uma notícia de peso, ma non troppo... Está de volta Sumo, o livro de Helmut Newton (1920-2004) que, na edição original, media 50 cm x 70 cm, pesava 35,4 quilos e necessitava de uma base metálica para ser pousado e manuseado. Agora, a editora Taschen assinala os dez anos do aparecimento de Sumo em versão mais ligeira, formato 26,7 cm x 37,4 cm, embora incluindo também uma peça de suporte para a sua leitura — a edição original vendia-se a 10 mil euros; a nova edição custa 99,99 euros.É uma síntese delirante da obra de um dos maiores fotógrafos do século XX — retratista cool da nitidez da morte, Newton foi um artista que se moveu com nonchalance através dos mais diversos domínios criativos, circulando sem preconceitos através de revistas, museus, moda e publicidade: do retrato ao nu, do calor da pele à frieza do metal.>>> Site da editora Taschen: página de Sumo.>>> Site oficial de Helmut Newton.






fonte: http://sound--vision.blogspot.com/

sábado, 27 de fevereiro de 2010

The Plasticines ~ Punk com rendinhas


São francesas e não encaixam exactamente no modelo tradicional da "girls band": The Plasticines cantam uma pop apimentada por um punk muito retro, tudo misturado com agressividade e pose comme il faut. Cantam normalmente em inglês, of course, até porque, como informa a BBC, nasceram de uma fixação por The Libertines (nada é em vão, camarada Doherty)... A sua juventude valeu-lhes o cognome local de "les bébés rockers" e o seu hit do momento responde pelo título exemplar de Bitch [magnífico teledisco, em baixo, de Bridget Palardy]. São genuínas, o que, nos tempos que correm, não é pouco.
PS (nostálgico, ma non troppo): o nome da banda provém de "plasticine porters with looking glass ties", verso de Lucy in the Sky with Diamonds (1967), dos Beatles.


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Woodstock 40



"Woodstock 40" é uma reedição que actualiza a velhinha compilação ao vivo "Best of Woodstock", que captava alguns dos melhores momentos do histórico festival de 1969 - talvez o mais importante festival de sempre da música popular e glória máxima dos férteis anos 60 musicais.
"Woodstock 40" segue a ordem cronológica do festival, do primeiro dia ao terceiro, numa leitura diagonal - em dois CDs e 21 músicas - que passa por cima de outras estrelas do cartaz como os mal documentados Grateful Dead e Ravi Shankar.
Ao pé do oscarizado documentário de Michael Wadleigh "Woodstock", "Woodstock 40" parece magrinho e raquítico: sem aquelas imagens em duplicado que revolucionaram a montagem no cinema, sem o calor do ambiente atrás e à frente do palco e a quinhento metros dele, sem a percepção real de que aquele foi um evento especial. Trata-se apenas de um CD de boa música ao vivo. Se há um sítio onde o DVD pode triunfar sobre o CD, ele acontece em Woodstock, em 1969.
Como as limitações de conteúdo de um disco não permitem fazer sentir ao ouvinte que houve no recinto um valente temporal que interrompeu o programa, que o evento foi preparado em cima do joelho e que os engarrafamentos e consequentes atrasos de artistas transformaram o Woodstock num festival sem horários, há sempre um livrete de CD que pode esclarecer isso. Mas está em "Woodstock 40" aquilo que mais interessa e que move tudo o resto: a música.
Com um reforço não desprezível de 6 gravações inéditas face a anteriores edições, o raio de Woodstock 40 é praticamente o mesmo do festival: consegue o apanhado do melhor que se fazia no super-ano de 1969, incluindo artistas que a grande multidão hippie norte-americana desconhecia então como Santana ou Joe Cocker.
Os resquícios da febre revivalista da folk da primeira metade dos anos 60 passaram por Woodstock. Pode ouvir-se o cantautor negro Richie Havens, o antecessor de Ben Harper que prova que a soul também pode ser acústica para se agigantar. Ou a grande voz (mesmo grávida) de Joan Baez a devastar tudo, incluindo as suas próprias canções.
O melhor blues-rock não podia ser desprezado, dos infernais Canned Heat ao monstro chamado Janis Joplin, a diva que exorcizava todos os seus males em grandes interpretações, apanhada aqui num bem sucedido encore em Ball and Chain.
Num programa improvisado que percorria tardes, noites, madrugadas e manhãs, o psicadelismo também fez das suas. Nesse campo, a Incredible String Band assegurou a representação da folk-rock britânica sobre o assunto; já os Jefferson Airplane viram o nascer-do-sol do palco enquanto davam o melhor psicadelismo de São Francisco ao povo de Woodstock, rematando uma festa non-stop da banda que durava há 24 horas ininterruptas.
Em termos de grandes medleys, Woodstock 40 é também generoso. Temos o mítico e superanímico medley dos campeões do funk psicadélico Sly & The Family Stone, Dance To The Music/Music Lover/I Want To Take You Higher, tocado a altas horas da madrugada. Pode ouvir-se os Who, no meio do seu apogeu ao vivo, a darem música ao despertar cantarolante das galinhas das quintas vizinhas, numa sessão fogosa de We're Not Gonna Take It"/"See Me, Feel Me. E podemos concluir a escuta da compilação com o TGV Jimi Hendrix, e a sua cartilha de blues-rock, a fazer história durante a debandada da multidão para a sua vida real. Só 40 mil o viram, mas um dos pontos altos da sua performance, Voodoo Child (Slight Return)/Stepping Stone/The Star-Spangled Banner/Purple Haze, está também a salvo neste disco duplo.
Woodstock 40 é uma compilação que vale por si mesma. A história recomenda-a.Gonçalo Palma

Alinhamento:
1. Freedom - Havens, Richie
2. Look Out - Sweetwater
3. Hang On To A Dream - Hardin, Tim
4. Wheel Of Fortune - Guthrie, Arlo
5. Drug Store Truck Drivin' Man - Baez, Joan & Jeffrey Shurtleff
6. Fish Cheer, The/I Feel Like I'm Fixin' To Die Rag - McDonald, Country Joe
7. Soul Sacrifice - Santana
8. How Have You Been - Sebastian, John
9. Letter, The - Incredible String Band
10. Going Up The Country - Canned Heat
11. Theme For An Imaginary Western - Mountain
12. Bad Moon Rising - Creedence Clearwater Revival
13. Ball And Chain - Joplin, Janis
1. Dance To The Music/Music Lover/I Want To Take You Higher - Sly & The Family Stone
2. We're Not Gonna Take It - Who
3. Somebody To Love - Jefferson Airplane
4. With A Little Help From My Friends - Cocker, Joe
5. Mean Town Blues - Winter, Johnny Crosby Stills & Nash
6. Suite Judy Blue Eyes
7. Love March - Butterfield, Paul Blues Band
8. Star Spangled Banner/Purple Haze/Instrumental Solo - Hendrix, Jimi


quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Shutter Island



Adoro thrillers[ponto final parágrafo]

>>> Mesmo tendo em conta o papel que a tecnologia vai ter no futuro do cinema, para mim o mais importante é a história. Se não me sentir emocionalmente envolvido com a personagem, se tenho de fazer de actor sabendo que as linhas que tenho para dizer significam apenas o que nelas se diz, esse é, para mim, um dia de trabalho aborrecido. <<<

Leonardo DiCaprio responde assim a uma pergunta do crítico Roger Ebert sobre a sua preferência por thrillers baseados em "atmosfera, personagem e história", em vez de apenas ancorados na "acção". É uma afirmação contida num diálogo que vale a pena ler no espaço de Ebert no Chicago Sun-Times. O pretexto é o trabalho do actor com Martin Scorsese e, em particular, a sua composição em Shutter Island [estreia portuguesa: dia 25]. Pode ser uma boa introdução a um filme que, de uma maneira ou de outra, ficará como um dos grandes acontecimentos de 2010: um prodigioso retorno aos mecanismos do film noir, incluindo a sua vocação filosófica de problematização da verdade e das respectivas condições de enunciação.

fonte:http://sound--vision.blogspot.com/

Beach House - Teen Dream ( o álbum em palavras)




Os flirts bucólicos dos Beach House têm-lhes corrido bem. Crítica e um público fiel (cada vez maior) não hesitaram em declarar paixão aos primeiros álbuns, "Beach House" (de 2006) e "Devotion" (de 2008). Um novo culto nasceu.
A dupla de dream pop formada por Victoria Legrand (nas vozes e órgão) e Alex Scally (na guitarra eléctrica e teclas) tirou do sedentarismo a música de câmara lenta e artysanal dos Young Marble Giants e lançou-a às noites de luar no campo e ao contacto com a sonoridade americana dos Mazzy Star. Que boa ideia.
As novas canções de "Teen Dream" voltam a pedir a mesma exclusividade de atenção. Naquele minimalismo shoegazer, os Beach House voltam a confiar o poder da canção às atmosferas em detrimento da técnica, dizendo-nos que os decoradores de ambientes também podem pertencer à classe de músicos - não é um direito único dos instrumentistas virtuosamente habilitados, diz o regulamento de "Teen Dream". Que atrevimento.
Os Beach House conseguem repetir os mesmos truques da sua magia espiritual sem se repetirem. A guitarra de Alex Scally, que tem feitiço, elege um acorde por canção, e usa-o até à exaustão. E, seguindo a mesma economia de meios, a caixa de ritmos não sai da mesma programação ao longo de cada tema.
O som do teclado parece que está em fade out desde o início da canção, mas nós gostamos dessa despedida infinita, como se o som pudesse ter a eternidade fixa de uma fotografia. A bateria volta a ser o objecto menos manuseado do espaço. E a voz hermafrodita de Victoria Legrand mistura inocência com austeridade, e pede direito a ocasião religiosa. Pedido aceite, claro.
Qual é então a grande novidade de "Teen Dream" que não essa multiplicação luxuosa dos mesmos dons sempre com resultados entusiasmantes? Pois bem, os Beach House traíram o nome e afastaram-se da costa para uma floresta mais densa, onde se encontra o som lenhador dos freakadélicos Fleet Foxes. Não se sabe se houve algum transplante das cordas vocais de Robin Pecknold dos Fleet Foxes para a garganta de Victoria Legrand mas, pelo menos, as harmonias vocais tornaram-se espelhos um do outro, para proveito autoral dos Beach House.
A dezena de canções de "Teen Dream" impõe, de facto, respeito. 'Norway', 'Used To Be' e 'Take Care' ganham passe vitalício para entrarem na nossa frágil memória. Devagar se volta a ir longe.


Tracks
Zebra
Silver Soul
Norway
Walk in the Park
Used to Be
Lover of Mine
Better Times
10 Mile Stereo
Real Love
Take Care

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Legos, MOCs,e afins

E agora algo completamente diferente...
LEGO


O meu irmão desde criança que é um apaixonado pelos legos e ultimamente tem vindo a participar em várias competições e até tem ganho alguns prémios. Tem-me falado numa comunidade onlineforum 0937
Para além do contacto virtual que realizam diariamente também realizam Shows/apresentações?nem sei bem que nome dar... mano perdoa-me...:); jantares, viagens, lembro-me de uma bem interessante que vão realizar a
Billund na Dinamarca em Abril.


Isto é um MOC do EvilDead também conhecido como Ricardo( meu mano).

Deixo aqui o link
link para um ficheiro PDF com as melhores construções de 2009 da Comunidade 0937.

Doors Documentary When You’re Strange

Tom DiCillo’s Doors Film Narrated by Johnny Depp

Few rock stars have thrown such a long shadow over contemporary culture as Jim Morrison, the lead singer and primary songwriter of The Doors. In this beautifully crafted and visually rich documentary, veteran director Tom DiCillo (The Real Blonde, Living in Oblivion) weaves what must have been the mother of all lost footage finds and both studio and live recordings into a seamless and hypnotic 90-minute encounter with the Lizard King. About the only thing one can hold against When You’re Strange is the way the Morrison story turns out, and that’s not really the filmmakers’ fault. Nor does it seem to be anyone else’s but Morrison’s. He was clearly as hellbent on self-destruction as any rocker yet, and it would have taken some extraordinary deus ex machina to pull him from the wreckage of his behavior.

The well-known ending of the Jim Morrison story doesn’t stop DiCillo from finding new ways to get there. The editing of all that juicy footage from the late 1960s and early 1970s waxes lyrical, borrowing its tone and style from the chaotic breakdowns and booming climaxes of The Doors’s music. With re-issuer extraordinaire Rhino Records on board as a producer, the film, unlike many lesser rock-docs, never pulls up short when it comes to rolling out the classic songs.

While not a concert film by any means, When You’re Strange nevertheless manages to reveal a whole lot more about the stage persona of one James Morrison than any mere recording of a single performance likely could. Morrison’s onstage hi-jinks were part of a concerted effort to push the envelope of what was permitted, and the inevitable conflicts with the law that they occasioned were seemingly a necessary, if costly, part of the process. In the famous Miami lewd conduct incident, the film at once partially exonerates Morrison — out of dozens and dozens of photos, none can apparently be found documenting his alleged self-exposure — and makes it abundantly clear that Morrison had long been courting this kind of response from law enforcement.

Even as When You’re Strange succeeds as a study in the social dynamics of rock stars’ anti-social behavior, it also provides us with a fresh sense of what made The Doors so popular. Robbie Krieger, Ray Manzarek, and John Densmore were and are all clearly exceptional musicians, and they fight a valiant battle to sustain the band against the whimsical nature of its shaman lead singer. And Morrison, more than virtually any other rock star, had the ultimate in bad boy charisma. He’s constantly caught looking directly at the camera, and the eye contact invariably elicits from him a radiant grin. Here’s looking at you, Jim.
Link do trailer actualizado( Thanks Brother): http://trailers.apple.com/trailers/independent/whenyourestrange/

Madonna e Kobain na sétima arte

Madonna vai voltar à realização em cinema com o filme "W.E.". Depois de filmar Eugene Hutz dos Gogol Bordello no undergroundlondrino em "Sujidade e Sabedoria", a Rainha da Pop prepara-se para levar ao grande ecrã a história de amor entre Eduardo VIII de Inglaterra e a plebeia Wallis Simpson, uma paixão pouco monárquica que levou mesmo a que Eduardo abdicasse do trono, poucos meses depois de se tornar Rei, em 1936. Eduardo VIII e Wallis Simpson passaram então a ser o Duque e a Duquesa de Windsor.Além de tomar as rédeas da realização, Madonna também assina o argumento, em parceria com Alex Keshishian.
A cantora também já escolheu a actriz Vera Farmiga para interpretar a sua heroína. Farmiga está nomeada para o Óscar de Melhor Actriz Secundária este ano, pelo seu papel em "Nas Nuvens", ao lado de George Clooney. Ainda não se sabe quem vai dar corpo a Eduardo VIII.
Quem também está prestes a regressar ao cinema, mas na condição de retratado, é o desaparecido líder dos Nirvana, Kurt Cobain.Segundo o site Hollywood Reporter, a Universal Pictures confirmou que está em negociações com Oren Moverman - realizador do filme "The Messenger" - para levar à sétima arte uma adaptação da biografia de Cobain, "Heavier Than Heaven" de Charles R. Cross. O argumento estará a cargo de David Benioff, autor dos guiões de "Wolverine" e "O Menino de Cabul".Cross, o autor do livro, vai trabalhar como consultor do biopic. O jornalista mostra-se optimista com a escolha de Moverman para tomar conta da realização: «Moverman já trabalhou em filmes sérios e em filmes sobre músicos, como é o caso de "I'm Not There" sobre Bob Dylan, o que só pode ser um bom antecedente para se fazer um filme sobre a vida de Cobain", comentou Cross à Rolling Stone.
A mesma fonte indica que a Universal já garantiu todos os direitos necessários para usar as composições originais de Cobain e dos Nirvana no filme. Recorde-se que, em 2005, Gus Van Sant já tinha retratado os últimos momentos da vida de Kurt Cobain no filme "The Last Days", mas sem usar a música e o nome do falecido compositor. Em 2007, também se estreou um filme chamado "Kurt Cobain: About a Son", sem que qualquer tema dos Nirvana fizesse parte da banda sonora.A confirmação de um novo biopic sobre Kurt Cobain coincidiu com aquele que seria o 43º aniversário do músico. Cobain nasceu no dia 20 de Fevereiro de 1967.


terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Álbum solo de Slash terá Ozzy Osbourne e Lemmy Kilmister, do Motorhead



Iggy Pop, Kid Rock e Fergie também participam do projeto.Lançamento está previsto para abril


Ozzy Osbourne, ex-vocalista dos Black Sabbath, e Lemmy Kilmister, cantor do Motorhead, são alguns dos artistas que colaboraram com Slash no álbum solo do guitarrista, com lançamento previsto para abril, informou o site da revista norte-americana “Rolling Stone”.“Ouço Ozzy desde os meus 13 anos. Sentar ao seu lado enquanto ele está compondo e praticando os vocais foi realmente uma viagem”, disse o ex-músico do Guns and Roses à publicação. Já Lemmy, a quem Slash chama de “personificação do rock and roll”, fez algumas “exigências” para participar do projeto. “Antes de irmos para o estúdio, ele me ligou e disse: ‘Precisamos de batatas fritas e Jack Daniels’, o que me fez lembrar muito de mim mesmo. Ele apareceu com seu baixo e foi ótimo”, contou Slash.
Burocracia
O guitarrista explica que levou mais tempo cuidando da parte burocrática do projecto do que propriamente compondo o reportório.“Ao todo foram quatro meses de trabalho. Compus todo o material e gravei demos para enviar aos cantores. Mas o que me tomou mais tempo foi conseguir licenciamento para os diferentes cantores junto às gravadoras”, revelou. O disco também terá as participações de Iggy Pop, Kid Rock, Adam Levine e Fergie, dos Black Eyed Peas, com quem Slash se apresentou numa festa pré-Grammy promovida pelo executivo da indústria fonográfica americana Clive Davis, no mês passado.“Acho que as pessoas vão pirar quando ouvirem do que Fergie é capaz. Eu realmente queria fazer algo com ela para que as pessoas pudessem conhecer seu lado rock and roll”, disse.
Shows
Slash, que está montando uma banda para entrar em turnê durante o verão americano, adiantou que já contratou o cantor Myles Kennedy, da banda Alter Bridge, para os vocais.“Ele pode cantar qualquer coisa, tanto as músicas do novo disco, como as do Velvet Revolver, do Guns and Roses e do Snakepit. Será um ótimo show”, destacou o Guitarrista



segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Prémios Bafta


No calendário anglo-saxónico, os BAFTA — atribuídos pela British Academy of Film and Television Arts — constituem uma das derradeiras etapas antes dos Oscars. Em cerimónia realizada em Londres (Theater Royal), na noite de domingo, Estado de Guerra/The Hurt Locker, sobre a guerra no Iraque, foi distinguido como melhor filme de 2009, com a sua autora, Kathryn Bigelow [foto], a receber o prémio de melhor realização. Primeira mulher a conquistar esta distinção, Bigelow disse no seu discurso de agradecimento: "Gostava de dedicar este prémio à persistência na necessidade de encontrar uma solução para a paz".Estado de Guerra arrecadou seis prémios, acrescentando aos dois já referidos os de argumento original, fotografia, montagem e som. Fish Tank, de Andre Arnold, e Moon/O Outro Lado da Lua, de Duncan Jones, foram os eleitos em duas categorias nacionais: melhor filme britânico e melhor primeiro filme britânico, respectivamente. Na área de interpretação, os premiados foram Colin Firth (actor, Um Homem Singular), Carey Mulligan (actriz, Uma Outra Educação), Christoph Waltz (actor secundário, Sacanas Sem Lei) e Mo'Nique (actriz secundária, Precious). Vanessa Redgrave foi homenageada com um prémio honorário — no site dos BAFTA, encontramos o balanço da cerimónia e a lista dos vencedores.
fonte: sound+vision

sábado, 20 de fevereiro de 2010

The Madcap Laughs 40 anos depois


Continua a ser um álbum que ouço quase semanalmente. Genial!
O afastamento de Syd Barrett dos Pink Floyd não representou um imediato ponto final na sua carreira na música. Ainda em 1968, Barrett registou uma série de sessões, que todavia deixou incompletas. Retomado mais tarde, o trabalho do qual nasceria o primeiro álbum a solo de Syd Barrett envolveu músicos dos Soft Machine e Humble Pie, trabalhando estes sobre esboços e maquetes para voz e guitarra gravados pelo ex-Pink Floyd. Roger Waters e David Gilmour chegaram também a colaborar na etapa final da produção de um álbum que acabaria editado em Janeiro de 1970. É um disco assombrado, belo, frágil. E em tudo herdeiro das mesmas visões que, três anos antes, haviam gerado os melhores momentos de toda a obra dos Pink Floyd, mas caminhando agora por caminhos mais sombrios. 40 anos depois, a evocação de The Madcap Laughs (e da figura e obra de Syd Barrett) são justificado tema de capa da mais recente edição da Mojo.


Os 40 anos da edição de The Madcap Laughs geraram não apenas um dossier alargado na mais recente edição da revista Mojo (capa ao lado), como foi ponto de partida para a criação de mais um disco de tributo, na mesma linha dos que, nos tempos mais recentes, esta publicação britânica dedicou a álbuns como Abbey Road, dos Beatles, ou The Wall, dos Pink Floyd. Com o título The Madcap Laughs Again, o disco de tributo revisita na íntegra o álbum de Syd Barrett, entregando cada um dos temas a um nome diferente. Assim, entre outras, aqui contamos com versões de Terrapin pelo colectivo Field Music, No Good Trying por J Mascis, Dark Globe pelos R.E.M., Octopus por Captain Sensible, Golden Hair por Hope Sandoval com os The Warm Intentions, Feel por Cate Le Bom, Late Night por Marc Almond ou ainda Gark Globe (em segunda leitura, esta gravada ao vivo), por Robyn Hitchcock.

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Bob Dylan , Joan Baez e Obama

Bob Dylan e Joan Baez (os dois na foto) são dois dos músicos convidados pelo Presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para tocarem num evento dedicado à música de intervenção que vai 'invadir' esta noite a Casa Branca, em Washington.Obama e a esposa Michelle estão a celebrar o mês da história afro-americana nos EUA. Esta gala recorda os movimentos pelos direitos civis dos anos 60, uma época em que a música e os artistas tiveram uma importância fundamental para a eminente mudança de mentalidades.
Se Dylan e Baez tocarem de facto juntos esta noite, este será um momento único e de certa forma histórico, já que os dois compositores e símbolos de uma geração já não actuam juntos desde os anos 70. Os dois intérpretes foram uma das faces da Marcha Pelo Trabalho e Pela Liberdade, organizada por Martin Luther King em 1963, naquela que marcou a primeira vez que os dois cantores estiveram na Casa Branca.
John Legend, John Mellencamp, Bernice Johnson Reagon, Natalie Cole e Jennifer Hudson, entre muito outros, acompanham os dois míticos cantautores no evento desta noite. Robert De Niro, Morgan Freeman, Queen Latifah e Joanne Woodward são os oradores convidados.O evento vai ser transmitido em directo no site whitehouse.gov.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

My Way do Sinatra é Mortal !


Uma reportagem do New York Times apurou que o clássico de Frank Sinatra, 'My Way', tem contribuído para vários assassinatos e outras situações de grande violência nos numerosos bares de karaoke que se espalham pelas Filipinas. A famosa canção consta já numa subcategoria de crimes, definido como «The My Way Killings». Segundo os relatórios policiais filipinos, a música popularizada por Sinatra provocou no mínimo seis mortes na passada década.


Segundo o jornal nova-iorquino, há varios factores que alimentam este sinistro fenómeno:
- a violência social das Filipinas.
- o porte descontrolado de armas no país asiático.
- a exagerada importância dada aos karaokes e às várias normas de etiqueta nas suas interpretações.
- o conhecimento profundo da letra de 'My Way' pelos filipinos.
- o orgulho a que apela a canção na versão inglesa escrita por Paul Anka, pensada para a personalidade forte e caprichosa de Frank Sinatra.


A música tem vindo a ser banida das playlists das máquinas de karaoke que abundam nas áreas rurais e urbanas do país. A desafinação ou as gargalhadas da assistência são outras situações que conduzem à violência nos vários bares de karaoke filipinos, especialmente se for 'My Way' a canção interpretada.
Trocas de murros e uso de armas brancas são outras situações de distúrbios relatadas.

domingo, 14 de fevereiro de 2010

"O 69 é que está a dar"

Como sabem, os ilustres leitores assíduos do respeitável mojorising, que eu sou um grande fã dos Magnetic Fields e em particular da sua obra prima que é o 69. Já me pronunciei sobre este triplo álbum várias vezes e parece-me que é sempre pouco o que se possa dizer do mesmo. Assim sendo, encontrei um artigo, em inglês, bastante interessante que aborda o 69, 10 anos depois.
Os que se dão bem com a língua de sua majestade de certeza que vão adorar.

Retirado na integra de um dos melhores blogues de música alternativa do mundo: http://obscuresound.com/?p=4017

What comes to mind when you think of the Magnetic Fields? Is it Stephin Merritt’s haunting vocals? Is it the band’s minimally powerful melodies? Perhaps you remember the digital-via-analog production that confounded and pleased you at the same time. Or maybe you just think about the utter emotion poured into every song without a hint of excessive effort. All of these sentiments are legitimate and worthy of one of the most under-appreciated independent rock bands of the modern era. Though the band’s beginnings extend to the early 90s, it was the release of 69 Love Songs in 1999 that truly showed the world what Merritt could achieve. Originally planned as a 100-song musical theater-esque project, Merritt himself conceded that 100 was a gargantuan number to undertake and partitioned the vision down to 69, obvious sexual connotations intact. On a personal note, 69 Love Songs was my first exposure to the Magnetic Fields. Being one of their best albums, I was given the best possible introduction. It has been just over ten years since 69 Love Songs was released in all of its 3-disc glory and it still stands as one of the best albums of the past 15 years.
Stephin Merritt has expressed on multiple occasions that
69 Love Songs is not an album of actual love songs, but songs about love songs. While this might sound a bit redundant, he makes (in a most existential way) meta-fictional societal observations that still prove relevant and inspiring to this day. One of the best examples of this phenomenon is seen with “The Book of Love”; it is a solemn, nearly distraught explanation of the human understanding of this emotion we call ‘love.’ “The book of love is long and boring” shows how uninspired these emotions can feel, while the actual expressed idea is surging with symbolism and underlying meaning. In fact, this song speaks such volumes that it was covered by Peter Gabriel on his album of indie covers in 2010 and prior was used as the closing track to Scrubs in the spring of 2009. One interesting subtlety to notice is the rather conservative use of electronic manipulation. While their earlier albums were somewhat characterized by synthesizers, 69 Love Songs only employs the technique on a handful of tracks. Perhaps Merritt preferred a more analogical approach to this opus of satire, or maybe he was just tired of the effect. When a synth is used, Merritt does so with swelling over-the-top jaunt. On the opposite side of this coin of relativistic meaning, we have “Fido, Your Leash Is Too Long”, the direct follow-up to “The Book of Love” and a song that epitomizes the modern-rock approach to a love song that isn’t a ballad; make it underwhelming and somewhat unintelligible. Of course, the satire of ‘underwhelming’ makes the song excellent in it’s own right whilst still expressing the crudeness of the soft rock appeal of the 90s. The meaning of “Fido” is, as aforementioned, somewhat unintelligible, as the traditional imagery of a leash in the romantic sense shows it being too short, as one partner keeps a tight hold on the other.

Disc two seems to revert to a simpler and more straightforward aesthetic. The short “Very Funny” is lifted by classical strings and piano to heights nearly reaching ballad levels. The presentation of a variety of genres is one of 69 Love Songs‘ most endearing elements. While each song is irrefutably a work of the Magnetic Fields, they are all executed in unique ways. Take the juxtaposition of “My Only Friend” and “Promises of Eternity”; the former a piano ensemble, the latter an electronic-assisted hyperbole about the time it takes to express one’s feelings. And how about “Washington D.C.”? This track alone proves how versatile this band can truly be. A cheerleader chant opens the ethereal effort and gives way to one of the more pop-oriented melodies on any of the albums. With lines like “It’s my baby’s kiss that keeps me coming back” allowing Claudia Gonson a freedom to just sing without pretense, instances like this are a pure delight. ”Papa Was a Rodeo” is another track that yanks at the listener’s conscience. It is a pivotal song that expresses the chaotic nature of life on the road (“never stuck around long enough for a one night stand”), how it is perceived through the eyes of a child, and why it affects that child’s life even into the fall of his life. Recovering from a flurry of down-tempo melodies, “The Sun Goes Down and the World Goes Dancing” is upbeat and fun. Like a gypsy jangle, Merritt sings at a higher octave to compliment the heightened mood. Of course, the lyrical nature is still characteristically pessimistic, though it is difficult to not move your head and raise your heel to the melody while singing along.
The “lo-fi” label has been applied to indie music since the early ’90s, but few songs have achieved a lo-fi/country feeling like “I’m Sorry I Love You”, one of Gonson’s ditties about a heart-worn lover who comes to grips with a broken relationship. Additionally, the radio-reverb friendliness of “Wi’ Nae Wee Bairn Ye’ll Me Beget” shines through as a powerfully under-produced track that still manages to convey intense meaning. My favorite song on all three albums from
69 Love Songs is “Yeah! Oh Yeah!”, a song that literally attacks any love song ever written. Without subtle imagery to act as a buffer, this track surges forth with the power of anti-love esteem. ”Are you out of love with me? Are you longing to be free? Do I drive you up a tree?/ Yeah! Oh Yeah!” is the opening line of this duet between Gonson and Merritt. From there, it continues its descent into the already-dead (and now festering) relationship between lovers who have been out of love for so long, they no longer censor their feelings. This track is meaningful in it’s disparity. The natural follow-up track is “Meaningless”, a 50s doo-wop style track that imposes the meaningless of words of love… how they are only words and nothing more.
I could spend three full-length features outlining the nature of 69 Love Songs, one for each disc, and I still feel as though it would not be enough. This career-defining album is full of metaphor, imagery, subtle meaning and stylistic progression more broadly than some bands achieve in their entire career (just look at Poison). If you have heard this album before, play it for yourself again and remember why the Magnetic Fields are one of the best bands from this generation. If you have not heard 69 Love Songs, I implore you to find time to really listen. Do not play it while you are working, exercising, or playing a game. Really listen to it and absorb the irony, the satire, and all the existential truths that exist below the surface.


sábado, 13 de fevereiro de 2010

Ainda o Actividade Paranormal

Retirado na integra do site:http://www.omelete.com.br/cine/100023817/Critica__Atividade_Paranormal.aspx
Não há muito o que falar de Atividade Paranormal (Paranormal Activity) como cinema. Realizado supostamente com ínfimos 15 mil dólares, o longa-metragem mais se assemelha a um vídeo caseiro de Youtube e incorpora a câmera de baixa qualidade, a iluminação tosca e os diálogos cotidianos em sua narrativa.
Diferente de um
Distrito 9 ou Cloverfield, porém, que pegam esprestado a estética home made e a incham com efeitos especiais de primeira - usando a técnica em prol do realismo -, o paupérrimo Atividade Paranormal precisou se virar como pode, basicamente com insinuações e truques de câmera e áudio. É exatamente o que outro fenômeno de público, A Bruxa de Blair, já havia feito igualzinho dez anos atrás, em 1999.
O filme de Daniel Myrick e Eduardo Sánchez funcionou por ser totalmente inesperado. A criação do estreante Oren Peli funciona porque ninguém se lembra mais direito de Bruxa de Blair (ou nem viu - os adolescentes de hoje eram crianças na época). As semelhanças entre os dois filmes, afinal, são gritantes demais para que Atividade Paranormal seja alardeado como o "terror da década", como exageram alguns. Para que a novidade perca força é só perceber, lá pela metade, que toda a tensão, toda a insinuação, não chegarão a lugar algum.
De qualquer maneira, o longa tem seus méritos. Quando surge, lá pela metade, um átomo de dramaturgia, com a chegada do estudioso de fenômenos paranormais (Mark Fredrichs), a história do casal assombrado por uma entidade fica mais interessante. O sujeito, afinal, é melhor ator que Katie Featherston e Micah Sloat, que vivem as estressadas vítimas do maligno gasparzinho.
As insinuações e o formato de vídeo amador, que o diretor emprega para justificar seu parco orçamento, são interessantes também aproximar o espectador do casal e Peli é feliz ao substituir cada pirotecnia ausente com ideias razoáveis - emplacando dois ou três bons sustos no meio. Afinal, fisicamente, seu monstro, se resume a pegadas em uma camada de talco e isso fez 120 milhões de dólares só nos Estados Unidos. A Johnson & Johnson deve estar orgulhosa.
Mas o cineasta estreante não merece créditos sozinho. Quando a Paramount Pictures comprou os direitos de distribuição nos Estados Unidos reeditou o filme, adicionou cenas novas, inverteu sequências e criou um novo final, devidamente aprovado em inúmeras sessões com audiências-teste. E contou com o apadrinhamento de ninguém menos que Steven Spielberg, que encontrou tempo até para viralizar o filme, dizendo que a porta de seu quarto foi inexplicavemente trancada pela "cópia assombrada" de Atividade Paranormal.
Esse orçamento todo, obviamente, deve ter superado os miseráveis 15 mil do longa original, 10 minutos maior, exibido apenas em festivais de cinema de gênero. O filme, aliás, já circulava esses eventos desde 2007 e apesar de ter agradado os fãs, ficou muito, muito longe do alarde que recebeu depois, com o apoio da máquina hollywoodiana.
É como na própria trama: quanto mais atenção você gera para o invisível incômodo, mais poderoso ele se torna. O demônio de Atividade Paranormal não é outro senão o do marketing.
Let's look at the trailer...

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

'Actividade Paranormal' provoca ataques da pânico na Itália




Sucesso internacional, o filme de terror estreou no país na sexta (5).112 teve que ser chamado para pessoas com palpitações e ansiedade.


O governo italiano estuda a possibilidade de impor restrições ao thriller de terror "Actividade paranormal", depois de algumas pessoas que assistiram ao filme nos cinemas terem sofrido ataques de pânico, suscitando protestos por grupos de defesa da infância e dos consumidores.
Os serviços de emergência foram chamados em Nápoles no fim de semana por pessoas que se queixaram de palpitações e ansiedade depois de assistirem ao filme, a história de um casal jovem que tenta captar provas em vídeo de uma presença sobrenatural em sua casa.
De acordo com o jornal "Corriere della Sera", uma garota de 14 anos ficou em estado de choque e precisou receber oxigénio ao sair do cinema.
O ministro da Cultura, Sandro Bondi, observou que o filme recebeu luz verde de um comité que decide sobre a classificação etária, mas acrescentou que estuda possíveis medidas a adoptar para proteger o público infanto-juvenil.
Feito com orçamento pequeno, "Actividade paranormal" tornou-se sucesso internacional especialmente entre o público jovem e foi lançado na Itália na sexta-feira (5), sendo exibido em 385 cinemas sem qualquer restrição etária.
O grupo de defesa do consumidor Codacons ameaçou ir aos tribunais em nome de menores de idade que podem achar o filme assustador demais, e o ministro da Defesa, Ignazio La Russa, disse que o trailer do filme não deveria ser exibido pela televisão, onde pode ser visto por crianças.
"Trata-se de um filme que gera ansiedade, que vem provocando ataques de pânico e problemas psicológicos entre crianças e adolescentes", disse Alessandra Mussolini, política de direita que chefia um comité parlamentar sobre os direitos das crianças.
"Se já é tarde demais para impor uma classificação etária, deveríamos impor algum tipo de aviso, especialmente aos pais, para que tenham consciência do risco", disse ela.
De referir que este filme "assustou" Steven Spielberg e este o apadrinhou imediatamente.




quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

A gestão Vs Rock



Desde o desastroso contrato de merchandising dos Beatles (na foto) em 1963 aos gastos acima da média do Hacienda Club em Manchester, estas são algumas das piores decisões de gestão da história do rock, segundo a revista Mojo.

De acordo com a publicação, a pior decisão de sempre foi a venda de toda a imagem dos Beatles por uma verdadeira bagatela ao socialite britânico Nicky Byrne em 1963, levada a cabo pelo manager Brian Epstein. Quando percebeu que o negócio tinha sido infeliz para o lado da banda, Epstein quis renegociar os termos do contrato, mas acabou por ser processado. A disputa teve como consequência o cancelamento de várias encomendas de merchandising por parte dos investidores, com prejuízos na ordem dos milhares de libras. A contenda só ficou resolvida quatro anos depois, quando os quatro Beatles já tinham mudado de imagem e inclusivé deixado crescer bigode, tornando todo o merchandising pré-disputa obsoleto.

A lista da Mojo destaca também a 'entrada' de Bernie Rhodes, manager dos Clash, na banda, depois de Mick Jones ser dispensado. Rhodes co-assinou vários temas de "Cut the Crap", o último disco dos Clash, tido como o pior de sempre do mítico grupo.

Rob Gretton, o manager dos New Order e um dos gerentes, juntamente com os membros da banda, da discoteca Hacienda, em Manchester, também é destacado pela Mojo. Em causa estão os milhões de libras perdidos para colocar a Hacienda como a discoteca da moda para as celebridades da época. Tantos que Peter Hook, baixista dos Joy Division e New Order, foi obrigado a fazer de DJ e a escrever livros de anedotas durante anos para repor o investimento .


quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

Johnny Depp vai dirigir documentário sobre Keith Richards

Longa metragem deve incluir imagens de arquivo do guitarrista dos Rolling Stones. Actor declarou que começa a trabalhar no projecto já na próxima semana.



O actor Johnny Depp vai dirigir um documentário sobre Keith Richards, lendário guitarrista dos Rolling Stones, informou nesta quarta-feira (3) o site do semanário musical britânico “New Musical Express”.
De acordo com a publicação, Depp, que está na cidade sérvia de Drvengrad, revelou a um jornal local que vai começar a trabalhar no projecto já na próxima semana. “Enquanto estou aqui, meu editor tem trabalhado em quilómetros de arquivos com imagens de shows de Keith. Fiquei sensibilizado pelo facto dele ter concordado em se mostrar diante das minhas cameras”, declarou Depp à publicação. Os dois já haviam trabalhado juntos no terceiro longa duração da franquia cinematográfica “Piratas das Caraibas”. O guitarrista interpretou o pai de Jack Sparrow, personagem principal da trama, vivido por Depp.Também não será a primeira vez que o actor vai dirigir um filme. Depp já passou pela experiência no longa-metragem “O bravo”, de 1993, estrelado por Marlon Brando e por ele próprio. “Agora que estou mais sábio, e passado tempo suficiente, já posso encarar esse desafio novamente”, disse o actor.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Stephin Merritt o Documentário

O documentário sobre Stephin Merritt que tem estreia marcada para esta Primavera, já tem trailer. Aqui ficam então as primeiras imagens que resultam de um trabalho de dez anos de vida próxima com o músico (Magnetic Fields, The 6ths, Gothic Archies e outros), captadas por Kerthy Fix e Gail O’Hara.

Imagens do trailer de 'Strange Powers: Stephin Merritt and The Magnetic Fields'
fonte: http://sound--vision.blogspot.com/

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

Ok Go outra vez os telediscos malucos

Foi deles o teledisco com as passadeiras de ginásio que fez história há quase quatro anos.
aqui De regresso aos discos, os OK GO mostram novamente uma rara capacidade em compreender o poder da imagem, em mais um daqueles telediscos que sabem cativar atenções. Ao som de WTF, um trabalho notável de tratamento de imagem, com uma valente colecção de cores ao serviço de uma canção.