quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Bill Callahan ~ I Wish We Were an Eagle


When Bill Callahan left behind his long held Smog moniker, he gave longtime fans of his lo-fi, mopey, sometimes angry aesthetic some real cause for worry: there was not only the name change, but the reliance on more technology that began with the Diamond Dancer EP and the outright lush production (compared to his past work as well as other indie rockers) on Woke on a Whaleheart. Sometimes I Wish We Were an Eagle should give them some cause for relief, though the growth on the previous two offerings cannot be erased. There is no grand statement on Eagle; it's merely the record that comes after Woke on a Whaleheart, but it feels more like a Smog record than anything he's done recently, even if it doesn't necessarily sound like one. This is the darkest, moodiest set he's issued since Supper in 2003. We don't hear much more than Callahan's idiosyncratic misanthropy offering itself speaking and breathing room on most of these tunes (even if he aspires to more); his baritone is right up front and rarely gets stretched. His themes seem to center on flight and return, and are no better illustrated than on the opening cut, "Jim Cain," where, along a gently shuffling snare and kick drum, his nylon-string acoustic and electric guitars, and a cheap but effective keyboard his ruminations are guided. They caress that voice out of its hiding place: "...Well I used to be darker/Then I got lighter, then I got dark again/Somethin' to be seen, was passing over/And over me/Well it seemed like a routine case at first/With the death of the shadow, came the lightness of births/In the darkest of nights, the truth still dazzled/And I work myself, until I'm frazzled/I ended up in search of ordinary things..." And this isn't so much a metaphor as a cause célèbre for the album.

So much here is written, scored for, and sung from, the place Callahan knows all too well, that outsider's place that comes from the richest of interior lives: the one that knows all the shades of gray. His lyrics and easy, somewhat sparse mix of acoustic and electric instruments show that he doesn't think about much except what's right in front of him. Tracks like "My Friend" express, gently at first then more aggressively, sentiments that may be wholesome in their intent, but in their expression become more aggressive and even slightly sinister.

One thing that is a carryover from Woke on a Whaleheart is the relative sophistication of the arrangements and production. The songs are characteristically simple: the way they are recorded is relatively more complex. Things are not so shambolic as they are carefully measured, tempered, and sequenced. Songs such as "All Thoughts Are Prey to Some Beast," are based on two-chord vamps, and Callahan's voice does nothing to disguise itself as his lines are short, clipped, and shorn of unnecessary verbiage. But the sense of dynamic tension that gathers as violins, lithe, airy electric guitars playing a single string, syncopated tom-toms, and synth lines that mimic French horns, offer a dimension that is nearly cinematic. Ultimately, this sense of circular motion, whether it's flight and return, the human breath, or birth, death, rebirth, loss, and love is the elemental construction of everyday life, and hence a lyrical cornerstone on Sometimes I Wish We Were an Eagle. It is perhaps a seminal new chapter in Callahan's oeuvre of higher yet lo-fi outsider music.
In: Allmusic

quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Tributo a Bowie

Em Maio chega aos escaparates mais um tributo a David Bowie. Com 28 artistas envolvidos em outras tantas versões, o alinhamento inclui, entre outros, Boys Keep Swinging pelos Duran Duran, Ashes to Ashes pelo ex-Japan Mick Karn, Absolute Beginers por Carla Bruni, John I’m Only Dancing pelas Vivian Girls, Life on Mars pela francesa Keren Ann ou Sound and Vision (em castelhano) por Devendra Banhart. Os MGMT e Soulwax deverão participar no disco, não se sabendo ainda com que canções. Os fundos recolhidos com a venda deste disco reverterão a favor da War Child.
fonte: sound+vision

Teen Dream

Faz lembrar as piscinas pintadas por David Hockney nos anos finais da década de 60: é a capa de Used to Be, single lançado em 2008, mas que reaparecerá no novo álbum dos seus criadores, o duo de Baltimore Beach House — terceiro título da sua discografia, chama-se Teen Dream e tem lançamento agendado para o dia 25 de Janeiro.
Fiel a uma sensibilidade visceralmente pop, Used to Be possui um tom muito cool de séc. XXI, embora conservando a ironia romântica de uma velha balada. A edição original é da Carpark, mas o álbum surgirá através dos Sub Pop Records; este delicioso registo ao vivo (junto ao mar...) tem chancela da série Shoot the Player.

Beach House: Used to Be from shoottheplayer.com on Vimeo.

fonte: http://sound--vision.blogspot.com/

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Teorias dos fans do Lost confirmadas ou não...


TimeLoopTheory is now 50% Confirmed!
Many key items that frame the TimeLoopTheory are now almost fully confirmed:

1. The island is in a magnetic "bubble" that allows it to be transported through time - Confirmed 100%

2. The smoke monster is the "physical" means of course correction - Confirmed 90%

3. Ben is (or is beinging guided by someone) from a future timeline - Confirmed 50%

4. The pressing of the button in the swan was resetting time on the island, keeping it in a loop - Confirmed 0%

Mil milhões para já...



Avatar já arrecadou mais de mil milhões de dólares na bilheteira global desde a sua estreia, ocupando já o quarto lugar na lista dos filmes mais rentáveis de sempre. Calcula-se que nos próximos dias as receitas de bilheteira ultrapassem as do segundo filme da série Os Piratas das Caraíbas e o terceiro da trilogia O Senhor dos Anéis. Depois, a James Cameron restará apenas bater os números que ele mesmo obteve com Titanic.
in sound+vision

Os melhores vídeos


O jornal britânico The Guardian decidiu não só compilar os melhores vídeos dos últimos dez anos de música, como também tentar perceber como se faz um bom vídeo pop. No artigo intitulado "Quais são os melhores vídeos dos anos 2000?", a publicação discorre sobre a evolução dos vídeos de música desde os anos 80, quando clássicos como 'Thiller' de Michael Jackson ou 'Bohemian Rhapsody' dos Queen marcavam o ritmo numa indústria que só viria a explodir nos anos 90. Foi esta a década que assistiu às reuniões felizes entre manipuladores da electrónica como Björk, Daft Punk, Fatboy Slim e Massive Attack com o talento vanguardista de realizadores como Michel Gondry e Spike Jonze, dois nomes que saltaram para o cinema já neste século, sem deixar de continuar a realizar vídeos de música. White Stripes ('Fell In Love With a Girl', Michel Gondry, 2002), Radiohead ('Knives Out', Michel Gondry, 2001), Yeah Yeah Yeahs ('Y Control', Spike Jonze, 2004) e Kanye West ('Flashing Lights', Spike Jonze, 2008) que o digam.Take 2
Além de Gondry e Jonze - realizadores que levaram para a sétima arte a linguagem visual associada aos vídeos de música, mais notada em filmes como 'Despertar da Mente' e 'Being John Malkovich', respectivamente - também Hype Williams, Mark Romanek e Jonathan Glazer não deixaram em mãos alheias a fama como realizadores de vídeos, já no novo século. Nos últimos dois anos, por exemplo, Williams assinou 'Viva La Vida' dos Coldplay e 'Video Phone' de Beyoncé com Lady Gaga. Romanek assina '99 Problems' de Jay-Z, entre outros. Por seu lado, Glazer - o responsável por 'Karma Police' dos Radiohead nos anos 90 - está por trás do vídeo de 'Treat Me Like Your Mother', do supergrupo Dead Weather. E para quem se pergunta por onde anda Chris Cunningham, o realizador da história de amor entre robots contada no vídeo de 'All Is Full Of Love' de Björk, informamos que tem feito vídeos para os Aphex Twin, Horrors e La Roux, esta última para o single 'Tigerlily',com estreia prevista para o ano que vem.



A lista dos melhores vídeos da década segundo o Guardian está aberta às sugestões dos leitores, apresentando desde logo uma lista de 30 vídeos imperdíveis, onde figuram nomes como Robbie Williams ('Rock DJ'), Beyoncé ('All the Single Ladies (Put a Ring On It)'), The Streets ('Dry Your Eyes'), Hot Chip ('Over and Over'), Gnarls Barkley ('Crazy') e Feist, com o vídeo para '1234', um prodígio de cor e movimento filmado num só plano.

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Stipe aos 50


Nasceu a 4 de Janeiro de 1960. Ou seja, Michael Stipe faz hoje 50 anos. Conhecemo-lo quando a música dos R.E.M. (de que desde sempre é vocalista) saíu da cidade onde nasceu e começou a chegar aos muitos cantos do mundo, lançando as bases para uma das mais sólidas e marcantes das histórias que o rock alternativio de 80 nos deu. Aproveitamos assim o 50º aniversário de Michael Stipe para, ao longo desta semana, evocar alguns episódios da sua carreira. Não apenas nos R.E.M., mas em experiências em paralelo, algumas no cinema, outras em colaboração com outros músicos e até mesmo aquelas que se ligam a uma alma de activista político que desde cedo soube usar o seu star power em favor de várias causas.R.E.M., ‘Radio Free Europe’ O link leva-nos a imagens do teledisco de Radio Free Europe. A canção surgiu como o primeiro single dos R.E.M. em 1981. Uma segunda versão entra em cena em 1983, depois do grupo assinar pela IRS Records. O teledisco serve esta segunda versão.

fonte: http://sound--vision.blogspot.com/

'Para onde vai a cinefilia?


"Eu sou um cinéfilo", diz o espectador. Mas nos dias que correm, que significa isso? E como vivê-lo? Este texto de balanço do ano — publicado no Diário de Notícias, no dia 26 de Dezembro de 2009, com o título 'Para onde vai a cinefilia? —, tenta identificar algumas das dúvidas e expectativas que tais interrogações passaram a envolver.

Em 2009, a cultura televisiva continuou a inscrever os seus devastadores efeitos no panorama cinematográfico. A marginalização dos filmes (favorecendo telenovelas, concursos e “galas” com crianças mais ou menos tristes) só pode ter um efeito prático: o cinema surge como uma curiosidade esotérica, apenas redimido do esquecimento quando há notícias sobre os milhões de um blockbuster ou imagens “escandalosas” de alguém que se despe um pouco num filme de preferência anódino. O panorama é tanto mais desesperado quanto, paradoxalmente, o cinema viveu um ano rico e multifacetado, a provar que, com filmes que nos entusiasmaram ou desiludiram, continua a valer a pena ser espectador.
Para nos ficarmos pela produção americana, a mais presente e economicamente mais poderosa, tivemos um pouco de tudo: desde pessoalíssimos empreendimentos como Grand Torino, de Clint Eastwood, até grandes desafios técnicos como O Estranho Caso de Benjamin Button, de David Fincher, e Avatar, de James Cameron, apostando na integração dos mais revolucionários recursos digitais. O poder dos americanos reflecte-se também nos felizes contrastes da sua produção independente, com destaque para Depois das Aulas, de Antonio Campos, filme empenhado em discutir a questão actualíssima das relações entre estudantes e Internet.
Foi também um ano de reencontro com autores que, em contextos muito diversos, persistem em trajectórias sem imitadores. Desde logo no cinema americano, com Quentin Tarantino a reaparecer com Sacanas sem Lei. Mas também em Portugal, com Pedro Costa (Ne Change Rien), em França, com Arnaud Desplechin (Um Conto de Natal), e no Japão, com Hirokazu Kore-eda (Andando). Nessa perspectiva, é inevitável repetir que o mercado português das salas mantém uma variedade de oferta que, sendo positiva, está longe de fornecer um panorama equilibrado da produção internacional, nomeadamente do continente europeu.
Através do lançamento de Avatar nas salas, em cópias digitais a três dimensões, o ano encerra com a reafirmação de uma viragem técnica que, por distribuidores e exibidores, está a ser encarada como uma “salvação” capaz de favorecer o renascimento do mercado. Escusado será dizer que o formato 3-D, até agora com uma história artisticamente escassa e comercialmente frustrante (lembremos os tempos pioneiros da década de 1950), contém muitas e fascinantes potencialidades. Resta saber que sentido pode fazer uma reconversão económica para o digital que ignore as características da produção corrente e o carácter (ainda) de excepção dos filmes em 3-D. Daí que seja também importante recordar o contraponto do DVD, nos últimos meses com um significativo incremento da oferta em Blu-ray. 2009 foi também um ano de reencontro com grandes referências clássicas: lembro, por exemplo, a edição de filmes de autores como Michelangelo Antonioni [foto], Jacques Demy ou Jacques Tourneur. Quando as salas estão dominadas por blockbusters e as televisões por novelas, o DVD parece ser o último reduto da cinefilia.
in:
http://sound--vision.blogspot.com/

domingo, 3 de janeiro de 2010

U2 ~ Curiosidades

Este video da música "Trying to Throw Your Arms Around the World" foi "censurado" e não entrou no DVD Sydney Zoo TV video, há quem diga que é por causa da catraia não ter 18 anitos... bem mas já tinha idade para beber champagne... ou seria champomix...? Bono não gostou!
Histórias à parte, uma excelente música de uma que foi, e como eu gostaria que ainda fosse, se é que isso existe, a melhor banda do mundo!

sábado, 2 de janeiro de 2010

Álbuns de uma vida [1]


OK Computer é o terceiro álbum da banda britânica Radiohead, lançado em Junho de 1997no Reino Unido e Julho de 1997 nos Estados Unidos.

O álbum é considerado como um dos melhores discos de rock da década de 1990 pela crítica e consolidou definitivamente os Radiohead como uma das maiores bandas da sua geração. É considerada a obra-prima da banda, onde as capacidades de cada músico são exploradas ao máximo. O vocalista e guitarrista Thom Yorke chegou a afirmar ter perdido a capacidade de tocar guitarra depois de OK Computer. Destaque para as faixas "Paranoid Android", "Karma Police", "Let Down" e "No Surprises", esta última com um vídeo musical inovador. Facto interessante deste disco é a faixa "Lucky", que fala de um chamado do primeiro-ministro que foi recusado e é o que aconteceu posteriormente quando Yorke se recusou a participar de uma reunião com Tony Blair.


Todas as músicas compostas por Thom Yorke, Jonny Greenwood, Ed O'Brien, Colin Greenwood e Phil Selway.

# Título Duração
1. "Airbag" 4:44
2. "Paranoid Android" 6:23
3. "Subterranean Homesick Alien" 4:27
4. "Exit Music (For a Film)" 4:24
5. "Let Down" 4:59
6. "Karma Police" 4:22
7. "Fitter Happier" 1:57
8. "Electioneering" 3:51
9. "Climbing Up the Walls" 4:45
10. "No Surprises" 3:49
11. "Lucky" 4:20
12. "The Tourist" 5:25

O álbum anterior da banda, The Bends, foi um sucesso, então a gravadora EMI, na qual a banda estava afiliada, deixou que este álbum fosse produzido independentemente. A EMI permitiu que a banda trabalhasse com o engenheiro de som, até então desconhecido, Nigel Godrich, que colaborou com o produtor do álbum anterior da banda (John Leckie) e que já havia produzido muitos lados B do Radiohead, como o compacto "Lucky", em 1995. Neste período, a banda começou a se distanciar dos métodos tradicionais dos estúdios de gravação. "O único conceito que nos utilizamos para gravar este álbum foi o de que nós gostaríamos de gravá-lo longe da cidade e por conta própria" - Colin Greenwood, baixista.

A banda não contava com o facto de que OK Computer faria ainda mais sucesso que o The Bends; o guitarrista e multi instrumentista Jonny Greenwood disse, "Nós fizemos o que queríamos no segundo álbum e ignorámos quaisquer conselhos… e acabamos lançando esse álbum que acabou atraindo um certo público, então, eu sinto que é algo que faremos outra vez.". Eles também quiseram fugir do estilo mais simples e melodioso do The Bends; "O The Bends foi um álbum introspectivo… Foi uma terrível busca de espírito. Fazer isso outra vez em outro álbum seria extremamente entediante."


A minha música favorita


quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

E o vencedor da década é...



E desculpem lá, mas está lá chapado os sixties que eu tanto amo! Não que importe muito a opinião de um guitarrista que poucos devem conhecer, de uma banda pouco conhecida, que se chama U2, Edge disse apenas que gostaria que os U2, um dia, conseguissem fazer um álbum destes...puro!

Inicialmente era para postar apenas três álbuns que me marcaram esta década, a saber: e pela ordem de preferência: Fleet Foxes – Fleet Foxes; Benji hughes - A love extreme e Strokes – This is it, mas pensando melhor e tendo em conta as vezes que ouvi os diferentes álbuns que aqui enuncio, achei melhor não me esquecer destes abaixo indicados, até porque, e á medida que o tempo passa outros irão ocupar um lugar especial mos meus ouvidos!
Seguem aqui os álbuns desta década, não há ordem específica de preferência, mas que são boas malhas, lá isso são. Ainda vão a tempo de os comprar porque realmente são marcantes da década que hoje acaba.

COLDPLAY – PARACHUTES
RADIOHEAD – KID A
GODSPEED YOU BLACK EMPEROR - LIFT YOUR SKINNY FISTS LIKE ANTHENAS
U2 - ALL THAT YOU CAN´T LEAVE BEHIND
STROKES – IS THIS IT?
A – HÁ - MINOR EARTH MAJOR SKY ( SIM.. A – HÁ, NÃO ME ENGANEI)
DIVINE COMEDY - REGENERATION
MANIC STREET PREACHERS – KNOW YOUR ENEMY
BADLY DROWN BOY – HAVE YOU FEED THE FISH
IRON & WINE - THE CREEK DRANK THE CRADLE
GRANDADDY – SUMDAY
SUPER FURRY ANIMALS - PHANTOM POWER
ARCADE FIRE - FUNERAL
DA WEASEL – RE DEFINIÇÕES
DEVENDRA BANHART - REJOICING THE HANDS
ELLIOT SMITH - FROM A BASEMENT ON THE HILL
FRANZ FERDINAND- FRANZ FERDINAND
ANDREW BIRD – EGGS
SILVER JEWS - TANGLEWOOD NUMBERS
AIR – POCKET SYMPHONY
CAT POWER – THE GREATEST
RACONTEURS—CONSOLERS OF THE LONELY
BEACH HOUSE - DEVOTION
BON IVER - FOR EMMA, FOREVER AGO
FLEET FOXES - FLEET FOXES [2008]
BENJI HUGHES - A LOVE EXTREME
THE_WALKMEN-YOU &ME
BUENA VISTA SOCIAL CLUB - AT CARNEGIE HALL
MANIC STREET PREACHERS - JOURNAL FOR PLAGUE LOVERS
THE CARDIGANS - LONG GONE BEFORE DAYLIGHT
DINOSAUR JR. – FARM
THE.XX.-.[XX]
DAMIEN RICE – O
BECK: SEA CHANGE
INTERPOL: TURN ON THE BRIGHT LIGHTS
THE NATIONAL - BOXER
THE LEISURE SOCIETY – THE SLEEPER


domingo, 27 de dezembro de 2009

AVATAR


Lembro-me de ouvir dizer, isto no século passado, que o mundo dividia-se em dois tipos de pessoas, as que tinham lido o Senhor dos Aneis e as que não o tinham feito.

Hoje, e no século em que estamos digo mais... o mundo divide-se em dois tipos de pessoas, as que viram Avatar e as que não viram.

Porquê? Vejam!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Bom Natal e Boas Festas


É o que desejo aos amigos, colegas e aos muitos amigos virtuais...

E lembrem-se o Natal is Just another day in the life!



terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Balanço do Ano

Fazendo uma súmula do ano que passou, tive cerca de 5000 visitas, o que não é mau...bem... 4000 devem ter sido minhas, tem a ver com aquelas tretas da autoajuda e etc...
Os posts que são baseados em outros blogues é que salvam este blogue pois os que são escritos inteiramente por mim...uiiii, Pronto é a decadência total! E eu que até sei escrever com as duas mãos no teclado... não tenho é muito tempo. Se aborreci os 4 ou 5 visitantes diários do meu blogue peço desculpa, mas há dias em que o aborrecimento até é porreiro, lembro-me agora dos dias das eleições, etc...
Ainda vou cá postar até ao final do ano os meus dois (em princípio) álbuns favoritos da década 00, que fino...00 até parece ser coisa de espionagem esta década. Fez-se muita música boa, bons filmes ( já viram o Gran Turino?).
Bem mas este post era apenas para falar dos meus seguidores, a eles as minhas sinceras desculpas por receberem no email, ou noutro sítio qualquer os posts decadentes que por cá foram aparecendo, do género deste. São 10 sobreviventes que estão preparados para qualquer tipo de tortura psicológica, isto é, se forem apanhados pelos arrumadores de carros, Pais Natal, aqueles tipos que nos querem impingir cartões de crédito, enfim...the Scum of the Earth. Já agora explico porque às vezes escrevo em Inglês... primeiro é fino e segundo, eu, como professor de Inglês, que com pena minha já não lecciono a disciplina há cerca de 10 anos, preciso de manter a prática...
Agora lanço um desafio aos visitors, followers, e gente que calhou cá ao acaso: usem a vossa lista de contactos e enviem a morada do meu blog para que mais gente se torne ... (não encontro o adjectivo certo...) parva? talvez... mas só enviem aos pseudo intelectuais, como eu... os que gostam de futebol definitivamente não!
Obrigado,
O mojorising is Alive

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Dexter: a entrevista no final da temporada

Como fiquei estupefacto com o final da temporada e ainda o estou a assimilar apresento cá no blog a entrevista inédita a Michael C. Hall, o actor que dá a cara a Dexter, o serial killer mais cool do planeta.
Após o season finale de Dexter e antes de saber das indicações ao Globo de Ouro, a publicação EW, Entertainment Weekly, conversou com o protagonista da série, Michael C. Hall. Confira o que ele falou sobre o final da temporada:


Qual foi sua primeira reação ao saber que Rita (Julie Benz) morreria no final da temporada?


MH: Eu sabia o que ia acontecer há três ou quatro semanas antes de acontecer. Mas como ia acontecer eu só soube depois. Eu achei brilhante. Fiquei muito orgulhoso dos roteiristas da série, do canal, por não terem medo de dar um passo tão ousado. Realmente nos impulsionou muito e não poderia ser diferente. O que isso significa para o personagem é muito amplo.


Realmente, são muitas possibilidades. Dexter vai criar seu filho como pai solteiro? Ele estava dando mais sinais de humanidade, agora ele vai retornar com seu lado negro ainda mais forte?


MH: Será que ele fechou a porta para isso? Será que é “Bem, eu me ferrei. Meu pai tinha razão.”? E se essa for a conclusão, o que isso significa? Eu não estou dizendo que isso realmente vá acontecer. Difícil dizer. É uma coisa difícil imaginar o que um trauma como esse pode causar. Eu não sei o que isso pode fazer a uma pessoa.


Como foi filmar a cena da banheira em que Dexter descobre Rita e Harrison?


MH: Foi muito duro. A questão é que quando você assiste, parece uma espécie de slow motion lírico, mas na gravação foi tudo mais frenético e direto ao ponto. Entrar e ver esse bebê no sangue, deixar o banheiro, tudo aconteceu muito mais rápido do que a cena mostra. Mas foi horripilante. É o tipo de coisa que você só pode lidar com as conseqüências. De uma forma ou de outra, Dexter vai ficar vacilante por um bom tempo. Mas a Julie na banheira foi de cortar o coração, e o bebê no chão então… Foi muito sombrio. E também muito secreto. Algumas pessoas no set tinham acabado de saber o que ia acontecer. Então acho que todos estavam num processo privado, processando que estava sendo gravado, sobre o que isso significava para a série e para Julie.


O produtor executivo Clyve Phillips disse que Julie ficou muito desapontada ao saber o destino de sua personagem. Vocês conversaram sobre isso?


MH: Falamos sobre sua tristeza ao sair da série, mas durante as cenas nós sabíamos que tínhamos uma história pra contar e não queríamos fazer nada para estragar isso, não que isso pudesse acontecer. Eu acho que estava além da imaginação de Dexter que isso pudesse acontecer. A última cena que gravamos juntos foi a em que Dexter disse para Rita que acreditava poder ser seu único mestre, o mestre de sua compulsão, pareceu ser um jeito apropriado de dizer adeus àquele relacionamento. Julie sacrificou seu trabalho em favor da vitalidade da série. Eu devo dizer que minha primeira reação (aos acontecimentos) foi em relação a Julie: “O que vai ser da minha família sem ela?” Do ponto de vista da história foi uma ideia ousada, mas quanto a perdê-la como membro do elenco, foi um golpe para todos nós.


Na última conversa entre Dexter e Rita, ele se mostrou mais humano do que nunca…


MH: Se essa temporada não tivesse terminado do jeito que terminou, há um certo consenso de que ele talvez saísse dessa vida. De que se ele matasse Trinity, quem sabe não houvesse mais a quem matar. Talvez ele tivesse a noção de que esse seria o fim. Mas o final mudou tudo, Dexter experimentou um apetite por vingança que não pode saciar, então provavelmente acabaram as chances de humanidade.


O que você acha que se sobressaiu na cena em que Dexter finalmente mata Trinity?


MH: Tanto eu como John sabíamos o que ia acontecer. Nós definitivamente não queríamos que ela entregasse o que Dexter estava por descobrir. Nós quisemos que fosse uma morte única dentre todas. Por um lado, Dexter estava matando seu alvo mais formidável e havia um senso de orgulho e vitória nisso. E ao mesmo tempo uma real repulsa ao assassino Trinity, uma simultaneidade entre atração e apetite por uma conexão que transpassa pelo relacionamento deles e talvez Dexter tenha considerado até pedir alguns conselhos a ele, o que não poderia fazer a outras pessoas. E então aconteceu a virada. Sua natureza veio a tona e ele acertou a cabeça do cara deliciosamente. Nós tentamos navegar entre essas voltas e reviravoltas, tivemos uma certa malícia, mas demos mais atenção ao apetite de Dex por uma conexão. E claro que John também se aproveitou, na maneira como atuou, com os duplos significados do que disse a Dexter, o que foi extremamente eficiente em suas mãos.


O que você mais gostava no relacionamento entre Trinity e Dexter?


MH: Certamente a trama de Trinity criou um senso de intrigas. Foi sem dúvida o alvo mais formidável que Dexter encontrou, o que revitalizou a necessidade fundamental de Dexter de matar. Eu adorei os níveis que isso trouxe, do fato de Dexter se mostrar alguém diferente do que realmente é, com todo aquele conhecimento de que Trinity também estava fazendo o mesmo, embora houvessem ainda muitos outros segredos para descobrir. Havia sempre algo a ser aprendido e camadas de intriga sob a superfície. John e eu nos divertimos muito fazendo essas cenas. Ele é incrivelmente talentoso, cheio de nuances, inteligente, trazendo um genuíno senso de atuação. Eu acho que ele se divertiu muito fazendo a série e realmente nos infectou com esse senso e entusiasmo.
Qual foi sua cena favorita na temporada?


MH: Essa é difícil. Mas acho que o episódio de Ação de Graças teve o pior almoço de Ação de Graças já filmado. Tudo deu errado tão rapidamente. O dedo quebrado do filho, a filha que deu em cima de Dexter e mãe não se importar. Muitas sementes foram plantadas ali. Sentamos a mesa e ele disse “Cala boca” para a esposa, e 30 segundos depois eu estava no chão apontando uma faca e dizendo “Eu devia ter te matado quando tive a chance!”. Foi muito divertido. Rimos muito, ficávamos dizendo “Isso é tão insano!” Foi um dia muito bom.

Quantas temporadas Dexter pode ter?


MH: Vamos definitivamente fazer mais uma, além disso eu não sei. A série está mais popular do que nunca, e eu acredito que é desejo do canal continuar deixar a bola rolando, mas eu penso em uma coisa de cada vez. Tudo pode continuar infinitamente, e seguir para rumos inesperados, então eu apenas acredito que podemos continuar.


A entrevista original pode ser lida no site do Entertainmente Weekly.


quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

rOlling stOne

Para a revista norte-americana Rolling Stone, Kid A (Radiohead) e Haverá Sangue (Paul Thomas Anderson) foram o álbum e o filme da década, respectivamente — está tudo na edição especial dupla, nº 1094-95. Registe-se, além do mais, a excelência visual e conceptual da capa, porventura ecoando o sentido do texto de apresentação de Rob Sheffield, emblematicamente intitulado "A década das hipóteses perdidas". Entre os conteúdos específicos da Net, a não perder uma conversa gravada em video com quatro elementos da redacção comentando as suas músicas de eleição ao longo da década.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

De pequeno é que se torce o ....


Jason Marz (“I'm Yours”). Dá para perceber, não dá?

IMDB Português ( Não...não é piada...)


Mais um vez o blogue sound+vision encarrega-se de me presentear com mais uma notícia no mínimo curiosa... leiam o texto sff.


Retirado do blogue:

"Digamos que o lançamento da versão portuguesa (?) do site IMDb não é exactamente um primor de cinefilia. Para já, o tom dominante é dado por graves notícias sobre os grandes problemas do cinema — porventura da humanidade — como esta:
Angelina Jolie difundiu fofoca sobre Jennifer Aniston
De acordo com Ian Halperin, escritor do novo livro Brangelina: The Untold Story of Brad Pitt and Angelina Jolie, biografia não autorizada do famoso casal de Hollywood, foi a própria Angelina quem soltou na imprensa o boato de que a ex mulher de Pitt, Jennifer Aniston não queria ter filhos.Para Ian, o único propósito da atriz era aliviar sua barra e tirar de cima o título de 'rouba-maridos', conquistado quando o ator decidiu divorciar-se de Aniston, ao final das filmagens do longa Sr. e Sra. Smith, que protagonizou com Jolie em 2005.De acordo com o site Celebrity Gossip, Halperin comenta no livro que a tal 'fonte' que revelou que Brad se separou de Aniston por causa da questão 'filhos', foi Angelina. Um informante comentou: "Ela achava que essa história ia pesar mais, do que ela ser vista como uma mulher que roubou o marido de outra".
* * * * *
É muito curioso, de facto, que tantas vezes se proclamem grandes crises morais apenas porque "um" crítico escreve alguma coisa mais heterodoxa ou menos unanimista, algures, no seu cantinho, ao mesmo tempo que parece aceitar-se como "normal" esta miséria de relação com o mundo do cinema — e com o género humano.
Além do mais, não são os críticos que se gabam de ter milhões de leitores (certamente contabilizados, não é isso que está em causa) — lembremos apenas que o discreto valor estatístico dos críticos os torna, pelo menos, um bocadinho menos responsáveis pelo sistemático aniquilamento dos valores cinematográficos e cinéfilos.O exemplo citado é apenas um, entre vários possíveis, tanto mais penoso quando envolve o nome de uma actriz tão talentosa como Angelina Jolie. Mas convém acrescentar que até podia ser sobre uma qualquer mediocridade artística: o problema de fundo seria rigorosamente o mesmo. A saber: a degradação do espaço público — consumo + fruição + cultura — do cinema."

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Foi a 15 de Dezembro de


1955 - Nasceu Paul Simonon, baixista dos Clash.


1979 - Os Pink Floyd começavam uma corrida de cinco semanas no primeiro lugar da tabela de singles britânica com 'Another Brick In The Wall (part 2)'.


1988 - James Brown era condenado a seis anos de prisão por posse de droga, armas e resistência às autoridades.


1990 - Rod Stewart casava com a modelo Rachel Hunter em Beverly Hills.


1999 - Durante um espectáculo em Dorset, em Inglaterra, Boy George desmaiava em palco depois de uma bola de espelhos lhe ter caído em cima da cabeça. (Que pena...!)


2005 - Segundo a revista Americana Billboard a tournée mundial mais lucrativa de 2005 foi a 'Vertigo Tour' dos U2, que arrecadou cerca de 260 milhões de dólares.Em segundo lugar, aparecem os Eagles cuja digressão rendeu 117 milhões de dólares, seguidos por Neil Diamond, com valor total estimado em mais de 71 milhões de dólares